domingo, 1 de junho de 2014

CGG/SINTUFAL planeja ocupação da reitoria da Ufal

A greve dos Técnico-Administrativos em Educação (TAE’s) entra no seu 71º dia sem atingir o seu objetivo principal que era forçar o governo federal a abrir negociação com a categoria, essa possibilidade já descartada pelo próprio governo em reunião realizada na última segunda-feira (19).
Os sindicatos de base, filiados a Federação de Sindicatos dos Trabalhadores em Universidades Brasileiras (FASUBRA), tem encontrado dificuldade para encaminhar a saída da greve porque em período de movimento paredista os comandos de greve dirigem as ações nas entidades.
Para alguns dirigentes, o simples fato de propor uma alternativa para a suspensão da greve, é o mesmo que decretar seu lixamento político pelos comandantes que geralmente são servidores ligados a partidos de ultra-esquerda (PSTU, PSOL, PCO, PCB...) que têm um único objetivo, confronto político-partidário contra o governo.
O Comando Geral de Greve (CGG) do Sindicato da Universidade Federal de Alagoas (SINTUFAL) segue o mesmo retrospecto dos demais comandos espalhados nas 39 IFES que aderiram ao movimento grevista, as estratégias de luta são coordenadas pelo CNG/FASUBRA que na sua maioria é composto por integrantes dos siglas revolucionários.
Por determinação dos comandantes fasubrianos, essa semana será marcada por fortes protestos e ocupações das reitorias das universidades federais. Na Ufal essa estratégia está sendo planejada pelo Sintufal que mais uma vez contará com a participação dos membros do Diretório Central dos Estudantes (DCE/UFAL) e da militância da Assembleia Nacional dos Estudantes Livre (ANEL), pois os poucos servidores que estavam na greve, já abandonaram.
A tática que vão utilizar para ocupar a reitoria é mais um exercício de guerra contra a administração central da Ufal, e tem como alvo o Reitor, Eurico Lobo. Toda movimentação está programada para ser iniciada na madrugada desta  terça-feira (27).
Segundo informações de bastidores, o protesto vai ter como foco principal a implantação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) que já é um fato consumado da Ufal, como também o patrulhamento da Ufal pela Polícia Militar de Alagoas (PMAL) esses serão os argumentos utilizados para justificar a ação revolucionária.
O grau de desespero dos Coordenadores: Emerson Oliveira, Jeamerson Santos e Nadja Lopes, alcançaram patamares próximos a insanidade. O Diretor de Divisão Administrativa da Biblioteca Central da Ufal, Evilázio Freire e seu fiel escudeiro e militante do CSP-Conlutas/PSTU, Davi Fonseca, completam o escrete vermelho dentro da universidade.
Para o ex-dirigente do Sintufal, Moyses Ferreira, “os citados comandantes mentiram descaradamente para a categoria, afirmando que seria possível, mesmo com o acordo de greve assinado em 2012, o reajuste para este ano, e por nenhum momento, eles colocaram para discussão com os trabalhadores da base, a proposta apresentada pelo governo”. Afirmou o Ferreira.
Se a ocupação vai ocorrer, saberemos logo mais.
Fonte: Ufalsindical

Derrota da greve da Fasubra tem um nome, Gibran Jordão (CSP-Conlutas)

O Comando Nacional de Greve (CNG) da Federação de Sindicatos dos Trabalhadores em Universidades Brasileiras (FASUBRA), depois da última segunda-feira (19) quando o governo se pronunciou contrário aos pleitos da categoria, se reuniu no dia seguinte (terça-feira 20) para tentar encontrar explicação para o fracasso. Porém, nenhum dos coletivos, até agora, reconheceu a derrota, nem tão pouco, discutem uma possível saída da greve.
Mesmo diante da impossibilidade de negociação com o governo, os comandantes decidiram continuar a greve e ao mesmo tempo orientaram suas bases a intensificar a mobilização com radicalização.
Sem mais o que fazer no CNG, o líder da majoritária, Gibran Jordão (CSP-Conlutas) viaja pelo país numa tentativa desesperada de tentar fazer com que os sindicatos geridos pelos seus correligionários conquistem pelo menos vitórias em suas pautas locais.
A correria do Jordão tem um nome, desespero. A camarada é o grande responsável por essa desmoralização do movimento paredista da Fasubra, foi ele quem primeiro propôs uma greve com o conjunto dos SPF’s, com a greve unificada descartada, recuou porque os sindicatos ligados a sua central (CSP-Conlutas) o deixaram na mão.
Depois desse vexame, ele propôs a categoria que a greve fosse somente da Fasubra sob o argumento de que teria uma greve da educação federal (Andes, Fasubra, Sinasefe) e que pela primeira vez na história, professores e técnicos marchariam juntos, mas até agora se espera por esse momento.
Sem perspectiva para sua empreitada, na primeira reunião entre o governo e a Fasubra, realizada no mês de fevereiro, o revolucionário apelou para os negociadores governistas com as seguintes palavras: “Gostaríamos de dialogar... sobre a possibilidade concreta e real algum ganho, de alguma negociação com ganho pra categoria em relação a esses grupo de trabalho, seja nesses que tenham algum impacto financeiro, seja nos grupos de trabalho que na nossa opinião não tenha impacto financeiro... se a gente conseguisse avançar nisso, a gente evitaria, inclusive o conflito que está estabelecido...”. Mas quando o governo apresentou sua proposta a categoria (Oficio nº 56/2014-GB/SESu/MEC) o CSP-Conlutas, Vamos à Luta, Unidos e PSLivre, se posicionaram contra o documento.
Na proposta, apesar de alguns pleitos não terem sido comtemplados, ela em si não poderia ter sido desprezada, até porque houve avanços, principalmente na proposta da paridade no processo de escolha para reitor de universidades, ou seja, a democratização nas IFES.
A oposição na federação, que é composta pelos coletivos: Tribo, Ressignificar e Independentes, defenderam esse e os demais avanços na proposta do MEC.
No IGMar-05 da Fasubra, além do ofício do governo, podem ser vistos as teses da majoritária e da oposição.
Logo depois que as posições dos coletivos terem sido “apreciadas” pela categoria, a federação emitiu o Ofício 050/2014-SEC, onde alegou que as bases rejeitaram a proposta em suas assembleias, inclusive no citado documento fasubriano, chama de insuficiente o que foi apresentado pelo MEC e também afirma categoricamente que não existem garantias de cumprimentos.
Perguntas que não querem calar: Com a negativa do governo, até quando essa greve vai se estender?  
Fonte: Ufalsindical

