quinta-feira, 8 de maio de 2014

FASUBRA - Governo mantém a proposta feita a categoria no mês de março

Na manhã desta quarta-feira (7/5) os técnico-administrativos em educação da Fasubra e do Sinasefe se concentraram em frente ao prédio do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) para pressionar o governo a receber os manifestantes, e como estratégia, eles fecharam a entrada de acesso as repartições, impedindo a passagem dos funcionários enquanto não fossem recebidos.
O Secretário de Relações de Trabalho do MPOG, Sérgio Mendonça, decidiu receber uma comissão dos grevistas para conversar, pois essa era a exigência dos manifestantes para permitir a liberação de acesso ao prédio. Alguns militantes comemoraram o feito como se tivesse sido uma vitória da categoria. O Secretário de Ensino Superior do MEC, Paulo Speller, também esteve presente juntamente com outros assessores.
A representação fasubriana, todo tempo alegou que nessa greve o governo não negociou com a categoria e que a paralisação só foi deflagrada para pressionar a abertura da mesa de negociação. A afirmação não condiz com a realidade dos fatos, pois no meses de fevereiro e março, antes da greve, a DN da federação se reuniram com estes mesmos secretários para discutir os pontos das reivindicações aprovada na plenária da categoria, inclusive na primeira reunião o Coordenador Geral Fasubra, Gibran Jordão, disse: “Gostaríamos de dialogar... sobre a possibilidade concreta e real algum ganho, de alguma negociação com ganho pra categoria em relação a esses grupo de trabalho, seja nesses que tenham algum impacto financeiro, seja nos grupos de trabalho que na nossa opinião não tenha impacto financeiro... se a gente conseguisse avançar nisso, a gente evitaria, inclusive o conflito que está estabelecido...”. Com essas palavras, o Jordão sinalizou uma possível negociação, antes mesmo da deflagração da greve, mas depois esqueceu tudo e agiu como se nada tivesse dito.
Na reunião de hoje a estratégia da amnésia revolucionária voltou a tona, no site da federação foi publicado um artigo que tenta passar a informação que o governo nunca havia demonstrado disposição para negociar com a categoria, quando na verdade ele não só se reuniu com os representantes da Fasubra, como apresentou sua proposta dentro dos pontos da pauta discutida que resultou no Oficio nº 56/2014-GB/SESu/MEC que segundo o Ofício nº 050/14-SEC a proposta foi rejeitada pela categoria.
O resultado da reunião foi inexpressivo em relação a pretensão dos grevistas, a única resposta que CNG obteve dos representantes, é que a proposta anterior feita anteriormente está mantida, mas pela insistência dos comandantes e para se livrar deles, os secretários fizeram uma promessa de que consultarão os ministros, e pediram até o dia 22 de maio para responder a categoria sobre a possibilidade se reabertura ou não a mesa de negociação.
A tática do governo é vencer a greve pelo cansaço, pois ele sabe que o movimento paredista está quase sem pernas para continuar essa peleja, ou seja, daqui a 15 dias a paralisação terá se enfraquecido e o não como resposta obrigará os seus líderes a estudar a proposta já apresentada ou continuarão sem nada para a categoria.
Como disse o Coordenador de Administração e Finanças, Rolando Malvásio: “Se lutarmos muito, muito, muito pode ser que consigamos algumas coisas, pequenas coisas...”. Pequenas ou grandes o governo já apresentou sua proposta, cabe a categoria aceitar ou esperar até 2015 ou talvez 2016, vai depender da disposição dos TAE’s.
Fonte: Ufalsindical

Servidores públicos federais protestam por melhores salários em Brasília

Servidores públicos federais fizeram nesta quarta-feira (7) uma manifestação em frente ao Ministério do Planejamento, em Brasília, para reivindicar melhores salários e mais estrutura em seus locais de trabalho.
Os servidores vêm de todas as partes do país e atuam em várias áreas do funcionalismo. Durante o ato, eles cercaram a entrada do ministério, impedindo a entrada dos funcionários que chegavam para trabalhar. Cerca de 2.000 pessoas participaram do protesto, segundo a Polícia Militar. No início da tarde, a entrada dos funcionários já havia sido normalizada.
Os manifestantes querem pressionar o governo federal para que as reivindicações sejam atendidas. Pela manhã, representantes dos trabalhadores foram recebidos no Ministério do Planejamento e apresentaram a pauta de reivindicações, dentre as quais o aumento de benefícios como auxílio creche. Eles também se posicionaram contra a privatização de hospitais universitários.
Segundo o integrante do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Federais, Paulo Barela, paralisações e greves devem continuar ocorrendo. "As greves estão acontecendo e, na segunda quinzena de maio, entram em greve os servidores do Judiciário Federal. E os trabalhadores da cultura entram no dia 12 também deste mês". Segundo Barela, "Há uma tendência que até junho mais greves venham a ocorrer".
Representantes de categorias que já estão de greve, a exemplo dos técnico-administrativos das universidades federais e dos institutos federais, estão acampados em Brasília, desde a noite de terça-feira.
Fonte: Agência Brasil

