sexta-feira, 13 de junho de 2014

ANDES/SN - Mobilização cresce, mas docentes apontam não ser o momento de greve nas IFE

Após analisar que ainda não está configurado um quadro para deflagração da greve nacional por tempo indeterminado dos docentes das Instituições Federais de Ensino (IFE), os representantes das seções sindicais do Setor das Ifes reunidos em Brasília no último final de semana (7 e 8) com base nas indicações das assembleias gerais realizadas em todo o país, decidiram por retirar o indicativo de greve em junho, e continuar insistindo na retomada de negociações com o Ministério da Educação (MEC), em torno da pauta de reivindicações protocolada no início do ano.
"A reunião e o resultado dela foi mais uma demonstração da prática democrática deste Sindicato Nacional e expressou a seriedade do movimento docente na construção da luta em defesa dos seus direitos”, comentou Marina Barbosa Pinto, 1ª secretária do ANDES-SN e da coordenação do Setor das Ifes.
Durante o debate e nos encaminhamentos da reunião ficou destacada a solidariedade com as Seções Sindicais que já deflagraram ou estão em processo de deflagração de greve local, em decorrência da precarização nas condições de trabalho, como a Federal de Sergipe (UFS) e o Campus de Serra Talhada da Federal Rural de Pernambuco (Uferpe). Na Federal do Pará, os docentes deliberaram por fazer três dias de paralisação.
A orientação do Setor é também intensificar mobilização frente às reitorias pela negociação das pautas locais, a ação conjunta com os demais servidores públicos federais em torno da pauta unificada dos SPF e dar seguimento à luta contra a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) e o fundo de pensão para os servidores públicos (Funpresp).
Os participantes da reunião indicaram ainda que as seções sindicais participem da organização dos eventos programados para o período da Copa do Mundo, dentre eles os da Jornada “Na Copa Vai Ter Luta” em todos os estados.
"Os desafios centrais daqui para frente serão a ampliação da mobilização e o ritmo de atividades das seções sindicais na defesa de nossas reivindicações, com ênfase para a reestruturação da carreira, valorização salarial dos ativos e aposentados, condições de trabalho e defesa da autonomia, mantida a perspectiva de construção da greve nacional como importante instrumento de luta para avançar nestas conquistas”, avaliou Josevaldo Cunha, 1º vice-presidente da Regional NE2 do Sindicato Nacional e também da coordenação do Setor.
De acordo com o diretor do ANDES-SN, é preciso seguir pressionando o governo para negociar, lutar para que as reitorias negociem as pautas locais, mas também atuar junto com os movimentos gerais que pautam a defesa dos direitos dos trabalhadores. “Esses movimentos certamente crescerão no período da Copa”, ressaltou Cunha, lembrando o importante papel que as Seções Sindicais têm também na construção do Encontro Nacional de Educação, previsto para o início de agosto.
A reunião do Setor das Ifes contou com a presença de sete diretores nacionais e 60 representantes de 39 seções sindicais, totalizando 67 presentes. Uma nova reunião foi apontada para os dias 26 e 27 de junho.
Fonte: ANDES-SN

Greve do Andes é derrotada pelas assembleias de base

No último sábado (9/6) o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES/SN) se reuniu com o setor das universidades federais no Hotel St. Paul em Brasília para debater os posicionamentos das assembleias realizadas nas seções sindicais realizadas em todo país.
O Andes havia realizado no mês passado uma reunião com 50 representantes de 36 seções sindicais, naquela reunião ficou indicada a deflagração da greve da categoria por tempo indeterminado para a próxima quarta-feira (11/6).
Na reunião do último final de semana, após os informes de base e a avaliação dos resultados das assembleias e da conjuntura instalada com o início da Copa, foi deliberada por ampla maioria, a retirada do indicativo de greve, ou seja, a greve da categoria não será deflagrada. Foram 26 seções sindicais contrárias a greve e apenas 9 favoráveis a paralisação, teve 3 abstenções.
Essa decisão neutraliza a estratégia da Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas) de usar os servidores públicos federais da educação para as manifestações contra a Copa do Mundo.
O resultado das assembleias derrotou a greve do Andes/SN e as pretensões da central revolucionária e de tabela fragilizou o movimento paredista da Fasubra e Sinasefe, ambas as entidades agonizam para manter suas bases mobilizadas e leva-las a protestarem contra a mundial de futebol.
Alguns dirigentes sindicais acusam os reitores de sabotarem as assembleias, mas não reconhecem o fracasso nas mobilizações e a rejeição da categoria as estratégias traçadas pela direção do Andes.
Fonte: Ufalsindical

SINTUFAL - Greve na Ufal agoniza

O movimento de greve dos técnico-administrativos da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) está agonizando para entrar em colapso, pois nesses quase três meses de greve, o Comando Geral de Greve (CGG) do Sindicato dos Trabalhadores da Ufal (SINTUFAL) ainda não conseguiu convencer nenhum servidor a fechar 100% o setor em que trabalha.
Se a greve era de fachada, agora, ela praticamente não existe, pois depois do anúncio do governo que não negociaria mais com a categoria, fechando as portas para a Fasubra, muita gente já desistiu, até mesmo de ir para as assembleias, pois não tem mais o que fazer nessas sessões.
Na última terça-feira (3/6) em assembleia realizada no estacionamento do HUPAA, ficou claro que os servidores já decidiram pelo fim da greve. Estava presente na sessão pouco mais de 30 pessoas, quando o quórum mínimo nessa greve tem sido 120.
O coordenador geral, Emerson Oliveira, visivelmente decepcionado, deu início a assembleia sem o número suficiente dos filiados da entidade e a sessão continuou sem quórum até o final.
A greve na Ufal está limitada ao comando, que também tem suas baixas, pois ninguém acredita mais na possibilidade de negociação. O CGG/Sintufal está correndo o risco de ficar sem ninguém para aprovar a saída da greve.
Mesmo com o fracasso eminente, os comandantes aprovaram a orientação do Comando Geral de Greve (CNG) de intensificar a luta e realizar um ato contra a Copa do Mundo na abertura do evento, na próxima quinta-feira (12).
A greve sai do seu objetivo principal para entrar no campo ideológico, pois o Partido dos Trabalhadores Unificados (PSTU), através da Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas) e a Assembleia dos Estudantes Livres (ANEL), braços do partido, estão engajadas nessa empreitada, o Sintufal foi colocado nesse jogo pelos seus dirigentes revolucionários (Emerson Oliveira, Jeamerson Santos e Nadja Lopes) com apoio dos membros do CGG, Evilázio Freire (Vamos à Luta) e o seu fiel escudeiro, Davi Fonseca (CSP-Conlutas).
A categoria já percebeu a manobra e está abandonando o movimento, deixando os revolucionários sozinhos nessa luta política/partidária.
Fonte: Ufalsindical