Comunidade acadêmica apoia presença da PM e reitor descarta guarda universitária

As rondas da Polícia Militar pelo Campus A.C. Simões, em Maceió, completaram uma semana e continuam sendo foco de debates entre a comunidade acadêmica. O reitor Eurico Lôbo está tranquilo em relação à decisão tomada e recebe apoio de muitos estudantes que se manifestaram por meio de redes sociais. O pedido de interferência do Estado foi motivado por uma série de ocorrências que deixaram um clima de insegurança no Campus.
“O Estado atendeu de imediato, estamos com rondas e com a cavalaria. O que a gente quer é que a comunidade possa transitar aqui dentro, possa estudar, possa fazer seus trabalhos de pesquisa com tranquilidade. É evidente que esse processo de crescimento da insegurança e da violência é nacional e, para isso, é mais do que necessário que a universidade esteja atenta”, declarou o reitor Eurico Lôbo.
A gestão central da Ufal está unificada para tratar do problema da insegurança. A Pró-reitoria de Gestão Institucional (Proginst) está cumprindo uma série de medidas preventivas como poda de árvores, ampliação da iluminação e parceria com a Prefeitura de Maceió no que diz respeito à estrutura do entorno do Campus A.C. Simões.
O reitor explica também que a função de guarda universitária foi extinta do quadro de servidores das instituições de ensino e está deixando de existir gradativamente nas universidades que ainda possuem. Portanto, a presença da PM no ambiente acadêmico é comum em muitos campi, a exemplo das universidades federais de Pernambuco (UFPE), de Minas Gerais (UFMG), do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade de São Paulo (USP).
Todos os dias circulam cerca de 30 mil pessoas na Ufal e até o final do mês de maio 118 estudantes passarão a morar na Residência Universitária (RUA). De acordo com o reitor, as medidas de segurança estão sendo tomadas pensando no bem estar dessa comunidade e novos pedidos deverão ser feitos, junto ao governo do Estado. “A solicitação nossa é para que tenhamos um posto permanente da polícia dentro da universidade”, ressaltou Lôbo. Por enquanto, as rondas das viaturas da PM e da Cavalaria estão sendo realizadas diariamente à tarde e à noite.
A estudante do terceiro período do curso de Pedagogia, Larissa Nogueira, diz que é a favor da Polícia Militar no Campus. “Estou me sentindo mais segura, até porque, muitas vezes eu fico sozinha por aqui, no ponto de ônibus, então, isso é um fator de maior segurança”, comentou. Já a aluna do mestrado de economia, Laís Silva Santos, conta que a rotina mudou depois da presença dos policiais. “Eu acho bom porque a gente não tinha segurança nem aqui dentro nem fora, então, pelo menos agora fica mais tranquilo pra poder circular”, desabafou.
Fonte: Ascom Ufal

SINTUFAL - Assembleia com clima de velório

O Comando Geral de Greve (CGG) do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Alagoas (SINTUFAL) realizou a assembleia de greve na terça-feira (20) no auditório da reitoria. Poucos servidores estiveram presentes, pois já sabiam do resultado da reunião com o governo, os poucos que participaram não esconderam a decepção, dava pra ver nos seus semblantes.
Na sessão foi avaliado o vexame da última quinta feira (15), onde os camandantes participaram de um protesto contra a Copa do Mundo e contra a presença da Polícia Militar de Alagoas no Campus A. C. Simoes, movimento este patrocinado com o dinheiros do Fundo de Greve. Também foi avaliado o fiasco que foi a tentativa de fechamento dos portões da Ufal, tanto na capital quanto no interior, na segunda-feira (19).
Outro tema abordado foi a derrota do movimento paredista perante a negativa do governo aos pleitos da categoria. Os revolucionários tentaram encontrar uma explicação para a posição do governo, pois eles acreditavam que a força da greve iria pressionar o Palácio do Planalto a ceder e aceitar negociar, fato que não ocorreu.
Na opotunidade a camandante Giselli Sovi, a coordenadora Nadja Lopes e o coordenador Jemerson Santos, foram foram escalados para substituir o coordenador Emerson Oliveira. Desta vez o número de turistas sindicais aumentou por causa da derrota no MPOG.
Quem sabe com a ida deste reforço para o Comando Nacional de Greve (CNG) o governo possa se sentir acuado e possa negociar de fato negociar, afirmou, ironizando, o ex-dirigente do Sintufal, Moyses Ferreira.