SINTUFAL - Mais uma assembleia de enrolação

Reunidos em mais uma Assembleia de Greve, os Técnico-administrativos em educação da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) estiveram presentes no auditório da reitoria para avaliar o movimento paredista a nível local e nacional.
Um dos temas abordados na sessão foi a visita dos dirigentes Emerson Oliveira, Jeamerson Santos e Jorge Raimundo, ao deputado Paulão (PT/AL) da bancada federal, o objetivo da visita foi para pedir apoio do parlamentar para que o mesmo se articula com o governo para abra negociação com a categoria em greve desde 17 de março. A foto do encontro foi disponibilizada na página do Sintufal no Facebook.
Outro tema abordado foi a nota sobre a convocação dos estudantes para aderirem a paralisação, o Oliveira saiu em defesa da estratégia e afirmou que a iniciativa do Comando Geral de Greve (CGG) vinha sendo muito elogiada nas redes sociais, inclusive com muitos acessos de estudantes procurando se informar melhor sobre de como seria o procedimento adotado pelo bolsista.
Na verdade a fala do coordenador geral foi para tentar encobrir a lambança do CGG em querer comprar os estudantes com propósito que os mesmo sejam solidários a greve da categoria e paralisem suas atividades, A estratégia foi muito criticada, pois caso o estudante for desligado do programa bolsa permanência, quem vai garantir a eles o retorno, caso alguns deles sejam desligados?
Os servidores esperavam ouvir dos comandantes alguma novidade sobre a abertura negociação, mas o que ouviram foi a mesma história de sempre, que o governo está intransigente e não tem cedido as pressões da categoria e o que se espera é que nos próximos dias seja aberta a mesa de negociação.
Sem nenhum tema para ser debatido, os presentes a assembleia decidiram enviar o Emerson Oliveira para compor o Comando Nacional de Greve (CNG), ou seja, em fim de greve, o dirigente vai fazer o que ele sempre fez às custas do dinheiro da categoria, turismo sindical.
Na greve de 2012 o Oliveira voltou do CNG sem autorização do comando local de greve, da mesma forma retornou a Brasília sob a alegação de que a categoria precisa conhecer melhor as proposta do acordo de greve apresentado pelo governo e negociado com a Fasubra. No mês outubro do mesmo ano, ele viajou da capital federal para uma plenária da federação sem ter sido referendado pela assembleia da categoria. 
Espera-se que depois da marcha desta quarta-feira (7/5) convocada pelo Fórum Nacional dos Servidores Públicos Federais, e se o governo não ceda as pressões, a greve passe a tomar um outro rumo.
Vamos aguardar o desenrolar dos acontecimentos.
Fonte: Ufalsindical

FASUBRA - Marcha dos trabalhadores das universidades públicas federais

Brasília - Na manhã desta terça-feira (6/5) servidores das universidades federais de todo país chegaram a Brasília em caravanas para participar da Marcha dos Técnico-Administrativos em Educação, convocada pelas entidades: Andes/SN, Fasubra e Sinasefe, numa última tentativa de sensibilizar o governo a abrir negociação, contou com a participação, segundo os organizadores, cerca de 1.500 manifestantes. 
A Fasubra está em greve desde 17 de março. Alguns líderes fasubriano pretendem levar o movimento paredista até a Copa do Mundo, caso o governo dialogue com a categoria, pois a intenção é se juntar aos movimentos sociais para protestar contra o mundial da Fifa.
São muitas as queixas da categoria que reclama da falta de aprimoramento da carreira, valorização salarial e de condições trabalho.
Há também uma preocupados com o déficit de pessoal, principalmente nos hospitais universitários que para suprir a carência o governo criou uma empresa com objetivo de gerir essas unidades de saúde, que segundo os grevistas, representa a privatização dos hu's e por conta disso eles exigem a revogação da Lei nº 12.550/2011 que criou a Empresa brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH).
Já o Sinasefe deflagrou a greve no dia 21 de abril, mas tem encontrado dificuldade para mobilizar a categoria, pois há um desinteresse geral na base em várias regiões do país. Mais de 100 IF's aderiram a greve, muitos ainda estão de fora.
Os dirigentes do Sinasefe reclamam que o acordo de greve assinado em 2012 não atendeu os anseios dos trabalhadores, pois muitos dos pontos acordados entre a entidade e o governo, deixaram de ser cumpridos. Os servidores estão inseridos no mesmo Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação (PCCTAE).
Paralelo a luta dos servidores técnicos, vem os docentes, que na sua maioria são representados pela Associação Nacional dos Docentes de Ensino Superior (Andes/SN), que ao contrário da Fasubra e Sinasefe, está negociando com o governo e já fecharam o primeiro acordo sobre os três pontos conceituais da reestruturação da carreira docente. Também foi acordado que será fixado como conceito no texto da lei os percentuais definidos para a valorização de cada uma das titulações. Também, a relação percentual constante entre regimes de trabalho, com valorização da Dedicação Exclusiva.
Espera-se que com o evento realizado de hoje (6/7) e com o de amanhã (7/5) convocado pelo Fórum dos Servidores Públicos Federais, o governo abra negociação com as categorias.
Fonte: Ufalsindical

GREVE DA FASUBRA - Ministra diz que não teme greve e que o acordo assinado com 99,7 das categorias vai até 2015