Categoria aponta saída da greve na UFBA para 11/06

Os servidores técnico-administrativos da UFBA aprovaram em assembleia geral na manhã desta quinta-feira (05/06), na Faculdade de Arquitetura, apontar para o CNG/Fasubra a realização de rodada de assembleias nas bases, avaliação da resposta do governo ao ofício encaminhado em 29/05 pelo CNG/Fasubra ao MPOG e a saída unificada da categoria em greve no dia 11/06.
Para a UFBA, a categoria aprovou também a realização de reuniões do Comando Local de Greve no COM-Hupes, MCO e IMS-CAT. Os companheiros da UFRB e UFOB também confirmaram assembleias para discutir os rumos do movimento. Na UFBA, a assembleia geral será dia 11/06, 9h, na Faculdade de Arquitetura, para encaminhar a saída da greve como recuo estratégico visando o acúmulo de forças para uma nova greve, mais robusta num próximo período.
Mais de 300 trabalhadores participaram da assembleia, que apresentou e aprovou – com apenas seis abstenções – as indicações construídas na reunião do Comando Local de Greve, realizado ontem (04). A coordenadora Geral da Assufba, Cássia Maciel, fez a leitura do último Informe Nacional de Greve do CNG/ Fasubra e apresentou o extrato da reunião do CLG/UFBA, que contou com mais de 30 pessoas de 18 unidades da UFBA.
O coordenador da Assufba e dirigente da Fasubra, Paulo Vaz relembrou alguns momentos importantes desde a deflagração da greve, inclusive quando a Assufba indicou para a Fasubra a intenção de discutir a proposta apresentada pelo MEC verificando o seu alcance e impacto no conjunto da categoria e negociar as outras demandas, situação rejeitada pela CNG-Fasubra a época, que ignorou solenemente a opinião da assembleia dos trabalhadores baianos.
O coordenador de Formação Sindical da Assufba, Antônio Bomfim Moreira, alertou para o risco de mudança do eixo original da greve, construído na Plenária Nacional da Fasubra, ocorrida nos dias 08 e 09 de fevereiro corrente. Segundo ele, ninguém pode enganar ou usar a categoria, que está de cabeça erguida e com os olhos bem abertos.
Almira Maria do Rosário, coordenadora de Saúde do Trabalhador da Assufba e funcionária do Hospital das Clínicas, fez um breve relato sobre a situação difícil enfrentada pelo COM-Hupes. Segundo ela, a unidade sofre com a redução da força de trabalho e de material, a precarização dos serviços e com a quantidade de obras realizadas – no momento, mais de 20 reformas estão acontecendo no Hupes.
Fonte: Assufba Sindicato

Termina a greve na FURG e os TAE's retornam as suas atividades nesta queinta-feira

Os técnico-administrativos da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) reunidos nesta quarta-feira (4/6) em Assembleia Geral, decidiram por maioria dos presentes, pelo retorno imediato ao trabalho a partir desta quinta-feira (5).
A greve na Furg foi deflagrada no dia 17 de março, acompanhando o indicativo da plenária da Fasubra. Os servidores presentes naquela assembleia acreditavam que o movimento paredista atingiria seu ápice com a adesão de todas as universidades, apostando nessa tese enviaram para reforçar o CNG o ex-dirigente do Sindicato do Pessoal Técnico-Administrativo da FURG (APTAFURG), Marco Antônio Schmitt Peçanha.
O Peçanha da Furg, como é conhecido, criticou fortemente a direção da Fasubra quando esteve em Brasília, pelo simples fato da entidade ter protocolado o Ofício nº 50/14-SEC no Ministério do Planejamento, Orçamento Gestão (MPOG), rejeitando a proposta do governo. Segundo ex-dirigente da APTAFURG, o documento não havia sido pautado em nenhuma das reuniões do CNG, essa declaração causo um mal estar nos dirigente fasubriana.
A marcha dos dias 6 e 7 de maio e a resposta do governo no dia 19, acabou com a esperança dos que acreditavam que a greve teria êxito. Depois dessa derrota, as assembleias começaram a se esvaziar e o CLG a ficar desfalcado, os poucos que restaram passaram a priorizar a pauta local, e às 30 horas passou a ser o carro chefe.
Na manhã de ontem, terça-feira (3/6), o comando se reuniu com a Reitora, Cleuza Maria Sobral Dias, para tratar do principal tema, a redução da carga horária sem redução de salário, depois de ambas as partes argumentarem sobre o tema, a Cleuza concordou em formar uma comissão para fazer um estudo do dimensionamento da força de trabalho da universidade e com isso iniciar o processo de implantação gradativa das 30 horas.
Diante da demanda atendida pela reitora, os comandantes consideraram um grande avanço para a categoria e levaram o resultado da reunião para ser apreciado pela assembleia, sem mais o que fazer na pauta nacional, o servidores decidiram retornar ao trabalho.
A Furg é a primeira universidade da base da Fasubra a sair da greve sem esperar o indicativo do CNG, que pela movimentação, ainda não sinalizou quando termina a greve.
Segundo informações de bastidores, os líderes da majoritária, temendo o esvaziamento da greve por conta da Copa do Mundo, estuda uma saída unificada para o dia 16/6, mas nada está definido.
Fonte: Ufalsindical