Fonte: Ufalsindical

SINTUFAL - O Emerson ordenou, mas os portões da Ufal não foram fechados

O Comando Geral de Greve (CGG) do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Alagoas (SINTUFAL) se reuniu na última sexta-feira (16) pela manhã, e ficou acertado a ida de um grupo de comandantes para Arapiraca para atender uma demanda dos estudantes daquele campus, pois eles solicitaram ajuda do sindicato.
A estratégia do movimento estudantil arapiraquense era fazer um protesto em frente a universidade com o objetivo de chamar a atenção da imprensa local para que as autoridades constituídas se sensibilizasse e resolvesse o problemas.
O Emerson Oliveira, coordenador geral do sindicato, ligou na sexta-feira a noite para alguns comandantes mandando que eles radicalizassem e exigiu que os portões que dão acesso ao Campus A. C. Simões fossem fechados a todo custo, pois na segunda-feira (19) o governo iria se reunir com o CNG para dar a resposta.
A Coordenadora de Finanças, Nadja Lopes, ficou encarregada de se articular com todo o comando e mobilizar a categoria, a ideia era radicalizar mesmo, até as pessoas a pé seriam impedidas de entrar na Ufal.
Todo o final de semana foi dedicado para planejar o fechamento total da Ufal. A opinião dividiu os membros do CGG, pois discordaram da estratégia do Emerson e da posição adotada pela Lopes. Mesmo diante das discordâncias a coordenadora seguiu a risca as instruções do turista sindical.
Na segunda-feira (19), dia em que os portões da Ufal seriam fechados conforme ordem expressa do Oliveira, só a Nadja apareceu para colocar em prática o plano dele, e mais ninguém, até que ela tentou, mas fracassou.
Em Arapiraca do mesmo jeito, nada aconteceu, os comandantes foram apenas passear, ou seja, foi um dia perdido, primeiro por não terem conseguido atingir os objetivos e segundo por terem recebido do governo a negativa em relação aos pleitos.
O que acontecerá daqui pra frente?
Fonte: Ufalsindical

CNG/FASUBRA discute a derrota para o governo e decide pela continuidade da greve


O CNG/FASUBRA se reunião na tarde desta terça-feira (20) para avaliar a atual conjuntura instalada com a negativa do governo aos pleitos da categoria.
A maioria dos comandantes defendeu a continuidade da greve com a intensificação e radicalização do movimento grevista para tentar forçar o governo a abrir negociação efetiva.
A resposta do governo ao CNG/FASUBRA deixou alguns comandantes indignados por acreditar que essa posição é uma afronta ao movimento paredista fasubriano, muitos defendem a continuidade da greve com a intensificação da luta até o governo ceder as reivindicações da categoria.
Os camaradas da majoritária acreditam que ainda podem reverter essa posição do governo e levar a categoria a obter resultado favorável diante das reivindicações.
O Frente Base (CSP-Conlutas), força política do Coordenador Geral, Gibran Jordão, foi a primeira a se pronunciar sobre a derrota que a categoria sofreu para o governo, e afirmou: “...Que nos marcos do cenário político desenhado..., mesmo conscientes que precisamos escalar uma “montanha de intransigência” para conseguirmos abrir um processo de negociação, está colocado para a militância da FASUBRA a tarefa de não recuar...”. Essa posição não é a mesma defendida pelos demais grupos.
Segundo informações de bastidores, os militantes da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) acreditam que saindo da greve aumentam as chances de investir no reajuste dos benefícios, ou talvez, ainda se encontre tempo para rever a proposta apresentada pelo governo, só assim a derrota poderá ser amenizada.
O CNG/FASUBRA se reunião na tarde desta terça-feira (20) para avaliar a atual conjuntura instalada com a negativa do governo aos pleitos da categoria.
A maioria dos comandantes defendeu a continuidade da greve com a intensificação e radicalização do movimento grevista para tentar forçar o governo a abrir negociações efetivas.
Para o Moyses Ferreira, ex-dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Alagoas (SINTUFAL), ele afirmou que essa greve nunca deveria ter sido deflagrada, pois o acordo de greve assinado em 2012 acorrentou o movimento paredista até 2015.
Segundo o Ferreira: “Nessa altura da greve, os revolucionários devem está buscando um culpado para essa derrota vergonhosa, mas não tem como negar, nossa categoria foi persuadida a aceitar a proposta deles, pois acreditaram que mesmo com um acordo assinado, seria possível ter reajuste salarial, tudo mentira”. Afirmou o ex-dirigente.
A decisão tomada hoje pelo CNG não é uma ordem, é apenas uma recomendação, pois as assembleias das várias bases espalhadas por todo e que decidirão se continuam ou não.
Fonte: Ufalsindical

NÃO! Foi a resposta do governo a FASUBRA


O Comando Nacional de Greve (CNG) da Federação de Sindicatos dos Trabalhadores em Universidades Brasileiras (FASUBRA) se reuniu ontem, segunda-feira (19) com Secretário de Relações de Trabalho do MPOG, Sérgio Mendonça e com o Paulo Speller, Secretário do SESu/MEC. A representação fasubriana estava ansiosa para ouvir qual seria a posição do governo em relação aos pleitos da categoria
A reunião começou no final da tarde, apenas sete comandantes puderam entrar no recinto, os demais ficaram fora do prédio do planejamento esperando notícias para enviarem para suas bases. A expectativa era grande, alguns se utilizaram de suas mandigas como forma de energizar o ambiente para dar tudo certo, mas isso adiantou porque o Mendonça foi categórico na resposta: "O governo não tem espaço no orçamento para oferecer nada, então a resposta é NÃO." Afirmou o secretário.
A resposta pegou a todos os grevistas de surpresa, pois acreditavam que o governo cederia depois da conversa que foi realizada com os representantes do CNG/FASUBRA, depois do ato no dia 7 de maio onde os caravaneiros bloquearam os acessos do ministério.
O clima de derrota tomou conta dos presentes, o que mais sentiu o peso foi o Coordenador Geral, Gibran Jordão. O camarada não estava acreditando no que estava ouvindo ali naquele momento, pois ele foi um dos combatentes mais dedicados em informar que essa greve estava forte e o governo pagaria um preço alto pela sua intransigência, e por várias vezes citou as pesquisas eleitoral como sendo o termômetro do movimento paredista da federação, responsável pelos números negativos obtidos pela presidenta.
Foi levantada a questão sobre a revogação da Lei nº 12.550/2011 que criou a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH). O Paulo Speller, foi firme na sua reposta: "A EBSERH é um projeto de governo, não adianta pressionar, ele não vai recuar”. E continuou a sua exposição: “Não há espaço para abrir negociação porque entendemos que já negociamos, inclusive negociamos no que foi possível”.
E suma, o governo vai enfrentar a greve em plena Copa do Mundo e não teme, está preparado para enfrentar o debate eleitoral sobre a educação, disse o secretário do MPOG.
A notícia da resposta do governo correu todo Brasil e hoje terá várias rodadas de assembleias nas diversas bases, onde os comandos de greves locais farão uma avaliação dessa nova conjuntura com os grevistas.
logo saberemos a posição de algumas bases, se continuam na greve ou abandonarão o movimento paredista.
Fonte: Ufalsindical