Na última terça-feira (29/4) a Ministra do Planejamento, Miriam Belchior, durante audiência na Comissão Mista de Planos de Orçamento Público e Fiscalização (CMO) realizada no Congresso Nacional para discutir o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO 2015) falou sobre o salário do funcionalismo público federal, a fala não agradou os representantes das categorias que estão em greve, principalmente a Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativo em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (FASUBRA) em greve desde 17 março.
A ministra foi categórica em afirmar que, apesar das constantes demonstrações de insatisfação do funcionalismo, não teme greves de servidores públicos durante a Copa do Mundo. "É um direito das pessoas se manifestarem. Porém, temos um acordo assinado até 2015 com 99,7% das categorias", alertou.
A declaração da Belchior coloca em cheque o movimento paredista da federação, que está apostando todas as cartas na caravana de amanhã, terça-feira (6/5) e na marcha organizada pelo Fórum dos Servidores Públicos Federais na quarta-feira (7/5), os dois eventos tem o objetivo de pressionar o governo a abrir negociações.
No mês fevereiro a federação se reuniu na Secretaria de Educação Superior (SESu/MEC) para tratar da pauta da categoria, naquela ocasião os representantes do governo deixaram claro que o governo não negociaria reajuste salarial porque tinha um acordo de greve em vigência assinado em 2012 e que iria até 2015, mesmo assim o governo aceitou negociar alguns pontos das reivindicações apresentadas.
A Fasubra se reuniu outras vezes com o governo para tratar com da pauta da categoria, e o resultado das negociações foram convertidas no Oficio nº 56/2014-GB/SESu/MEC que foi enviado a federação em resposta aos pleitos. Os grupos ligados a majotária (CSP-Conlutas, Vamos à Luta, Unidos, PS-Livre...) repudiaram a proposta e convocaram os trabalhadores a rejeitarem e exigissem o cumprimento integral da pauta aprovados na plenária.
Sem tempo para ouvir as bases, pois a proposta foi enviada no dia 14/3, três dias antes da deflagração da greve, o documento passou batido, pois o desejo das lideranças da majoritária da Fasubra era a greve, independente de proposta do governo ou não.
Estranhamente, dez dias após a deflagração, a federação responde a proposta do governo através do Ofício nº 050/14-SEC. Segundo informações de bastidores, o citado ofício não foi discutido nas assembleias de sindicatos de bases, como também, não passou pelo Comando Nacional de Greve (CNG) para ser debatido e ser deliberado, ou seja, a documento enviado ao governo foi um golpe no comando.
Essa semana será decisiva para o movimento paredista da Fasubra, pois a entidade acredita que a caravana e a marcha do SPF’s sensibilizará o governo a reabrir negociação com a categoria, só não sabem o que vão fazer caso as portas continuarem fechadas.
Fonte: Ufalsindical

Estudantes bolsitas da Ufal são convocados pelo Sintufal a aderirem a greve


O Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Alagoas (SINTUFAL) emitiu uma nota referente ao pagamento a bolsa permanência paga aos estudantes da Ufal.
Segundo o documento, os técnico-administrativos em greve se comprometem a pagar o valor referente ao benefício, caso os estudantes atendam a convocação da categoria a abandonarem suas atividades em solidariedade ao movimento paredista, o pagamento será assumido enquanto durar a greve.
O que o sindicato pede aos estudantes é que os mesmos se sacrifiquem por uma greve que não é deles. A estratégia é apelativa, pois a entidade não está conseguindo convencer os servidores da universidade a aderirem a greve.
A medida é vergonhosa e indecente, pois se utiliza de recursos da categoria numa tentativa de comprar os estudantes para fortalecer a greve na Ufal, que até o presente momento não conseguiu despontar. A tática é também uma resposta ao não atendimento dos pleitos encaminhado pelo Comando Geral de Greve (CGG) a administração central da universidade.
Essa proposta feita aos estudantes mostra o grau de desespero dos comandantes do movimento grevista, que não estão conseguindo alcançar os objetivo de paralisar as atividades desenvolvidas na universidade
O Diretório Central dos Estudantes (DCE/UFAL) ainda não se pronunciou sobre essa interferência do sindicato nos assuntos de sua competência.
Se o sindicato considera que o exercício dos estudantes é substituição de trabalhadores no período de greve, a entidade deveria representar judicialmente a universidade, ao invés de ficar usando de estratégias que fogem a ética sindical.
A convocação do Sintufal para que todos os estudantes da Ufal não compareçam aos setores que atuam é, sem dúvida, uma irresponsabilidade, pois se estes discente forem desligados do programa, quem vai garantir o retorno dos mesmos?
Está na hora do comando Geral de Greve (CGG) ter uma postura independente de alguns dirigentes do sindicato, que estão se utilizando da greve para agir de forma vingativa por não terem tido seus pleitos pessoais atendidos e por isso usam o movimento paredista para destilar ódio e rancor sobre a gestão.
Fonte: Ufalsindical

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Membro do Conselho Universitário da Ufal e dirigente do Sintufal chama conselheiros de marionetes




Nesta quarta-feira (23) o Conselho Universitário (CONSUNI/UFAL) se reunirá em caráter extraordinário para apreciar a proposta de minuta apresentada ao pleno pelo Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Alagoas (SINTUFAL), o documento foi elaborado em conjunto com o Comando Geral de Greve (CGG).
Diferentemente do que pregam os coordenadores do sindicato, chamando o reitor de ditador, o Eurico Lobo provou o contrário e convocou o Conselho, único e exclusivamente para que os conselheiros analisem a moção de apoio a greve dos técnico-administrativos da instituição que estão em greve desde 20 de março.
A falta de respeito a administração central da universidade chega ao cúmulo que vai desde acusações caluniosas, até a ameaças sem justificativa plausível para tamanhas atitudes.
O Coordenador do Jurídico do Sintufal, Maurício Ramon (Dacal), que também é membro do Consuni, publicou no Facebook, um post onde desqualifica os colegas conselheiros, chamando-os de marionetes de Lobo Mal se referindo ao presidente do Conselho Eurico Lobo.
Não dar pra entender como é que um dirigente sindical que pretende aprovar um documento no Conselho Universitário pelo qual faz parte, espera que seja a votação do documento?
É como sempre afirmamos aqui, que essa greve está servindo para os desafetos do reitor se utilizar do momento para fazer seus ataques de cunho pessoal.
A atitude do Dacal demonstra um despreparo tremendo com a causa sindical, ele esquece que representa uma categoria e que não pode sair por aí agindo irresponsavelmente, comprometendo luta dos técnico-administrativos. 
É preciso compromisso para que o movimento grevista, ao invés de ver aprovada uma moção de apoio a greve ter que amargar uma nota de repúdio pela irresponsabilidade e incompetência de um dirigente e também membro do próprio Conselho Universitário.
Espera-se que o coordenador do jurídico do Sintufal possa se retratar a tempo, antes que o pleito da categoria seja prejudicado, pois somente assim poderá ter o respeito merecido dos seus pares.
Fonte: Ufalsindical