liança majoritária poderá deixar de existir no próximo congresso da Fasubra

A aliança que fez surgir a majoritária que hoje comanda a Fasubra, formada pelos coletivos: Frente Base, Vamos à Luta (VAL), Unidos e PSLivre, estão vivendo o seu inferno astral por causa das fortes diferenças ideológicas que existem entre si, isso sem falar das divergência que estão surgindo pelo simples fato dos camaradas estarem invadindo de bases sindicais um do outro, principalmente territórios antes comandado pelo Vamos à Luta.
O Frente Base é um coletivo da Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas), braço do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados (PSTU) está sendo considerado o maior invasor, pois tem tido êxito nas suas investidas. 
A estratégia dos marianos da central popular é assumir a direção de vários sindicatos, de várias categorias, com o objetivo de ter o controle dos trabalhadores filiados a estas entidades para propósitos políticos partidários.
Mesmo estando numa aliança para se manter como poder majoritário na Fasubra, o camaradas revolucionários do Frente Base não tem o menor constrangimento em entrar em redutos dos aliados e cooptar pessoas para militarem em seu campo político.
O Vamos à Luta (VAL), o maior  prejudicado com o fogo amigo, que é um coletivo ligado a central Intersindical, cordão umbilical do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), vêm perdendo sua bases, pois a empreitada Mariana (PSTU) tem levado a melhor pra cima do correligionário, que apenas observa pacificamente a debandada da sua militância que são atraídos pelo discurso aguerrido do Gibran Jordão. .
Muitos dos integrantes do VAL já perceberam a migração se suas bases e cobram do eterno líder, Luiz Antônio, uma posição enérgica para acabar com essa manobra golpista dos aliado.
Outro aliado que está sofrendo com a empreitada Mariana, é o coletivo Pensamento Sindical Livre (PSLivre) do coordenador fasubriano, Rolando Malvásio que teve de amargar recentemente a derrota do seu grupo político que comandava o Sindicato dos Trabalhadores Técnico-administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior de Uberaba (Sinte-MED) para os do Frente Base/CSP-Conlutas/PSTU.
A derrota do Malvásio foi em dose dupla, pois semana passada seu grupo sofreu outra derrota. O candidato a reitor que ele e seus pares apoiaram perdeu para o candidato apoiado pelos seus adversários Marianos.
Pelo que vem ocorrendo nesses dois anos de coalizão das forças de esquerda revolucionária, se nada mudar, vai ser difícil manter essa unidade para o próximo congresso da Fasubra, vai ser cada um por si.
Fonte: Ufalsindical

Majoritária da Fasubra culpa a oposição pelo fracasso da greve da categoria

Na próxima quarta-feira (4/6) a greve dos técnicos administrativos em educação lotados na universidade públicas federais, poderá ter um novo rumo, pois os representantes da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras (FASUBRA) se reunirão com Ministro da Educação, José Henrique Paim, para dialogar acerca da possibilidade de um acordo para encerrar a greve da categoria, o encontro não está confirmado.
A majoritária (Frente Base, Vamos à Lita, Unidos e PSLivre) da federação não tem se entendido com a oposição (Tribo, Ressignificar, Independente e CTB) e nem mesmo entre si, pois os interesses individuais de cada um dos coletivos da situação estão acima dos pleitos da categoria.
Segundo informações de bastidores, a coalizão revolucionária está procurando um culpado para o fracasso da greve e já tem afinado o discurso de que os coletivos de oposição são os verdadeiros responsáveis pelo vexame do movimento grevista da federação deste ano.
O Vamos à Luta (VAL), uma das correntes políticas integrante da majoritária e que tem sua base ideológica alicerçada no Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), não abre mão do cumprimento total da pauta apresentada ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) e considera a proposta do governo (Oficio nº 56/2014-GB/SESu/MEC) insuficiente para atender a demanda da categoria.
Para Luiz Antônio de Araújo Silva, um dos mais antigos dirigentes da Fasubra e líder eterno do VAL, o autoritarismo do governo em ter se negado a negociar e a avançar na pauta da categoria, prejudica a relação servidor/governo, ele sustenta a tese de que: “A intransigência e as mentiras do governo vão continuar, e é com a luta que pressionaremos para que as negociações avancem”. Afirmou o revolucionário em uma matéria publicada no site da Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas).
Diante dessa afirmação do líder do VAL, qual será a posição do coletivo na reunião na quarta-feira com o ministro?
Fonte: Ufalsindical

domingo, 1 de junho de 2014

Declarações do presidente da Andifes sobre a greve da Fasubra causou polêmica

A semana passada (quarta-feira-21/5) presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (ANDIFES), Jesualdo Farias, afirmou na imprensa que a paralisação de técnicos-administrativos nas universidades não tem adesão massiva e não conseguiu paralisar as atividades.
Ainda na sua fala, o presidente da Andifes afirmou: "Não faz sentido ter uma greve, já que o acordo pressupõe as negociações até que 2015 chegue e aí sim, pode ser proposta uma nova pauta".
O Farias também disse que a Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras (FASUBRA) argumenta que o reajuste de 15,8% ao longo dos três anos já não cobrirá a inflação do período. "Os reitores não concordam com as reivindicações, então não há nem negociação".
Essas declarações caiu como uma bomba no movimento paredista da federação. A majoritária liderada pelo coordenador Gibran Jordão e seu pupilo, o também coordenador geral Luiz Antônio, ficaram indignados, pois eles defendem nos quatro cantos do país que a greve é forte e irá derrotar o governo.
Nas bases, o presidente da Andifes foi fortemente criticado pelos grevistas e acusado de atuar deliberadamente contra a greve. Para alguns, ele está sendo considerado o carrasco dos técnico-administrativos em educação, já para outros essa posição não é nenhuma surpresa, pois vindo de um presidente de órgão que representa a gestão, é natural a conduta adotada por dirigente que representa os reitores.
Números da Fasubra
A Fasubra representa atualmente 142 mil técnico-administrativos da ativa e mais 63 mil aposentados, totalizando 174 mil servidores em todo país. A greve deste ano não conseguiu mobilizar 20% desse montante, demonstrando que a pauta da categoria não foi suficientemente atraente para a grande maioria.
Espera-se que na próxima quarta-feira (4/6) na reunião com o Ministro, José Henrique Paim, os representantes fasubrianos possam encontrar uma alternativa para uma saída da greve menos frustrante.
*Com informações do Folha de S.Paulo