domingo, 18 de maio de 2014

Governo convoca a Fasubra para dar resposta aos pleitos da categoria

Nesta segunda (19/5) o Comando Nacional de Greve (CNG) da Federação de Sindicatos dos Trabalhadores em Universidades Brasileiras (FASUBRA), se reunirá com Secretário de Relações de Trabalho do MPOG, Sérgio Mendonça, para ouvir dele a resposta do governo sobre a pauta da categoria.
A reunião foi convocada pelo Sérgio, que havia solicitado a representação dos grevista na última reunião realizada no dia 7/5, um prazo até quinta-feira (22/5), porém ele se antecipou a data anunciada.
O SRT/MP pediu que a federação apresentasse sete nomes dos que estarão presentes nessa reunião. Segundo a solicitação, o limite é para facilitar e agilizar o diálogo entre as partes.
No CNG a expectativa é zero em relação a reajuste salarial, há uma pequena possibilidade de se obter algum ganho, mas ela é mínima, ou seja, não se espera nenhuma alteração em relação ao que já foi proposto pelo governo anteriormente.
Os líderes da majoritária fasubriana que instigaram a categoria a acreditar que ela conseguiria aumento este ano por ser ano de Copa do Mundo e eleição e que o governo não iria correr o risco de ver sua popularidade em baixa por causa da greve, hoje o discurso é outro.
A Tática encontrada pelo CNG para fugir do fracasso total nessa greve decidiu focar nas greves locais, principalmente no ponto de pauta que reivindica a institucionalização das 30 horas nas universidades que ainda não aprovaram a redução da carga horária, com essa medida a pauta nacional foi descartada por causa da pouca possibilidade de ser atendida.
Segunda-feira saberemos qual será o resultado dessa greve que desde o início afirmamos, que não iria prosperar por causa da assinatura do acordo de greve em 2012.
Vamos aguardar o resultado de qual será o impacto que a marcha causou ao governo.
Fonte: Ufalsindical

Movimento estudantil da Ufal se rebela contra o DCE e convoca Assembleia Geral

A manifestação realizada na última quinta-feira (15/5) em frente aos portões da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), onde os membros do Diretório Central dos Estudantes (DCE) e militantes da Assembleia Nacional dos Estudantes Livres (ANEL) fecharam os portões de acesso à universidade em protesto contra a Copa do Mundo e principalmente contra a presença da Polícia Militar no Campus A. C. Simões, causou revolta em toda comunidade universitária.
O evento intitulado 15M - Dia Internacional de Lutas contra a Copa, foi definido no início deste mês em um encontro organizado pela Associação Nacional dos Comitês Populares da Copa (Ancop), para denunciar violações de direitos humanos que ocorreram durante a preparação do Mundial.
As mobilizações ocorreram em 12 cidades brasileiras que levaram centenas de jovens as ruas, que além de protestarem contra o mundial da Fifa, eles também cobram a desmilitarização das polícias.
Ainda não se sabe porque o DCE, sem consultar sua base estudantil, decidiu aderir ao movimento e protestar contra uma medida apoiada por toda comunidade.
Os técnico-administrativos da Ufal, em greve desde o dia 20 de março, também não sabem explicar porque o Comando Geral de Greve (CGG) do Sindicato dos Trabalhadores da Ufal (SINTUFAL) patrocinou um evento que não faz parte do calendário de lutas da Fasubra.
Na rede social mais acessada do mundo (Facebook) os estudantes, professores e técnicos da Ufal, resolveram se contrapor ao DCE e criaram uma campanha de apoio a presença da PM na universidade, intitulada: movimento abaixo-assinado “QUEREMOS SIM O PATRULHAMENTO DA PM NA UFAL”. A iniciativa já rendeu mais de novecentas assinaturas e se espera chegar a muito mais.
Os favoráveis ao policiamento da Ufal estão convidando toda a comunidade universitária para uma assembleia geral, chamada pelo diretório para a próxima terça-feira (20), às 16 horas na Tenda Cultural, para tratar do assunto.
Essa assembleia promete ser histórica, pois poderá ser o início do movimento independente do DCE e SINTUFAL, pois essas entidades provaram que seus interesses estão acima dos interesses da coletividade.
O Blog Ufalsindical apoia essa luta e se coloca a disposição do movimento independente.
Fonte: Ufalsindical

