terça-feira, 29 de maio de 2012

Servidores também podem parar

Depois dos professores e dos alunos, os servidores técnico-administrativos da Universidade de Brasília (UnB) também podem entrar em greve. A categoria aprovou indicativo de paralisação para o próximo dia 11. Apesar de serem movimentos diferentes, ambos pretendem negociar com o Governo Federal a criação de novos planos de carreira para suas categorias. 
Os servidores discutem se entram em greve em nova assembleia marcada para quinta-feira, na Praça Chico Mendes, às 9h30. Os servidores exigem um piso de três salários-mínimos, com 5% de aumento a cada um dos 16 níveis de carreira propostos. 
Além disso, eles querem o reposicionamento dos aposentados que não atingiram o nível máximo da carreira e a equiparação do valor do tíquete-alimentação com os dos poderes Legislativo e Judiciário. Hoje os servidores da UnB recebem um auxílio para refeições de R$ 304, enquanto os servidores do Legislativo e do Judiciário ganham R$ 694 e R$ 704, respectivamente.
Fonte: Jornal do Brasil

Greve no HC suspende mil atendimentos por dia


Há seis anos, Isabel Gregório, 42 anos, viaja de Foz do Iguaçu para Curitiba uma vez por semestre para se consultar no Hospital de Clínicas (HC)da Universidade Federal do Paraná. Desta vez, ela perdeu a viagem de dez horas e meia. Portadora de ataxia de Friedreich, doença que afeta a coordenação motora e o sistema nervoso, Isabel tinha uma consulta marcada para hoje, mas não contava com a paralisação dos médicos do hospital, que começou ontem, deixando mais de mil pessoas sem atendimento. “Moro com dois tios doentes. Deixei um primo cuidando deles para vir pra cá”, diz.
A greve de 300 dos 400 médicos servidores do HC contra a Medida Provisória n.º 568, que reestrutura as carreiras dos servidores federais, reduzindo os salários dos médicos, foi deflagrada ontem e cancelou, além das mil consultas, 21 cirurgias apenas no primeiro dia. A previsão é de que ela dure até quinta-feira. “Os procedimentos eletivos, como cirurgias de hérnia, retirada de amídala e de vesícula e cirurgia plástica foram cancelados segundo critérios éticos e médicos”, afirmou a diretora do hospital, Heda Amarante. Até as 14 horas de ontem, apenas nove cirurgias haviam sido realizadas. A estimativa é de que quatro mil consultas eletivas e 160 cirurgias sejam canceladas durante os dias de greve.
A prioridade durante a greve será o atendimento de pacientes internados, em tratamento oncológico (câncer), em situação de urgência ou emergência e em pós-cirúrgico. A direção garante que quem precisar de exames ou de atendimento pediátrico também será atendido.
Prejudicados
Quem não conseguiu a­ten­dimento reclamou da falta de comunicação do hospital com clínicas e postos de saúde do interior. Muitos perderam a viagem e tiveram de esperar até o fim do dia para voltar às suas cidades. “Só me disseram que vão tentar remarcar minha consulta e me avisar por telefone. O que adiantou a gente vir até aqui?”, questiona Mara Pereira, de Jacarezinho, que trouxe a irmã, Juliana, de 19 anos, para uma consulta de rotina. Juliana sofre de epilepsia e tem acompanhamento no HC a cada três meses.
A direção do hospital recomenda que pacientes agendados até a quinta-feira entrem em contato com a Central de Agendamento para confirmar ou remarcar consultas e cirurgias. Porém, na tarde de ontem a reportagem testou o número de telefone da Central por dez vezes, mas não obteve sucesso em nenhuma das tentativas.
Serviço
Central de Atendimento do HC: (41) 3360-7833. A linha funciona das 7 às 18 horas. A previsão para o reagendamento é de um mês.
Fonte: Gazeta do Povo

Ministério da Educação considera precipitada greve em universidades federais


O Ministério da Educação considera precipitada a greve dos professores das instituições federais de ensino superior. Em nota divulgada no sábado (26), o ministério também nega que o piso salarial dos professores seja de R$ 557,51, como informou o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes).
Segundo o ministério, apenas 180 professores em um total de 70 mil, recebem R$ 1.597,92 por uma jornada de apenas 20 horas. “Com o aumento de 4% mais a incorporação das gratificações, o menor salário para um professor, sem nenhum titulo de pós-graduação (doutorado, mestrado ou qualquer especialização) com uma jornada de 40 horas é R$ 2.872,85. Um professor com dedicação exclusiva e título de doutorado recebe um mínimo superior a R$ 7 mil”, disse, no texto, o secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Amaro Lins.
De acordo com o ministério, o reajuste de 4% acordado com as representações sindicais, foi cumprido por força de uma medida provisória, assinada pela presidente Dilma Rousseff, no dia 11 deste mês, e publicada no Diário Oficial da União no dia 14. O ministério argumenta que esse reajuste foi definido antes, portanto, da deflagração do movimento grevista, e com efeito retroativo a março.