SINTUFAL - Mais uma assembleia de enrolação




Em assembleia realizada nesta terça-feira (22) no hall do Hospital Universitário Prof. Alberto Antunes (HUPAA) o Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Alagoas (SINTUFAL) e Comando Geral de Greve (CGG), apresentaram a pouco mais de 50 pessoas presentes à sessão, uma avaliação do movimento grevista a nível local e nacional.
A grande preocupação do momento do CGG é com a possibilidade do corte de ponto, tema muito debatido nos últimos dias por causa do Memorando nº 02/2014/PGF/AGU, que recomenta os reitores das universidade a procederem de acordo com o parecer.
Na última quarta-feira (16) a Associação Nacional de Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (ANDIFES) se reuniu e teve como pauta a recomendação da AGU.
O pleno da Andifes orientou os reitores a não cortar o ponto dos técnico-administrativos em greve nas IFES’s, ao mesmo tempo, solicitou a Fasubra um documento com os principais pontos de pauta para tentar intermediar o conflito junto ao MEC.
A posição da Andifes ameniza o temor da categoria e abre mais uma porta para pressionar o governo a abrir negociação, apesar de que a resposta dele já dada  no Ofício nº endereçada a Condisef.
Essas informações foram omitidas na assembleia, pois o único objetivo do Sintufal é estimular um conflito permanente com a reitoria que já se prontificou em convocar o Conselho Universitário (CONSUNI/UFAL) para apreciar a moção de apoio proposta pelo CGG e o sindicato.
No site da entidade o artigo que fala da assembleia, o texto alerta a categoria sobre uma suposta convocação por parte das diretorias de unidades para pressionar os servidores grevistas a retornarem as atividades. O texto autoritário ameaça levar os gestores a justiça em caso de perseguição, e alerta: “A assessoria jurídica está pronta para agir”.
O interessante da pretensão do Sintufal, é que na pauta de reivindicação local elaborada pela entidade e o CGG, não consta nenhum ponto que trate sobre perseguição de servidores na universidade, como se na Ufal, essa prática não existisse.
O que se ver nas assembleias do Sintufal é pura apologia contra o governo e a administração central da Ufal, Até agora não foi discutida a proposta apresentada pelo governo, segue a enrolação da categoria, com discursos vazios, sem objetividade e sem consistência.
Até quando os servidores se deixarão ser manipulados por estes que se dizem representa-los?
Fonte: Ufalsindical

EBSERH - Concurso para 737 vagas para o HUPAA/UFAL



A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) divulgou os editais de concurso público para 737 vagas no Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (HUPAA), vinculado à Universidade Federal de Alagoas (Ufal), para cargos de nível médio técnico e superior.
Os salários variam de R$ 1.630 a R$ 7.774. As taxas de inscrição são de R$ 32 para os cargos de nível médio técnico e R$ 54 para os de nível superior. Do total de oportunidades, 5% serão reservadas para pessoas com deficiência. As inscrições, que serão realizadas somente pela internet através do site do Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan) podem ser feitas entre os dias 30 de abril e 29 de maio.
Para a área médica, há vagas para os cargos de acupuntura, alergia e imunologia, anestesiologia, cancerologia cirúrgica, cancerologia clínica, cancerologia pediátrica, cardiologia, cardiologia pediátrica, cirurgia de cabeça e pescoço, cirurgia do aparelho digestivo, cirurgia geral, cirurgia pediátrica, cirurgia plástica, cirurgia torácica, cirurgia vascular, clínica médica, coloproctologia, dermatologia, diagnóstico por imagem, dor, ecocardiografia, ecografia vascular com dopler, endocrinologia e metabologia, endocrinologia pediátrica, endoscopia digestiva, gastroenterologia, gastroenterologia pediátrica, genética médica, geriatria, genética médica, geriatria, ginecologia e obstetrícia, hematologia e hemoterapia.
Além de hematologia e hemoterapia pediátrica, hepatologia, infectologia, mastologia, medicina do sono, medicina do trabalho, medicina física e reabilitação, medicina intensiva, medicina nuclear, medicina paliativa, nefrologia, neonatologia, neurocirurgia, neurofisiologia clínica, neurologia, neurologia pediátrica, nutrologia, oftalmologia, ortopedia e traumatologia, otorrinolaringologia, patologia, pediatra, pneumologia, pneumologia pediátrica, psiquiatria, psiquatria de infância e da adolescência, radiologia e diagnóstico por imagem, radioterapia, reumatologia, reumatologia pediátrica e urologia.
Na área administrativa as vagas são para: advogado, analista administrativo (biblioteconomia, contabilidade e estatística), analista de tecnologia da informação (processos, suportes e redes), engenheiro civil, engenheiro clínico, engenheiro eletricista, assistente administrativo, técnico em contabilidade, técnico em informática e técnico em segurança do trabalho.
Já na área de assistência social os cargos disponíveis são: biólogo, biomédico, cirurgião dentista, enfermeiro (assistencial, nefrologia, oncologia, saúde da criança e do adolescente, saúde da mulher, saúde do trabalhador e terapia intensiva) farmacêutico, física médica (medicina nuclear, radiodiagnóstico e radioterapia), fisioterapeuta (terapia intensiva e terapia intensiva neonatal), fonoaudiólogo, nutricionista, profissional de educação física, psicólogo (área hospital e área organizacional), tecnólogo em radiologia e terapeuta ocupacional, técnico em anatomia e necrópsia, técnico em enfermagem, técnico em farmácia, técnico em histologia, técnico em laboratório, técnico em radiologia, técnico em radioterapia e técnico em saúde bucal.
As provas serão realizadas em Maceió, com data prevista para 27 de julho. Os locais, datas e horários de realizações das provas objetivas devem ser divulgados no dia 21 de julho no site do Idecan.
Confira o edital AQUI  
Fonte: G1 - Alagoas