SINTUFAL - Tiro no pé deixou entidade sem rumo

A matéria publicada AQUI sobre o patrocínio do Sintufal ao ato convocado pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) causou indignação a toda comunidade universitária que defende a presença da Polícia Militar (PM) dentro do Campus A. C. Simões.
No ato realizado na ultima quinta-feira (15/5), onde os membros do DCE e militantes da Assembleia Nacional dos Estudantes Livres (ANEL) fecharam os portões de acesso a Universidade Federal de Alagoas (UFAL), eles deixaram claro que são contra a presença da força policial na universidade, mas essa posição é questionável.
Segundo informações de bastidores, o diretório assumiu essa postura, contrária a PM, sem consultar os estudantes de sua base, que na grande maioria apoiam a decisão do reitor Eurico Lobo, por ter solicitado da Secretaria de defesa Social, o patrulhamento permanente de policiais no campus.
O Comando Geral de Greve (CGG) do Sintufal se reuniu nesta sexta-feira (16/5) para avaliar a atividade realizada ontem. A maioria dos comandantes criticaram o ato, pois achavam que seria uma manifestação unificada, convocada pelo Fórum Estadual dos Servidores Públicos de Alagoas, ou seja, foram enganados pelos próprios colegas que integram o comando e que são ligados as siglas partidárias que dão sustentação ao movimento estudantil revolucionário.
O Diretor da Divisão Administrativa (SIBI/UFAL), Evilázio Freira, que está em plena campanha para o Conselho Universitário (CONSUNI/UFAL), saiu em defesa dos estudantes, alegando que a categoria precisa do apoio deles nessa greve.
A fala do reitoriano é contraditória, pois o movimento paredista da Ufal, sempre aconteceu independentemente de apoio dos estudantes ou de professores. O Freire só não explicou porque dos sete representantes dos estudantes no Consuni, apenas um esteve presente na última sessão do pleno para votar na proposta de moção de apoio a greve da categoria.
Em artigo publicado no site do Sintufal, o texto atribui aos TAE’s da Ufal o fechamento dos portões da instituição e tendo os estudantes como apoiadores do movimento grevista e como sempre, acusaram o reitor de orientar os diretores de unidades acadêmicas a pressionar os servidores a voltar ao trabalho.
Ainda no texto do artigo do site, a entidade afirma que a perseguição a servidores dentro da Ufal é patrocinada pela reitoria e referendada pela maioria dos membros do Conselho Universitário.
Uma coisa é certa, o Sintufal se perdeu nessa greve e está sem saber que rumo tomar.
Fonte: Ufalsindical

SINTUFAL - Entidade patrocina manifestão contrária a presença da PM na Ufal

Atendendo a convocação do Comitê Popular da Copa, o Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) que tem na sua coordenação, militantes da Assembleia Nacional dos Estudantes Livres (ANEL), organização ligada ao Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados (PSTU), aderiu ao movimento contra o mundial da Fifa e também contra a presença da Polícia Militar (PM) no Campus A. C. Simões.
Nesta quinta feira (15/5), celebrando o Dia Internacional de Luta Contra a Copa, os poucos coordenadores do DCE, juntamente com alguns militantes da ANEL, interditaram os portões de aceso a instituição.
Os integrantes do Comando Geral Greve (CGG) do Sindicato dos Trabalhadores da Ufal (SINTUFAL), também estiveram presentes no evento, inclusive foram eles que deram o apoio logístico, a entidade bancou o carro de som e o café da manhã que foi servido aos manifestantes.
A rejeição do DCE à presença da PM na universidade tem gerado polêmica. O diretório critica a reitoria por permitir o acesso de militares que não são do quadro do serviço público federal e propõe a criação de uma guarda universitária, sustentando a tese que a presença de oficiais concursados da guarda universitária iria humanizar as ações. Filipe Sales, membro do DCE afirmou: "Se forem do sexo feminino, acreditamos que o tratamento seria mais ostensivo para as suspeitas de crime de gênero, ao invés do machismo comum utilizado pelos militares”.
Nas redes sociais, principalmente no Facebook, os internautas estão se manifestando contra a posição adotada pelo diretório, chamando de ditadores e antidemocráticos os ditigentes, pois a comunidade estudantil não foi consultada, muitos dizem que o DCE não os representam, pois a posição defendida não corresponde o que pensa a maioria.
Uma das manifestações contrária à posição do diretório e de uma estudante, ela diz: “Não entendo a lógica de fazer manifestação contra a copa, parando as aulas na Ufal, e ainda mais em Maceió, que não será sede de nenhum jogo. E em relação a PM no campus, acho no mínimo idiotice contestar a entrada, até porque não conheço ninguém que seja contra. Faço arquitetura que é o ultimo bloco, estamos totalmente inseguros, e quando acontecerem coisas piores conosco, vocês (DCE) que vão pagar? acho que não né? Afirmou a estudante.            
Foi criado um abaixo-assinado na internet assinado por estudantes, professores e servidores, se contrapondo a posição do DCE e apoiando a decisão do Eurico Lobo, reitor da Ufal, por ter solicitado da Secretaria de defesa Social, o patrulhamento permanente de policiais no Campus A.C. Simões.
O que todos ainda não entenderam é porque o Sintufal patrocinou um evento com um tema que não é ponto de pauta da Fasubra e nem tão pouco dos técnico-administrativos da Ufal, ou seja, o sindicato deu um tiro no pé, pois o que o DCE defende, contraria os interesses da maioria esmagadora dos membros da comunidade universitária.
Clique AQUI e assinar o abaixo-assinado.
Fonte: Ufalsindical

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Estudantes protestam contra a Copa e a presença da PM e fecham acesso à Ufal