Fonte: Ufalsindical

Ministro aceita receber a Fasubra para dialogar

Na última quarta-feira (28) a Federação do Sindicato de Trabalhadores Técnico-Administrativo em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (FASUBRA) protocolou no Ministério da Educação (MEC) o Ofício nº 101/14-SEC solicitando uma audiência com o Ministro, José Henrique Paim, em pauta está a proposta inicial apresentada pelo governo aos pleitos da categoria.
A iniciativa de marcar esse encontro com a titular do MEC, veio da oposição, mais precisamente do campo cutista (Tribo, Ressignificar, Independente), com o objetivo de tentar, através do diálogo, evitar uma derrota vergonhosa do movimento paredista fasubriano.
O Paim aceitou receber uma representação da federação para retomar o diálogo que teria sido interrompido depois do envio do polêmico Ofício 050/2014-SEC que para muitos foi uma afronta para a própria categoria porque o texto descredenciou e desqualificou o governo quando chama de insuficiente o que foi apresentado, como também afirma categoricamente que não existem garantias de cumprimentos do que foi proposto.
A audiência com o ministro esta agendada para acontecer na próxima quarta-feira (4/6), nesse encontro poderá ficar definido uma possível saída da greve, pois depois de mais de 70 dias de paralisação, a categoria poderá decidir se encerra ou continua com a greve.
Os técnico-administrativos em educação lotados das universidades federais entraram em greve no dia 17 de março, apesar da adesão dos TAE’s de 39 IFES’s, nenhuma dessas unidades paralisaram suas atividades, apenas alguns setores que na sua pouca complexidade não causa impacto administrativo.
Fonte: Ufalsindical

Apesar da majoritária da Fasubra, o CNG aprova proposta da oposição

Depois de mais de 70 dias em greve e com a negativa do governo acerca dos pleitos, a Federação do Sindicato de Trabalhadores Técnico-Administrativo em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (FASUBRA) através do Comando Nacional de Greve (CNG) protocolou nesta quarta-feira (28) no Ministério da Educação (MEC) o Ofícionº 101/14-SEC, onde solicita uma agenda com Ministro, José Henrique Paim.
No último dia 19/05 uma representação do CNG/FASUBRA se reuniu com o Secretário de Relações de Trabalho do MPOG, Sérgio Mendonça e com Paulo Speller, Secretário da SESU/MEC, para ouvir deles a resposta negativa acerca dos pleitos da categoria, na ocasião a representação fasubriana se sentiu desprestigiada diante das falas dos anfitriões, alguns dos comandantes que estiveram presentes no encontro, se queixaram do pouco caso que foi dado ao movimento paredista, e principalmente da conduta do Speller.
A proposta de encaminhar o documento ao ministro foi de iniciativa do Coletivo Tribo e teve o apoio do Coletivo Ressignificar e Independentes, essas três forças, mais a CTB, compõem o bloco de oposição dentro da federação.
O debate em torno da proposta foi travado num ambiente onde os membros da majoritária (Frente Base, Unidos, Vamos à Luta e PSLivre) não se contrapuseram, mesmo eles defendendo com unhas e dentes a proposta de conduzir a greve até a Copa do Mundo, mas no final dos embates, prevaleceu o bom censo e o texto do documento foi aprovado no CNG e encaminhado para o protocolo junto ao MEC.
Ao analisar o texto do documento encaminhado ao MEC, concluímos que os fasubrianos estão pedindo ao Paim a oportunidade de poder rediscutir as propostas (Oficio nº 56/2014-GB/SESu/MEC) apresentadas a categoria  e de forma diplomática e usando uma dialética acurada, pedem que o ministro desconsidere o Ofício 050/2014-SEC, ou seja, “...um texto por si só não dirime as incompreensões apontadas pelas partes”.
Se a resposta do MEC a solicitação da Fasubra for positiva, já podemos aguardar um possível acordo para a saída da greve, e diferentemente de como pensam os gibranianos, a saída da greve será com avanços.
Vamos aguardar o desdobramento desse fim de greve.
Fonte: Ufalsindical

Gibran e a majoritária da Fasubra defedem a greve até a Copa do Mundo

Com a possível deflagração da greve do Sindicato Nacional dos Docentes (ANDES/SN) marcada para a próxima sexta-feira (6/6), os grupos comandados pelo Gibran Jordão, coordenador geral da Federação de Sindicatos dos Trabalhadores em Universidades Brasileiras (FASUBRA), agora defendem a continuidade da greve até a Copa do Mundo.
A estratégia já era conhecida por todos, mas ninguém quis acreditar que o rumo da greve dos técnico-administrativos em educação, seria desviado do seu foco principal.
A Central Sindical Popular (CSP-Conlutas) é um braço do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) que tem como objetivo encampar uma luta contra o mundial de futebol usando os trabalhadores ligados ao movimento sindical e social.
No último programa do partido, apresentado em rede nacional de rádio e TV, o Zé Maria, o eterno candidato a presidente dos revolucionários, afirmou: “A CSP-Conlutas e muitos outros movimento estão convidando você pra retomar as passeatas durante a Copa do Mundo...”. A tática, ao que parece, está dando certo.
Muitas entidades sindicais que representam os trabalhadores, tanto a nível estadual quanto nacional, estão sendo comandada por integrantes do PSTU.
O Andes/SN é filiado a central do PSTU. Mesmo sabendo que não existe a possibilidade de negociar reajuste por causa da lei eleitoral, algumas seções sindicais decidiram encarar essa empreitada maquinada estrategicamente pelos revolucionários.
O Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE), também filiado a central socialista, deflagrou a greve há mais de 30 dias. Dos 97 institutos federais pelo qual o sindicato representa técnicos e docentes, menos de 10% estão com suas atividades parcialmente paralisadas, ou seja, estão numa greve de faz de conta. Porém, o marketing feito da greve é macro.
A Fasubra não é filiada a CSP-Conlutas, mas tem na sua direção o fiel comandante mariano, Gibran Jordão, que se articular com os coletivos  com o objetivo de traçar estratégia de luta.
Toda essa greve está sendo conduzida pelos militantes destes grupos e grande maioria dos integrantes do CNG são ligados a eles, com isso o movimento paredista alcançam resultados pré-determinados pela majoritária.
Essa semana a greve poderá chegar ao seu fim, vai depender das negociações entre a majoritária (Frente Base, Vamos à Luta, Unidos, PSLivre) e a oposição (Tribo, Ressignificar e Independentes).
Fonte: Ufalsindical