Docentes têm perdas salariais




Docentes das Instituições Federais de Ensino prosseguem com a remuneração corroída pela inflação. O reajuste de 15,8% parcelado em três anos não recompôs o poder aquisitivo da categoria e também não refletiu ganho real para os professores. As análises fazem parte do levantamento do Dieese para o Andes-SN (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior).
A projeções tomam por base os índices inflacionários ICV/Dieese e IPCA/IBGE e foram feitas para os docentes do Magistério Superior e para os do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (Ebtt). Nos dois cenários as variações são semelhantes.
Segundo a presidenta do Andes-SN, Marinalva Oliveira, os estudos do Dieese demonstraram que “por trás do discurso do governo de que deu aumento aos professores, na realidade o nosso poder aquisitivo vem oscilando para baixo do patamar que tínhamos em 2010. Os reajustes não recuperam o poder aquisitivo dos docentes, corroído pela inflação do período.”
Ainda de acordo com o levantamento, ao considerar a projeção da inflação, com base na média dos últimos 30 meses, os docentes titulares com doutorado registram pequena recuperação, enquanto boa parte do restante da categoria continuou sem ganho real no período.
Fonte: O Dia

Governo não cede e novos reajustes só após 2015



O governo federal admitiu oficialmente, por meio da Secretaria de Relações de Trabalho do Ministério do Planejamento, que não vai conceder novos reajustes salariais em 2014 e reforçou que há em vigor um aumento escalonado que termina em janeiro de 2015. Assuntos como valorização do salário base e incorporação das gratificações e reajuste de benefícios vão se integrar a um novo ciclo de negociação, quando terminar a vigência dos acordos assinados em 2012 e 2013.
O posicionamento do governo federal já está nas mãos da Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal). Para o secretário-geral da entidade, Josemilton Costa, a campanha de 2014 vai além da questão salarial e temas como a reestruturação de carreiras, prevista nos documentos assinados, foram deixados de lado pelo governo: “Temos que aprofundar questões que vão muito além de aumento.
“Contudo, o governo se limitou a discutir somente a questão remuneratória.”
O economista Raul Velloso concordou com a decisão do governo de não conceder novos aumentos. Ele explicou que há pouco espaço para introduzir qualquer tipo de aumento diante da crise fiscal que o país vivencia.
“A crise foi estimulada pelo próprio governo, quando decidiu desonerar a carga tributária. Outro fator importante foi o ganho real nos últimos aumentos do salário mínimo. Portanto, chegou a hora de o servidor compreender que não há espaço para reajuste”, argumentou Velloso. Sobre a campanha presidencial de 2014, o economista avaliou que é comum o governo apertar os primeiros anos para conceder melhorias ao funcionalismo no último ano de gestão. Contudo, a crise fiscal impossibilitou aceno positivo.
Josemilton Costa rebateu a posição do economista e apontou que, atualmente, o governo pode destinar até 40% da receita corrente líquida para gastos com servidores públicos. Mas a União gasta em torno de 18%.
O Ministério do Planejamento informou que a valorização da força de trabalho e de expansão de pessoal por meio de concursos fizeram com que o gasto público com o pagamento de pessoal do Executivo Civil saísse do patamar de R$ 37,7 bilhões ao ano em 2002 para R$ 122,3 bilhões ao ano em 2013, crescimento de 224%. Segundo a pasta, no mesmo período, o IPCA variou 87%. O ministério ainda defendeu que agiu com cautela na preservação do equilíbrio fiscal para possibilitar a reversão da histórica defasagem salarial.
Fonte: O Dia

Saiba que são os principais partidos revolucionários brasileiros que atuam em alguns sindicatos de classe



Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) fundado em 1993, atuava anteriormente como uma tendência interna do Partido dos Trabalhadores (PT) denominada Convergência Socialista. Essa organização defende o marxismo revolucionário, baseando-se nas teorias e práticas de Vladimir Lenin, Leon Trótski e de Nahuel Moreno.
Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) fundado em 2004, ele foi constituído a partir de dissidências do Partido dos Trabalhadores (PT) e do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU). Abriga diversas correntes de esquerda, muitas delas leninistas, trotskistas, marxistas libertários e eurocomunistas.
Partido da Causa Operária (PCO) fundado em 1997 formado por militantes da corrente Causa Operária do Partido dos Trabalhadores (PT) e expulsos em 1991 por discordarem das alianças que o PT fez com outros partidos, tática que seria, segundo a corrente, estranha aos objetivos declarados do PT.
Os integrantes do PSTU, PSOL e PCO defendem o socialismo como Governo exclusivo dos trabalhadores, ou a chamada Ditadura do Proletariado, teoria defendida por León Trotsky, também não acreditam ser possível realizar o socialismo através das eleições, para eles só uma revolução social feita pelas massas trabalhadoras poderá derrotar definitivamente o capitalismo.
Partido Comunista Brasileiro (PCB) fundado em 1922, também conhecido como Partidão, é o partido mais antigo do país ainda em atividade, de ideologia marxista Leninista (Lênin) e uma parte marxista stalinista (Joseph Stálin), tendo alguns marxistas Maoistas (MaoTse-tung), cada uma dessas vertentes tem uma interpretação do Marxismo (socialismo/comunismo), eles defendem a concentração de tudo nas mãos do estado, a política de partido único, um estado sem religião, rejeitam também o direito a propriedade privada. A ideologia dos PCBistas é muito parecido com a defendida pelos demais revolucionários (PSTU, PSOL e PCO), mas que se diferencia por um detalhe, o Marxismo do PCB defende o socialismo em um só estado e não tem o caráter internacionalista do Trotkismo,
Conclusão
Os militantes de todos estes partidos (PSTU, PSOL, PCO E PSOL) rejeitam a democracia tradicional multipartidária, o direito a propriedade, defendem um estado ateu e incentivam a luta de classes como forma de se chegar ao poder.
A atuação deles no seio da sociedade brasileira está em todos os lados, as estratégias são diversas, eles tentam difundir suas ideias no meio estudantil com o objetivo de doutrina-los e prepara-los para uma revolução, eles também atuam nos sindicatos de classes, principalmente nos que representam os servidores públicos federais.
Cada um destes partidos tem organizações ligadas a cada seguimento da sociedade que vai desde o campo até ao meio artístico, onde suas ideias encontram guarida até mesmo no meio intelectual.
Nas universidades públicas e privadas, estes grupos disputam o controle dos diretórios estudantis. Entre os servidores, a disputa por espaço dentro dos sindicatos fogem a ética, pois se utilizam de vários artifícios, assumindo o total controle dessas entidades para manipular seus filiados numa luta política-partidária com os gestores, adotando uma postura revolucionária.
É preciso que a sociedade em geral esteja atenta a essas investidas dos camaradas, pois na ideologia socialista tira de nós a liberdade de se expressar, a liberdades política e religiosa, como também, o direito à informação e a propriedade, são alguns dos direitos que dificilmente se obtém num governo de política socialista.
Pense nisso!
*com informações dos sites: Wikipedia e Sete Barras em Foco
Fonte: Ufalsindical

Planejamento diz que não atenderá itens reivindicados pelos servidores federais

O Ministério do Planejamento formalizou em documento (veja aqui) respostas à pauta da Campanha Salarial 2014 dos servidores federais. Em audiência pública realizada nesta terça-feira, na Câmara dos Deputados, o secretário de Relações do Trabalho, Sérgio Mendonça, reforçou que o governo considera que está cumprindo os acordos firmados com diversas categorias, ainda que cláusulas permaneçam estagnadas. Para a Condsef um exemplo claro está no termo de acordo número 11 (veja aqui) que assegura negociação para discutir itens urgentes da pauta dos servidores do Executivo. No entanto, desde agosto de 2012, quando da assinatura do termo, nenhum avanço significativo foi alcançado em direção ao acordado. Na audiência também foi ponderada a necessidade de antecipação da parcela de reajuste prevista para 2015; um pleito justo baseado em estudo feito pela subseção do Dieese na Condsef que mostra que a previsão da inflação superou o que o governo previa para o período. Nem o reajuste de benefícios para o Executivo, como o auxílio-alimentação, sinalizado inicialmente como possibilidade, está sendo considerado pelo governo.
Com a conjuntura cada vez mais desfavorável, os servidores seguem discutindo como reagir para conquistar as demandas mais urgentes colocadas. A postura do governo cristalizada e inflexível não está deixando opções aos servidores que não o de pressionar pelo cumprimento de acordos estagnados. As atividades de pressão e a mobilização em torno das reivindicações colocadas devem continuar. Entre as próximas atividades está um dia nacional em memória das vítimas de acidentes de trabalho apontado para 28 de abril. No dia 1º de maio mais atos devem acontecer nos estados reforçando a luta dos servidores em busca de atendimento de sua pauta de reivindicações. No dia 6 de maio a Condsef realiza uma reunião com o seu Conselho Deliberativo de Entidades (CDE). Dia 7, um ato nacional com marcha à Brasília está previsto. No dia 8 a Condsef agendou nova plenária nacional para que a categoria siga discutindo processo de mobilização.
Inconformados com razão – Na semana passada, um artigo publicado pelo jornalista, analista político e diretor do Diap, Antônio Augusto de Queiroz, apontou motivos que dão sentido à irritação dos servidores com o governo. Além de destacar que as reivindicações colocadas pela categoria são absolutamente justas, Queiroz destaca que a lógica fiscalista e fazendária adotada pelo governo Dilma em relação aos servidores tem sido a principal razão da perda de apoio junto ao funcionalismo público que teve papel importante em sua eleição em 2010. Leia o artigo completo clicando aqui.
Se quiserem lutar por avanços nos processos de negociação com o governo os servidores devem acompanhar o calendário de atividades proposto em defesa da categoria e dos serviços públicos. O objetivo é intensificar as pressões junto ao governo para conquistar avanços nas negociações que seguem estagnadas.
Fonte: Condsef

quarta-feira, 16 de abril de 2014

CSP-Conlutas prepara combate durante a Copa do Mundo com o apoio dos servidores das universidades federais em greve