O dia 15 de maio está sendo marcado por diversos protestos em várias cidades do país contra os gastos do governo com a Copa do Mundo. Em Alagoas, o Diretório Acadêmico da Universidade Federal de Alagoas aderiu ao movimento e além da Copa eles protestam contra a presença de policiais militares no Campus e ainda apóiam a greve dos servidores da Universidade.
Segundo Niara Aureliano, membro do DCE e da Assembleia Nacional dos Estudantes Livres (ANEL), o movimento intitulado 15M também acontece simultaneamente no Campus da Universidade de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) e no campus da Ufal de Palmeira dos Índios.
Em Maceió, cerca de 100 estudantes estão concentrados na entrada da unidade impedindo a entrada de veículos. A intenção do movimento é permanecer no local durante todo o dia. Ainda não há previsão de caminhadas ou protestos pela cidade.
“Além de protestar contra os gastos exorbitantes com a Copa no Brasil, estamos aqui protestando contra a presença de policiais militares no Campus e pela abertura do novo Restaurante Universitário (RU). Queremos que haja um concurso público para a guarda universitária, além da presença da guarda feminina para realizar a revista nas mulheres. A reitoria diz que há R$ 9 milhões para este projeto, então qual o motivo de chamar a Polícia Militar”, questionou.
Na semana passada um estudante foi assaltado dentro do Campus e após o fato, a reitoria solicitou a presença de militares para reforçara a segurança na Universidade. O fato revoltou os estudantes, que não concordam com a presença da polícia.
O protesto 15M está previsto para acontecer também em Recife, Curitiba, Manaus, Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Salvador e Cuiabá.
Fonte: Cada Minuto

UFAL - Manifestantes realizam ato contra Copa no Brasil e insegurança

Estudantes, professores e integrantes de movimentos sociais protestam, na manhã desta quinta-feira (15), na porta da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), contra a Copa do Mundo no Brasil, contra a permanência da Polícia Militar dentro do campus e contra a insegurança.
Para chamar atenção da população e das autoridades, eles começaram a impedir que os carros entrem na faculdade. Além disso, estão preparando um café da manhã para ser servido entre os manifestantes que levantam faixas e utilizam carro de som.
“Hoje estamos em um dia de luta, que também acontece em outros estados do país. Não somos a favor da Copa porque foi investido muito dinheiro nisso e, em contrapartida, não há saúde, segurança e educação”, disse a coordenadora geral do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Luciana Araújo.
Segundo Luciana, o protesto também acontece por causa do Restaurante Universitário (RU), que teve as obras finalizadas em julho do ano passado, mas que até hoje não foi inaugurado. Os manifestantes também não concordam com a permanência da PM no campus, mas reclamam do clima de insegurança.
“Aconteceram vários assaltos na universidade e o reitor Eurico Lôbo simplesmente colocou policiais aqui, o que somos contra. Já vimos vários outros casos de que militares não estão preparados para lidar com os estudantes e, para isso queremos ter uma guarda universitária, que vai ser especialista no assunto. Casos como o do pedreiro Amarildo de Souza, que foi vítima da PM, comprovam isso”, ressaltou Luciana ao informar que o protesto não tem hora certa de acabar e que pode durar o dia todo.
Fonte: G1 Alagoas

SINTUFAL - Assembleia tenta segurar debandada de grevistas

Depois da derrota humilhante sofrida na tarde de segunda-feira (12) no Conselho Universitário (CONSUNI/UFAL), onde a proposta de moção de apoio a greve dos técnico-administrativos foi retirada da pauta depois de uma votação que teve como resultado um placar de 28 em favor da retirada e apenas 11 votaram favoráveis a manutenção do documento.
Na Assembleia da última terça-feira (13) os membros do Comando Geral de Greve (CGG) não conseguiram esconder a frustração pela derrota no Conselho, isso sem falar no vexame que tiveram de passar logo pela manhã na reunião com o reitor Eurico Lobo, o gestor esnobou os comandantes por não terem protocolado no gabinete a pauta de reivindicação.
O auditório da reitoria recebeu os grevistas para avaliar o movimento grevista nacional e local, nas falas o que se viu foram palavras de ordem com o objetivo de elevar o moral dos presentes, pois a grande maioria dos poucos servidores, que aderiram parcialmente à greve, não aguenta mais ouvir a mesma ladainha.
Para garantir o quórum na sessão o CGG recorreu a velha tática de pegar os servidores pela boca. A comissão de infraestrutura da greve, seguindo deliberação do comando, organizou um café da manhã da greve para garantir participação dos servidores
O clima na assembleia era de velório, pois além do fracasso por não terem tido o apoio do Consuni, as informações vinda de Brasília não justifica a permanência da greve de fachada.
A marcha promovida pela Fasubra e pelo Fórum Nacional dos Servidores Públicos Federais foi a prova que as categorias envolvidas estão desmobilizadas e desarticuladas, dando sinais que não vão a lugar nenhum a não ser a Copa do mundo.
Para impedir a debandada dos servidores que nos últimos dias tem esvaziado o movimento paredista, pois os grevistas já estão retornando as suas atividades nos seus respectivos setores por acreditarem mais que seja possível a Fasubra conseguir qualquer coisa do governo.
Os comandantes da greve não aceitam os motivos apresentados por alguns técnicos de abandonar a luta, eles estão pondo a culpa na pressão reitoriana e estão orientando a todos que qualquer reunião convocada por diretores de unidades só devem ser feita de acordo com as formalidades legais, ou seja, as convocações devem ser feitas por escrito e que tenha sempre a presença da representação do sindical.
Essa exigência de cumprimento de formalidades por parte da gestão é contraditória, pois a Sintufal não é um exemplo a ser seguido, as suas convocações de assembleias, nenhuma delas seguiram o que determina a lei. O edital, documento que formaliza a convocação, nunca foi publicado.
O sindicato está adotando a seguinte filosofia: “Faça o que digo, mas não faça o que eu faço”.
Fonte: Ufalsindical