A reitoria da Ufal teve seus acessos isolados por cadeiras e faixas

Seguindo orientação do Comando Nacional de Greve (CNG) da Federação de Sindicatos dos Trabalhadores em Universidades Brasileiras (FASUBRA) as reitorias das universidades federais estão sendo ocupadas a partir de hoje como forma de protesto pala falta de diálogo com o governo federal.
Na Universidade Federal de Alagoas (UFAL), o Comando Geral de Greve (CGG) do Sindicato dos Trabalhadores da Ufal (SINTUFAL), tendo sua estratégia de ocupação publicada AQUI informando que seria na terça-feira (27), os comandantes decidiram fazer o protesto nesta quarta-feira (28).
Pela madrugada de hoje, um grupo de grevistas entraram na universidade com a intenção de ocupar a reitoria, mas os planos foram frustrados, pois apenas um grupo de pouco mais de 20 pessoas compareceram para executar a ação, ao invés de ocuparem, o grupo isolou as áreas que dão acesso ao prédio da reitoria, com cadeiras, faixas e arame farpado.
Segundo um dos integrantes do movimento grevista, a ocupação não é possível porque os estudantes não vieram para dar apoio conforme combinado, ou seja, o número insuficiente de manifestantes levaram os comandantes a apenas isolarem a área com cadeiras e fitas.
Os servidores que estão chegando para trabalhar estão sendo orientados a retornarem para as suas casas, pois na reitoria não terá expediente no dia de hoje.
Logo mais terá a Assembleia Geral de Greve, onde o Coordenador Geral, Emerson Oliveira, que está em plena campanha para o Conselho Universitário (CONSUNI/UFAL), terá, mais uma vez, um palco montado para ele fazer a sua explanação sobre o que ocorreu nos quinze dias que esteve no CNG/FASUBRA.
Ainda na sessão, contará com a presença da assessoria jurídica do sindicato, onde serão abordados, temas como estágio "PRECATÓRIO" e legislação de greve.
Fonte: Ufalsindical

Lideranças da majoritária da Fasubra estudam a saída da greve

A estratégia maquinada pela Central Sindical Popular (CSP-Conlutas) através de seus dirigentes espalhados nas entidades representativas dos servidores públicos federal, em derrotar o governo com a greve das várias categorias, foi frustrada, pois a grande maioria dos servidores não aderiu ao movimento paredista, tornando inviável para as lideranças revolucionárias paralisarem as atividades nos órgãos e repartições do governo.  
Como não conseguiram levar o movimento SPF’s a frente, investiram numa greve da educação, e para isso contaram com contaram com apoio total do correligionário, Gibran Jordão, coordenador geral da Federação de Sindicatos dos Trabalhadores em Universidades Brasileiras (FASUBRA) que lidera um grupo de esquerda dentro da federação.
O jovem Jordão, juntamente com o Luiz Antônio, eterno líder do coletivo Vamos à Luta (VAL), e também teve a colaboração do Rolando Malvásio (PSLivre), formaram o trio "imbatível", eles se tornaram os principais articuladores da greve dos técnico-administrativos da Fasubra. São essas as cabeças pensantes que influenciaram o coordenador geral à assumir uma posição de líder da majoritária dentro da federação, também são eles que ditam o ritmo da greve persuadindo sua militância a radicalizar ou não, durante a greve.
Depois da derrota sofrida, graças ao Gibram Jordão e seus pupilos, a greve está passando pela fase terminal, pois todas as estratégias utilizadas pelo Comando Nacional de Greve (CNG), como tentativas de forçar o governo a negociar, não surtiram efeito algum, causando um desestimulo total nas bases.
Preocupado e prevendo a morte do movimento, o Gibran se reuniu nesta segunda-feira (26) com os representantes do Sindicato Nacional dos Docentes (ANDES/SN) e do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE), como pauta, a saída da greve.
A proposta apresentada pela representação da CSP-Conlutas e defendida pelo Luiz Antônio (VAL) e outros, é uma saída da greve sem nenhum ganho para a categoria, mesmo a proposta apresentada pelo governo, foi descartada pelos revolucionários, sob a alegação de que, se aceitarem, assinarão o atestado de irresponsáveis, pois concordarão com a tese defendida pela oposição (Tribo, Ressignificar e Independentes), que o tempo todo defenderam e defendem o debate em torno do Oficio nº 56/2014-GB/SESu/MEC, como um grande avanço para categoria, mesmo com outros pontos de pauta terem ficado de fora.
Os camaradas sabem que só a companheirada da oposição tem condições de trazer de volta a proposta do governo, mas se isso acontecer a majoritária se enfraquecerá politicamente, pois estaria dando razão aos que eles consideram de pelegos.
Nesse jogo de correr o bicho pega e se ficar o come, a categoria poderá sair mais uma vez de uma greve, como em 2011, com uma mão atrás e a outra na frente, ou seja, com nada.
Fonte: Ufalsindical