Na última quinta-feira (10) foi ao ar o programa semestral do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) em rede nacional de tv e rádio no horário gratuito destinado aos partidos políticos.
Na sua explanação, o Zé Maria, eterno candidato da sigla, fez fortes críticas a gestão petista e foi enfático em afirmar que o governo “precisa romper com os banqueiros, com as grandes empresas, o agronegócio, pois assim será possível investir 10% do PIB em educação”. Ele também falou da repressão policial contra o povo e da criminalização dos movimentos sociais, como também da abertura de processos contra ativistas, trabalhadores e juventude.
E o que mais chamou atenção na fala do Zé foi o convite dele em nome da CSP-Conlutas para se retomar as passeatas durante a Copa do Mundo, onde os militante do seu partido já estão mobilizados para protestar contra a realização do evento. 
A Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas) é uma organização política ligada ao PSTU e tem como um dos seus princípios a derrota do capitalismo e a construção do socialismo.
Muitas entidades estão filiadas a esse projeto revolucionário, como também federações e sindicatos nacionais, como o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN) e Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE), cada uma destas representações comandam milhares de servidores públicos em todo país, palanque perfeito para a propagação das ideias marxistas.
A Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras (FASUBRA) não é filiada a central dos revolucionário, como também, a nenhuma central sindical, mas na direção, que é colegiada, o grupo majoritário é composto por militantes dos partidos de ultra-esquerda, na coordenação geral tem um dos fieis escudeiro do Zé Maria, é o Gibran Jordão, que tem como principal propósito mobilizar os trabalhadores das IFES’s e mantê-los sob controle, alimentando-os de um discurso forte contra o governo, como assim faz o seu correligionário.
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Terceiro Grau Público de Curitiba, Região Metropolitana e Litoral do Estado do Paraná (SINDITEST/PR) é uma das entidades ligadas a CSP-Conlutas, ela tem sido usada pelos revolucionários para doutrinar os trabalhadores filiados, a grande parte dos diretores da entidade são filiados ao PSTU.
A assessoria jurídica da entidade tem como advogado o presidente do PSTU do Paraná, Dr. Avanilson Araújo, os dirigentes contrataram o correligionário sem licitação e sem consultar sua base sindical.
Os alunos da UFPR, UTFPR, UNILA e IFPR ligados a Assembleia Nacional dos Estudantes Livres (ANEL), entidade criada pelos revolucionários para se contrapor a União Nacional dos Estudantes (UNE), tem feito da sede do Sinditest seu quartel general e sempre estão presentes nas assembleias para usar o espaço pra pregar a revolução e a derrubada do governo.
Como podemos ver o PSTU, CSP-Conlutas e ANEL tem um só objetivo, tomar os sindicatos dos trabalhadores para promover a tão sonhada revolução.
Ficou claro no vídeo em que o Zé Maria foi o protagonista, tudo está planejada, a Copa do Mundo será o grande palco para o começo de tudo.
Na verdade esse levante tinha como projeto inicial o Fórum Nacional dos Servidores Públicos Federais, mas não deu certo, o jeito foi partir para o plano B.
A Fasubra, comandada pelo Gibran e seu seguidores já está em greve, no próximo dia 21 é a vez do Sinasefe, só falta o Andes-SN decidir pra completar o plano final.
É preciso que a categoria abra os olhos, pois estão sendo usados como massa de manobra político-partidário.
Fonte: Ufalsindical

Dirigente do Sinditest/PR e militante do PSTU, comenta a matéria de sua agressão a um aposentado filiado