terça-feira, 13 de maio de 2014

Conselho da Ufal retira da pauta a proposta de apoio a greve

Na tarde de ontem, segunda-feira (12/5) aconteceu a tão esperada reunião ordinária do Conselho Universitário (CONSUNI/UFAL), em pauta estava a proposta de moção de apoio a greve dos técnico-administrativos da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).
O tema tem sido motivo de várias polêmicas que envolvem questões políticas e pessoal. A primeira vez que a proposta chegou a Conselho foi através da representação do Sintufal, que ficou irritada porque a sessão terminou sem que o documento fosse apreciado e votado.
Em assembleia da categoria os dirigentes do sindicato acusaram o reitor de ditador e autoritário por não ter dado prioridade a proposta dos grevistas, mas depois de uma reunião com Eurico Lobo, ele se comprometeu em convocar uma sessão extraordinária só para discutir a moção. Foi feito todo o marketing, a entidade convocou os servidores e os estudantes para participarem daquela que seria a vitória pessoa do Emerson Oliveira em cima da gestão.
Enquanto isso, nos bastidores, o coordenador do jurídico do Sintufal, Maurício Ramon (Dacal) usou as redes sociais para atacar a gestão, ele chamou os diretores de unidades acadêmicas e pró-reitores de marionetes do Lobo, comprometendo toda e qualquer possibilidade de apoio destes dirigentes, haja vista que eles representam a maioria dos votos dentro do colegiado.
No dia da sessão extraordinária aconteceu o que já estava previsto, grande parte dos membros do Conselho não compareceram, nem mesmo os aliados do sindicato, deixando frustrados os poucos que acreditavam na aprovação do documento. Mais uma vez os comandantes da greve sentaram com o reitor e solicitaram que incluísse a moção na pauta da próxima reunião ordinária que aconteceu ontem.
Na sexta-feira (9/5) o comando Geral de Greve (CGG) se reuniu para traçar a estratégia para a sessão, tudo ficou aparentemente esquematizado, até a representação do Diretório Central dos Estudantes (DCE/UFAL) confirmou presença para apoiar a proposta da greve, mas não apareceram, assim como os servidores.
A sessão de ontem (12/5) teve o seu primeiro sinal de derrota. Na reunião com o reitor, o CGG recebeu a informação que o Fórum dos Diretores de Unidades Acadêmicas, havia solicitado a retirada da proposta de moção de apoio a greve da pauta do Consuni.
Os comandantes não quiseram apresentar uma proposta para tentar negociar o impasse e optaram em derrubar a pretensão do fórum na votação no pleno, pois eles acreditavam piamente que conseguiriam, pois estava tudo amarrado com as representações dos três seguimentos.
Minutos antes de iniciar a reunião veio a decepção, os servidores que foram convocados massificamente.  Dos sete conselheiros representantes dos estudantes, só uma marcou presença, até mesmo os professores que apoiam a greve não estiveram presentes, o resultado não poderia ter sido diferente e por 28 a 11 foi retirada a proposta da moção.
Os conselheiros técnicos que votaram pela manutenção foram: Evilázio Freire, José Jerônimo, Jeamerson Santos e Wellington Pereira, o chefe de gabinete Elias Barbosa, que também é técnico, votou pela retirada da proposta.
Com essa derrota no pleno, a greve de fachada na Ufal tende a acabar, pois sem o seu principal escudeiro, Emerson Oliveira, que está fazendo Turismo Sindical na Capital Federal, junto ao Comando Nacional de Greve (CNG) fica cada vez mais difícil manter esse faz de conta, pois ele conseguia a façanha de tornar uma situação insignificante em um factoide.
Fonte: Ufalsindical

SINTUFAL - Comando de greve se reune com o reitor para passar vexame

O Comando Geral de Greve (CGG) do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Alagoas (SINTUFAL) se reuniu na manhã desta segunda-feira (12) em audiência com o reitor da Ufal, Eurico Lobo, para discutirem a pauta de reivindicação da categoria.
O reitor solicitou dos comandantes da greve, a pauta, pois até aquele presente momento, o sindicato não havia protocolado nenhum documento reivindicatório da categoria, e que não podia discutir pontos de uma pauta que oficialmente não existe.
A representação do CGG ficou sem saber o que dizer e a se perguntar entre si, do porquê do documento ainda não ter sido formalizado junto ao gabinete do reitor. Um dos comandantes informou que a pauta era do conhecimento de todos, inclusive estava disponível no site da entidade. O gestor riu disfarçadamente e disse que qualquer documento precisa seguir as formalidades para ter legalidade.
Diante das palavras do reitor o CGG não teve argumento e teve de engolir a retórica do Lobo que foi enfático em afirmar que não reconhecia a movimento paredista na universidade como legítimo, pois os técnicos estão trabalhando normalmente, nem parece que ter greve, pois seus efeitos ainda são tímidos, um ou outro setor tem tido dificuldade, mas no geral está tudo funcionando.
Na oportunidade, o gestor apresentou um documento assinado por 22 diretores de unidades acadêmicas da instituição, pedindo a retirada da proposta da moção de apoio à greve, sob a alegação de que o tema precisava ser esclarecido algumas questões, principalmente sobre a recomendação da AGU. O Eurico informou que iria colocar a solicitação para ser apreciada pelo pleno.
Os presentes a reunião ficaram perplexo, pois não esperavam por essa derrota pré-anunciada, fizeram o cálculo e chegaram a conclusão que somados os 22 votos dos diretores e mais 6 dos pró-reitores o placar seria desfavorável para o movimento.
Imediatamente ao fim da reunião pela manhã, os comandantes se utilizaram das redes sociais e convocaram a categoria para está presentes na sessão do Conselho Universitário (CONSUNI/UFAL) a partir da 14 horas para pressionar os conselheiros a votarem pela manutenção da proposta da moção, mas o esforço, mais uma vez, foi em vão.
Fonte: Ufalsindical