Greve de técnicos de federais não paralisou universidades, diz reitor

O presidente da Andifes (associação de reitores das federais), Jesualdo Farias, afirmou na quarta-feira (21) que a paralisação de técnicos-administrativos nas universidades não tem "adesão massiva" e "não conseguiu paralisar" as atividades. Os servidores iniciaram a greve há pouco mais de dois meses e reivindicam mudanças na carga horária de trabalho e reajuste salarial, entre outras demandas. Reitor da Universidade Federal do Ceará, Farias afirmou que este "não é um momento para greve". Na manhã da quarta, uma comissão de reitores das universidades se encontrou com a presidente Dilma Rousseff.
Na presença do ministro Henrique Paim (Educação), o grupo entregou uma carta à presidente, onde solicita um novo plano para as instituições, em moldes semelhantes ao Reuni (Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais), lançado em 2007. "Não faz sentido ter uma greve, já que o acordo pressupõe as negociações até que 2015 chegue e aí sim [pode ser proposta] uma nova pauta", afirmou o reitor. Em 2012, servidores das universidades federais paralisaram as atividades e receberam um reajuste escalonado, entre 2013 e 2015.
A Fasubra (Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras) argumenta que o reajuste de 15,8% ao longo dos três anos já não cobrirá a inflação do período. "Os reitores não concordam [com as reivindicações], então não há nem negociação", disse o presidente da Andifes. "HORA DA CONSOLIDAÇÃO" A entidade entregou uma carta à presidente com sugestões para um novo plano para as universidades, para um prazo de dez anos. Entre as sugestões estão parceria com universidades estrangeiras, mobilidade de docentes de pós-graduação e incremento da educação a distância.
"Nem todas as dificuldades puderam ser resolvidas na última década, sobretudo devido ao passivo de infraestrutura e pessoal. É indispensável uma política permanente para consolidar os novos cursos, os novos campi e as novas instituições, com o propósito de dar continuidade ao crescimento quantitativo e qualitativo do ensino superior no país", diz o documento. Segundo o texto, esta é a "hora da consolidação" das medidas adotadas anteriormente, quando houve forte expansão de vagas nas federais e interiorização de campi. 
Fonte: TNonline

CGG/SINTUFAL planeja ocupação da reitoria da Ufal

A greve dos Técnico-Administrativos em Educação (TAE’s) entra no seu 71º dia sem atingir o seu objetivo principal que era forçar o governo federal a abrir negociação com a categoria, essa possibilidade já descartada pelo próprio governo em reunião realizada na última segunda-feira (19).
Os sindicatos de base, filiados a Federação de Sindicatos dos Trabalhadores em Universidades Brasileiras (FASUBRA), tem encontrado dificuldade para encaminhar a saída da greve porque em período de movimento paredista os comandos de greve dirigem as ações nas entidades.
Para alguns dirigentes, o simples fato de propor uma alternativa para a suspensão da greve, é o mesmo que decretar seu lixamento político pelos comandantes que geralmente são servidores ligados a partidos de ultra-esquerda (PSTU, PSOL, PCO, PCB...) que têm um único objetivo, confronto político-partidário contra o governo.
O Comando Geral de Greve (CGG) do Sindicato da Universidade Federal de Alagoas (SINTUFAL) segue o mesmo retrospecto dos demais comandos espalhados nas 39 IFES que aderiram ao movimento grevista, as estratégias de luta são coordenadas pelo CNG/FASUBRA que na sua maioria é composto por integrantes dos siglas revolucionários.
Por determinação dos comandantes fasubrianos, essa semana será marcada por fortes protestos e ocupações das reitorias das universidades federais. Na Ufal essa estratégia está sendo planejada pelo Sintufal que mais uma vez contará com a participação dos membros do Diretório Central dos Estudantes (DCE/UFAL) e da militância da Assembleia Nacional dos Estudantes Livre (ANEL), pois os poucos servidores que estavam na greve, já abandonaram.
A tática que vão utilizar para ocupar a reitoria é mais um exercício de guerra contra a administração central da Ufal, e tem como alvo o Reitor, Eurico Lobo. Toda movimentação está programada para ser iniciada na madrugada desta  terça-feira (27).
Segundo informações de bastidores, o protesto vai ter como foco principal a implantação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) que já é um fato consumado da Ufal, como também o patrulhamento da Ufal pela Polícia Militar de Alagoas (PMAL) esses serão os argumentos utilizados para justificar a ação revolucionária.
O grau de desespero dos Coordenadores: Emerson Oliveira, Jeamerson Santos e Nadja Lopes, alcançaram patamares próximos a insanidade. O Diretor de Divisão Administrativa da Biblioteca Central da Ufal, Evilázio Freire e seu fiel escudeiro e militante do CSP-Conlutas/PSTU, Davi Fonseca, completam o escrete vermelho dentro da universidade.
Para o ex-dirigente do Sintufal, Moyses Ferreira, “os citados comandantes mentiram descaradamente para a categoria, afirmando que seria possível, mesmo com o acordo de greve assinado em 2012, o reajuste para este ano, e por nenhum momento, eles colocaram para discussão com os trabalhadores da base, a proposta apresentada pelo governo”. Afirmou o Ferreira.
Se a ocupação vai ocorrer, saberemos logo mais.
Fonte: Ufalsindical

Derrota da greve da Fasubra tem um nome, Gibran Jordão (CSP-Conlutas)