O artigo publicado AQUI nesse último final de semana sobre a agressão cometida pelo Márcio Palmares a um aposentado filiado do Sinditest/PR deixou muita gente indignada na base da Fasubra, ninguém imaginava que uma pessoa de sã consciência fosse capaz de se comportar da maneira que o dirigente se comportou.
A ação criminosa do Palmares foi tema de debate nas redes sociais, uns defenderam o dirigente, tentado justificar a agressão, outros repudiaram e classificaram o ato com covarde.
Em um dos grupos de discussão no facebook, o militante do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) e integrante da Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas) comentou o caso e acusou o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) de serem os autores da publicação que ele classificou de difamatória e ainda acusou o blog de confundir e atrapalhar o movimento grevista em todo o país, usando o nome da UFAL e associando-se ao perfil do sindicato. "Este blog e alguns outros são usados pelos agentes do governo para fazer o trabalho sujo de calúnias contra ativistas de todo o país”. Disse o revolucionário.
Por nenhum momento ele justificou a sua atitude e nem negou que tenha ocorrido o fato, apenas demonstrou irritação por ter sido tema de publicação no blog, e ao mesmo tempo tentou persuadir as pessoas a não dar crédito ao que foi postado na página eletrônica, fazendo afirmações fictícias na tentativa de desviar o foco, como se ele fosse a vítima.
Em outro trecho do comentário do cabo eleitoral do Zé Maria (PSTU), ele desqualifica o blogueiro afirmando: O autor desse site fake foi definitivamente banido do grupo "Somos Técnicos Administrativos em Educação e Exigimos Respeito", pois não faz mais parte da categoria e usa o site fake para confundir e atrapalhar o movimento em todo o país”. O Márcio, de forma maquiavélica, nesse texto, começou a preparar o argumento para respaldar o pedido de expulsão dos membros do grupo que postaram o link para discussão, prática muito utilizada pelos camaradas do partido que ele milita.
Ainda em sua tentativa desesperada de não querer explicar os motivos da agressão praticada ao aposentado, ainda apela para que os membros do grupo não leiam as postagens como se ele fosse o imaculado, que não tivesse culpa alguma pelo ocorrido, ele disse: “Faço um apelo a todos os colegas e companheiros para que não deem atenção a essas postagens. Vou propor aos administradores desse grupo que excluam os agentes provocadores, pois se eles não têm espaço algum para suas asneiras na base, nas assembleias, não devemos nós fornecer espaço a eles no mundo virtual, nos espaços que nós mesmos criamos”.
O dirigente prova com essas palavras que realmente é um militante de um partido de pensamento único que não aceita opiniões contrárias as suas, e como alternativa a essa política de democratização nas redes sociais, apresenta a proposta de exclusão dos que ele chama de agentes provocadores.
Vergonhosa a conduta do Márcio Palmares que não é diferente da maioria esmagadora de seus correligionários.
No final do texto, ele encerra dizendo que está reunimos provas suficientes dos crimes de calúnia, injúria e difamação contra todos esses agentes provocadores e já fizemos a queixa. Em breve, eles terão de se reportar diretamente à justiça. Não precisamos perder mais tempo com isso”.
Ao analisar o texto, qualquer pessoa duvida que um menino tão bom e tão justo, tenha praticado lesão corporal contra um filiado aposentado do sindicato que ele é dirigente, esse Palmares é um verdadeiro CARA DE PAU.
Fonte: Ufasindical

Dirigente do Sinditest/PR agride aposentado sindicalizado em assembleia



Os filiados do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Terceiro Grau Público de Curitiba, Região Metropolitana e Litoral do Estado do Paraná (SINDITEST/PR), tem vivido um inferno astral com a atual diretoria da entidade, pois os casos de violência aos sindicalizados tem aumentado drasticamente nos últimos dias. Primeiro foi o caso Maurício de Souza, que desqualificou uma servidora sindicalizada, chamando-a de sem-vergona, intrigueira, casuíta, analfabeta, canalha e podre. Esse fato foi publicado AQUI e causou a maior indignação na base sindical da Fasubra, mas até agora não tivemos nenhuma posição da entidade.
Nesta última terça-feira (8) ocorreu outro episódio lamentável envolvendo outro dirigente do Sinditest, desta vez foi o Márcio Palmares, também militante do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), com um aposentado muito conhecido por toda comunidade universitária.
Antes do início da assembleia de greve chegou até o Palmares a informação que o filiado tinha desrespeitado algumas funcionárias do Restaurante Universitário (RU), no domingo (6). O dirigente decidiu de forma autoritária e com a prepotência que lhe é peculiar, expulsar o cidadão do recinto onde seria realizada a assembleia.
O Márcio, nem perguntou ao aposentado o que tinha acontecido, já foi empurrando e o acusando de ter assediado moralmente as mulheres do RU, um dos presentes, interviu e chamou o cidadão que estava transtornado com o grau de violência que foi tratado, mesmo com a situação sob controle, o dirigente insistia em esculhambar o pobre homem que não entendia porque estava sendo agredido e revidava, xingando o seu agressor, não satisfeito, o Palmares impeliu violentamente os dois homens colocando-os definitivamente para fora.

Os dois cidadãos que foram expulsos ficaram do lado de fora, o aposentado muito nervoso queria voltar, mas o colega tentava acalmá-lo e convencê-lo que não valia a pena, quando de repente, o Márcio chegou sorrateiramente e deu um soco no rosto do servidor inativo, a confusão foi retomada, o Gessimiel Germano que também é filiado da entidade, ao se deparar com aquela situação, repreendeu o Palmares dizendo: “...Não se pode agredir pessoas gratuitamente, ainda sendo um aposentado, filiado ao sindicato e com problemas de saúde, ele deve de ser respeitado...” O Youssef Ali, também membro da direção do Sinditest, se aproximou do Germano e o empurrou, esbravejando em alta voz: “Cale a boca, cale a boca...” Mas o servidor replicou dizendo: “Cale a boca você, não sou seu parceiro para me mandar calar a boca, procure os seus parceiros e grite com eles”.
Toda a confusão armada pelos revolucionários, só mostra o lado cruel da política da foice e do martelo implantada no sindicato. A atitude do Palmares deixou indignados muitos servidores, pois o ocorrido não tinha nada a ver com o que estava para ser discutido em assembleia, até porque o senhor que estava sendo acusado e condenado não tinha cometido crime algum, e mesmo que tivesse o Márcio não tem autoridade para proceder da forma que procedeu, assim como a atitude do Youssef.
Como podemos ver ao que tudo indica, as práticas adotadas pela direção do Sinditest, são as mesmas utilizadas nos países de regimes totalitários.
Pelo que estamos vendo, os sindicatos estão deixando de ser dos servidores sindicalizados para se transformarem em comitês eleitorais dos partidorecos de ultra-esquerda que pregam a revolução e a derrubada do governo, nesse circo utópico armado, onde a categoria é massa de manobra, tem um único objetivo, acabar com o sindicalismo brasileiro convertendo-os em movimento revolucionário anarquista.
Como disse Karl Marx: "A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa”.
Pensemos nisso!
Fonte: Ufalsindical