Gestão da Ufal contesta nota do Sintufal


A NOTA emitida pelo Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Faderal de Alagoas (SINTUFAL), depois de aprovada pelos técnico-administrativos da Ufal em assembleia realizada no dia 29/4, está gerando polêmica em torno do tema.
No texto do documento dirigido aos estudantes, o Sintufal se compromete a pagar o valor referente a Bolsa Permanência, caso os bolsista abandonem os setores pelo quais eles exercem suas atribuições, sustentando a tese de que o pagamento desse benefício independe da folha de frequência, dentre outras questões levantadas.
O Diretório Central dos Estudantes (DCE), entidade representativa dos discentes, não se pronunciou sobre o assunto, essa omissão deu a entende para alguns bolsistas que o silêncio era um indicativo de que estava tudo certo, e que eles poderia aderir a proposta do Sintufal.
Na última quarta-feira (7/5) o site da Ufal publicou uma NOTA da Pró-Reitoria Estudantil (PROEST), Pró-Reitoria de Gestão Institucional (PROGINST) e do Departamento de Contabilidade e Finanças (DCF), contestando as afirmações feitas pelo sindicato sobre o tema.
Os pró-reitores Pedro Nelson Bonfim e Valmir Pedrosa e o diretor do DCF Alan Souza da Silva, esclarece aos bolsistas “que a frequência é um requisito legal para o pagamento de qualquer bolsa, inclusive a Bolsa de Permanência, e que a ausência da frequência acarreta suspensão da mesma.  ...os responsáveis pelo encaminhamento da frequência à Proest, para o devido pagamento, são os diretores de unidades, coordenadores de cursos, professores e servidores que ocupam cargos de gestão, sendo os mesmos supervisores naturais dos bolsistas”.
Os argumentos apresentados pelo Sintufal foram derrubados pelos gestores. Agora ficam as dúvidas, o sindicato vai voltar atrás na sua lambança? Se algum bolsista que aderiu a proposta da entidade, for desligado do programa, quem será responsabilizado? O Comando Geral de Greve (CGG) garantirá o retorno de algum bolsista, caso ele seja desligado?
Fonte: Ufalsindical

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Marcha dos SPFs em Brasília foi um vexame

Depois da Marcha da Fasubra na terça-feira (6/5), na quarta-feira (7/5) foi a vez do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Federais invadir as ruas de Brasília com a Marcha dos SPFs em protesto contra a intransigência do governo em não atender as reivindicações da categoria.
Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal, o evento tinha cerca de 2 mil pessoas, que também contou a participação dos caravaneiros da Fasubra e Sinasefe, as duas entidades haviam marchado no dia anterior.
Os SPFs desde 2013 se prepararam para iniciar neste ano a campanha salarial 2014, muitas entidades estavam engajadas nesse projeto de luta, depois de várias tentativas de mobilizar os sindicatos de bases, em janeiro deste ano as entidades nacionais, baseadas no fracasso dos fóruns estaduais, descartaram uma greve geral, essa posição pegou a Fasubra de surpresa, pois em 2013 a federação estava mobilizada para deflagrar uma greve pelos mesmos motivos atuais, mas seus dirigentes da majoritária convenceram a categoria a esperar pela greve que estava sendo construída pelos SPFs.
A marcha dos federais foi a maior decepção já vista durante o governo petista, pois em ano de Copa do Mundo, eleição e uma forte mobilização de grupos contrário ao evento da Fifa, ninguém esperava o fracasso do movimento paredista.
Os federais encerraram a Marcha e se juntaram a Fasubra e o Sinasefe em frente ao Ministério do Planejamento, Orçamente e Gestão (MPOG) para protestar.
Para Marinalva Oliveira, integrante da Secretaria Executiva da CSP-Conlutas e Presidente do ANDES-SN, indignada pela falta de abertura de negociação com o governo, afirmou que a Marcha foi vitoriosa e convocou as categorias a intensificar a mobilização para forçar o governo a negociar com os federais. A Marinalva só esqueceu de dizer que, apesar dos SPFs estarem pressionando para que haja a abertura de negociação, o Andes está em plena negociação com governo, inclusive já fechou acordo em alguns pontos de sua pauta.
O Secretario Executivo da CSP-Conlutas, Paulo Barela, que também é integrante do fórum, afirmou que "As greves estão acontecendo e, na segunda quinzena de maio, entram em greve os servidores do Judiciário Federal... "Há uma tendência que até junho mais greves venham a ocorrer". Essa informação só confirma que os movimentos paredistas de diversas categorias tem um único objetivo, atender a convocação do Zé Maria (PSTU) que no último programa do partido exibido em rede nacional de rádio e TV, convocou a todos a retomar as passeatas durante a Copa do Mundo.
Seguindo a mesma linha de raciocínio do Barela e atendendo a convocação do correligionário do PSTU, o Marizar Mansiglia, dirigente da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (CONDSEF), diante da militância, lembrou da importância da manutenção das lutas durante a realização da Copa do Mundo, e afirmou que na “Copa vai ter luta”. O discurso prova a manipulação das várias categorias pelos dirigentes que estão a frentes das principais entidades sindicais do serviço público federal. O governo já percebeu a manobra, e joga duro contra a estratégia revolucionária.
Na reunião com as representações dos servidores da educação federal, o governo sentindo a fragilidade do movimento paredista e a falta de recursos das entidade sindicais, pediu para os grevistas esperarem até 22 de maio para dar uma resposta aos seu pleitos.
Vamos aguardar para ver o que a ultra-esquerda sindical vai fazer daqui pra lá.
Fonte: Ufalsindical