O Comando Nacional de Greve (CNG) da Federação de Sindicatos dos Trabalhadores em Universidades Brasileiras (FASUBRA), depois da última segunda-feira (19) quando o governo se pronunciou contrário aos pleitos da categoria, se reuniu no dia seguinte (terça-feira 20) para tentar encontrar explicação para o fracasso. Porém, nenhum dos coletivos, até agora, reconheceu a derrota, nem tão pouco, discutem uma possível saída da greve.
Mesmo diante da impossibilidade de negociação com o governo, os comandantes decidiram continuar a greve e ao mesmo tempo orientaram suas bases a intensificar a mobilização com radicalização.
Sem mais o que fazer no CNG, o líder da majoritária, Gibran Jordão (CSP-Conlutas) viaja pelo país numa tentativa desesperada de tentar fazer com que os sindicatos geridos pelos seus correligionários conquistem pelo menos vitórias em suas pautas locais.
A correria do Jordão tem um nome, desespero. A camarada é o grande responsável por essa desmoralização do movimento paredista da Fasubra, foi ele quem primeiro propôs uma greve com o conjunto dos SPF’s, com a greve unificada descartada, recuou porque os sindicatos ligados a sua central (CSP-Conlutas) o deixaram na mão.
Depois desse vexame, ele propôs a categoria que a greve fosse somente da Fasubra sob o argumento de que teria uma greve da educação federal (Andes, Fasubra, Sinasefe) e que pela primeira vez na história, professores e técnicos marchariam juntos, mas até agora se espera por esse momento.
Sem perspectiva para sua empreitada, na primeira reunião entre o governo e a Fasubra, realizada no mês de fevereiro, o revolucionário apelou para os negociadores governistas com as seguintes palavras: “Gostaríamos de dialogar... sobre a possibilidade concreta e real algum ganho, de alguma negociação com ganho pra categoria em relação a esses grupo de trabalho, seja nesses que tenham algum impacto financeiro, seja nos grupos de trabalho que na nossa opinião não tenha impacto financeiro... se a gente conseguisse avançar nisso, a gente evitaria, inclusive o conflito que está estabelecido...”. Mas quando o governo apresentou sua proposta a categoria (Oficio nº 56/2014-GB/SESu/MEC) o CSP-Conlutas, Vamos à Luta, Unidos e PSLivre, se posicionaram contra o documento.
Na proposta, apesar de alguns pleitos não terem sido comtemplados, ela em si não poderia ter sido desprezada, até porque houve avanços, principalmente na proposta da paridade no processo de escolha para reitor de universidades, ou seja, a democratização nas IFES.
A oposição na federação, que é composta pelos coletivos: Tribo, Ressignificar e Independentes, defenderam esse e os demais avanços na proposta do MEC.
No IGMar-05 da Fasubra, além do ofício do governo, podem ser vistos as teses da majoritária e da oposição.
Logo depois que as posições dos coletivos terem sido “apreciadas” pela categoria, a federação emitiu o Ofício 050/2014-SEC, onde alegou que as bases rejeitaram a proposta em suas assembleias, inclusive no citado documento fasubriano, chama de insuficiente o que foi apresentado pelo MEC e também afirma categoricamente que não existem garantias de cumprimentos.
Perguntas que não querem calar: Com a negativa do governo, até quando essa greve vai se estender?  
Fonte: Ufalsindical

Comunidade acadêmica apoia presença da PM e reitor descarta guarda universitária

As rondas da Polícia Militar pelo Campus A.C. Simões, em Maceió, completaram uma semana e continuam sendo foco de debates entre a comunidade acadêmica. O reitor Eurico Lôbo está tranquilo em relação à decisão tomada e recebe apoio de muitos estudantes que se manifestaram por meio de redes sociais. O pedido de interferência do Estado foi motivado por uma série de ocorrências que deixaram um clima de insegurança no Campus.
“O Estado atendeu de imediato, estamos com rondas e com a cavalaria. O que a gente quer é que a comunidade possa transitar aqui dentro, possa estudar, possa fazer seus trabalhos de pesquisa com tranquilidade. É evidente que esse processo de crescimento da insegurança e da violência é nacional e, para isso, é mais do que necessário que a universidade esteja atenta”, declarou o reitor Eurico Lôbo.
A gestão central da Ufal está unificada para tratar do problema da insegurança. A Pró-reitoria de Gestão Institucional (Proginst) está cumprindo uma série de medidas preventivas como poda de árvores, ampliação da iluminação e parceria com a Prefeitura de Maceió no que diz respeito à estrutura do entorno do Campus A.C. Simões.
O reitor explica também que a função de guarda universitária foi extinta do quadro de servidores das instituições de ensino e está deixando de existir gradativamente nas universidades que ainda possuem. Portanto, a presença da PM no ambiente acadêmico é comum em muitos campi, a exemplo das universidades federais de Pernambuco (UFPE), de Minas Gerais (UFMG), do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade de São Paulo (USP).
Todos os dias circulam cerca de 30 mil pessoas na Ufal e até o final do mês de maio 118 estudantes passarão a morar na Residência Universitária (RUA). De acordo com o reitor, as medidas de segurança estão sendo tomadas pensando no bem estar dessa comunidade e novos pedidos deverão ser feitos, junto ao governo do Estado. “A solicitação nossa é para que tenhamos um posto permanente da polícia dentro da universidade”, ressaltou Lôbo. Por enquanto, as rondas das viaturas da PM e da Cavalaria estão sendo realizadas diariamente à tarde e à noite.
A estudante do terceiro período do curso de Pedagogia, Larissa Nogueira, diz que é a favor da Polícia Militar no Campus. “Estou me sentindo mais segura, até porque, muitas vezes eu fico sozinha por aqui, no ponto de ônibus, então, isso é um fator de maior segurança”, comentou. Já a aluna do mestrado de economia, Laís Silva Santos, conta que a rotina mudou depois da presença dos policiais. “Eu acho bom porque a gente não tinha segurança nem aqui dentro nem fora, então, pelo menos agora fica mais tranquilo pra poder circular”, desabafou.
Fonte: Ascom Ufal

SINTUFAL - Assembleia com clima de velório

O Comando Geral de Greve (CGG) do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Alagoas (SINTUFAL) realizou a assembleia de greve na terça-feira (20) no auditório da reitoria. Poucos servidores estiveram presentes, pois já sabiam do resultado da reunião com o governo, os poucos que participaram não esconderam a decepção, dava pra ver nos seus semblantes.
Na sessão foi avaliado o vexame da última quinta feira (15), onde os camandantes participaram de um protesto contra a Copa do Mundo e contra a presença da Polícia Militar de Alagoas no Campus A. C. Simoes, movimento este patrocinado com o dinheiros do Fundo de Greve. Também foi avaliado o fiasco que foi a tentativa de fechamento dos portões da Ufal, tanto na capital quanto no interior, na segunda-feira (19).
Outro tema abordado foi a derrota do movimento paredista perante a negativa do governo aos pleitos da categoria. Os revolucionários tentaram encontrar uma explicação para a posição do governo, pois eles acreditavam que a força da greve iria pressionar o Palácio do Planalto a ceder e aceitar negociar, fato que não ocorreu.
Na opotunidade a camandante Giselli Sovi, a coordenadora Nadja Lopes e o coordenador Jemerson Santos, foram foram escalados para substituir o coordenador Emerson Oliveira. Desta vez o número de turistas sindicais aumentou por causa da derrota no MPOG.
Quem sabe com a ida deste reforço para o Comando Nacional de Greve (CNG) o governo possa se sentir acuado e possa negociar de fato negociar, afirmou, ironizando, o ex-dirigente do Sintufal, Moyses Ferreira.

Fonte: Ufalsindical

SINTUFAL - O Emerson ordenou, mas os portões da Ufal não foram fechados

O Comando Geral de Greve (CGG) do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Alagoas (SINTUFAL) se reuniu na última sexta-feira (16) pela manhã, e ficou acertado a ida de um grupo de comandantes para Arapiraca para atender uma demanda dos estudantes daquele campus, pois eles solicitaram ajuda do sindicato.
A estratégia do movimento estudantil arapiraquense era fazer um protesto em frente a universidade com o objetivo de chamar a atenção da imprensa local para que as autoridades constituídas se sensibilizasse e resolvesse o problemas.
O Emerson Oliveira, coordenador geral do sindicato, ligou na sexta-feira a noite para alguns comandantes mandando que eles radicalizassem e exigiu que os portões que dão acesso ao Campus A. C. Simões fossem fechados a todo custo, pois na segunda-feira (19) o governo iria se reunir com o CNG para dar a resposta.
A Coordenadora de Finanças, Nadja Lopes, ficou encarregada de se articular com todo o comando e mobilizar a categoria, a ideia era radicalizar mesmo, até as pessoas a pé seriam impedidas de entrar na Ufal.
Todo o final de semana foi dedicado para planejar o fechamento total da Ufal. A opinião dividiu os membros do CGG, pois discordaram da estratégia do Emerson e da posição adotada pela Lopes. Mesmo diante das discordâncias a coordenadora seguiu a risca as instruções do turista sindical.
Na segunda-feira (19), dia em que os portões da Ufal seriam fechados conforme ordem expressa do Oliveira, só a Nadja apareceu para colocar em prática o plano dele, e mais ninguém, até que ela tentou, mas fracassou.
Em Arapiraca do mesmo jeito, nada aconteceu, os comandantes foram apenas passear, ou seja, foi um dia perdido, primeiro por não terem conseguido atingir os objetivos e segundo por terem recebido do governo a negativa em relação aos pleitos.
O que acontecerá daqui pra frente?
Fonte: Ufalsindical

CNG/FASUBRA discute a derrota para o governo e decide pela continuidade da greve


O CNG/FASUBRA se reunião na tarde desta terça-feira (20) para avaliar a atual conjuntura instalada com a negativa do governo aos pleitos da categoria.
A maioria dos comandantes defendeu a continuidade da greve com a intensificação e radicalização do movimento grevista para tentar forçar o governo a abrir negociação efetiva.
A resposta do governo ao CNG/FASUBRA deixou alguns comandantes indignados por acreditar que essa posição é uma afronta ao movimento paredista fasubriano, muitos defendem a continuidade da greve com a intensificação da luta até o governo ceder as reivindicações da categoria.
Os camaradas da majoritária acreditam que ainda podem reverter essa posição do governo e levar a categoria a obter resultado favorável diante das reivindicações.
O Frente Base (CSP-Conlutas), força política do Coordenador Geral, Gibran Jordão, foi a primeira a se pronunciar sobre a derrota que a categoria sofreu para o governo, e afirmou: “...Que nos marcos do cenário político desenhado..., mesmo conscientes que precisamos escalar uma “montanha de intransigência” para conseguirmos abrir um processo de negociação, está colocado para a militância da FASUBRA a tarefa de não recuar...”. Essa posição não é a mesma defendida pelos demais grupos.
Segundo informações de bastidores, os militantes da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) acreditam que saindo da greve aumentam as chances de investir no reajuste dos benefícios, ou talvez, ainda se encontre tempo para rever a proposta apresentada pelo governo, só assim a derrota poderá ser amenizada.
O CNG/FASUBRA se reunião na tarde desta terça-feira (20) para avaliar a atual conjuntura instalada com a negativa do governo aos pleitos da categoria.
A maioria dos comandantes defendeu a continuidade da greve com a intensificação e radicalização do movimento grevista para tentar forçar o governo a abrir negociações efetivas.
Para o Moyses Ferreira, ex-dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Alagoas (SINTUFAL), ele afirmou que essa greve nunca deveria ter sido deflagrada, pois o acordo de greve assinado em 2012 acorrentou o movimento paredista até 2015.
Segundo o Ferreira: “Nessa altura da greve, os revolucionários devem está buscando um culpado para essa derrota vergonhosa, mas não tem como negar, nossa categoria foi persuadida a aceitar a proposta deles, pois acreditaram que mesmo com um acordo assinado, seria possível ter reajuste salarial, tudo mentira”. Afirmou o ex-dirigente.
A decisão tomada hoje pelo CNG não é uma ordem, é apenas uma recomendação, pois as assembleias das várias bases espalhadas por todo e que decidirão se continuam ou não.
Fonte: Ufalsindical