Quanto ao Plano de Carreira, as negociações se desenvolvem no âmbito do Ministério do Planejamento, e sua implementação é para 2013, diz o Ministério da Educação.
A greve nacional das universidades federais começou no último dia 17. Segundo o Andes, o movimento continua até que o governo apresente uma proposta para análise da categoria.
Fonte: Agência Brasil 

domingo, 27 de maio de 2012

Um mapa da greve dos professores no Brasil


O mapa das IFES que se encontram em greve mostra muitas coisas, além da disseminação nacional da greve dos professores das universidades públicas federais. Algumas outras informações devem ser acrescentadas: a UFGD e a UFSM também entraram em greve. No caso da UFG, o movimento grevista tem se instalado em vários campis do interior e não chegou à capital.
A Adufg pertence ao quadro das Proifes e, pressionada pelo movimento grevista nacional, indicou o dia 11/6 como data de início da greve, data em que se espera que uma greve geral do funcionalismo público se deflagre. Eis aqui o primeiro exemplo em que a base pode passar por cima da direção Proifes-PCdoB.
Quanto às demais Universidades que não estão em greve, entendo que uma parte da explicação encontra-se no fato de que muitas delas não estão mais vinculadas ao Andes, ou seja, se distanciaram do sindicalismo combativo para aderirem ao sindicalismo chapa branca. 
Várias das Ads dessas universidades estão ligadas ao Proifes: UFRGS, UFCSPA, UFMS, UFSCar, UFRN, UFBA e UFC. Dessas aí, soube que na UFRN a base está pressionando à diretoria pelega do PT por greve. 
A assembléia deverá ocorrer no dia 30/5 e teremos aqui um segundo exemplo em que a base passa por cima das decisões da direção Proifes-PT. No caso da UFSC, a APUFSC saiu do Andes sem filiação à nenhuma entidade nacional e com a atual direção é muito difícil sair qualquer tipo de greve. O mesmo ocorreu com a Apubh que representa os prof. da UFMG, mas pelo que pude notar irão discutir a possibilidade de deflagrar greve. 
A UNILAB parece que está se integrando ao sistema Proifes junto com a UFC na ADUFC e encontra-se no rol de IFES recém-criadas com muitos docentes em estágio probatório, o que dificulta a organização. UFPel e Unifei pertencem à base do Andes, mas não conseguiram emplacar a greve. No caso da UFPel, soube que estão organizando mobilizações/paralisações semanais. UFFS: acabou de criar a seção sindical do Andes, mas não há nada de mobilização. Esta Universidade está localizada em cinco campi e em três estados, o que dificulta sobremaneira a organização dos docentes que se encontram, na sua quase totalidade, em estágio probatório. UFABC está com indicativo de greve para o dia 31/5 (pertence à base do Andes). UNILA: os docentes possuem uma associação local e deflagraram greve.
Fonte: Blog Almoço das Horas

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Professores de todos os campi da UFMT aderiram à greve, diz Sindicato


A Associação dos Docentes da UFMT (Adufmat) informou nesta quarta-feira (23) que todos os campi da universidade federal estão em greve. O campus de Rondonópolis, cidade 218 km distante de Cuiabá, que tem um sindicato independente, também declarou adesão ao movimento grevista dos professores.
De acordo com Antônio Gonçalves Vicente, presidente da Adufmat de Rondonópolis, a categoria já estava em greve desde a última quinta-feira (17). Porém, os professores se reuniram nessa terça-feira(22) para deliberar sobre a pauta local. “Estamos em conformidade com a reivindicação nacional dos professores. Mas, também estamos nos reunindo para discutir a pauta local, daqui de Rondonópolis, já que o sindicato é independente do de Cuiabá”, relatou o sindicalista.
Em assembleia com os professores do Campus Universitário do Araguaia, o secretário da Adufmat, Adenil Claro, relatou que na reunião os professores ratificaram que estão em greve junto com a categoria de Cuiabá. “Hoje todos os campi da UFMT estão em greve”, afirmou.
Após se reunirem em um comando de greve local para avaliar a situação do movimento, os sindicalistas informaram que a categoria está unida na adesão da greve no estado. “Cerca de 45 instituições estão paralisadas no Brasil. Em Mato Grosso, 100% dos campi estão paralisados”, confirmou Tomás Boaventura, professor do departamento de história da UFMT.
Os 1,6 mil professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) devem se reunir nesta quinta-feira (24) para avaliar o andamento da greve geral da categoria. A paralisação da UFMT faz parte de uma mobilização nacional.
Segundo a assessoria da Adufmat, não estará em pauta nesta reunião o fim do movimento, uma vez que nenhuma proposta foi feita aos profissionais. “A greve continua. Não temos nenhuma previsão de término. Vamos apenas analisar o andamento do movimento”, disse ao G1 o presidente da Adufmat, Carlos Eilert.
A reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Maria Lúcia Cavalli Neder, afirmou em entrevista ao G1 que concorda com as reivindicações dos professores que decidiram entrar em greve, por tempo indeterminado. “Entendemos as reivindicações dos professores como justas”, declarou a reitora. Ela também admitiu que o salário atual do professor está “defasado”. No entanto, ela acredita que a greve vai atrasar o calendário escolar prejudicando os 1.600 docentes e quase 20 mil acadêmicos. A reitora confirmou presença na assembleia desta quinta-feira.
Revindicação
A categoria cobra do governo federal que seja cumprido um acordo assinado em abril de 2011. O acordo garante reajuste salarial de 4%, incorporação da Gratificação Específica do Magistério Superior (Gemas) e reestruturação da Carreira Docente.
Para resolver este impasse, a presidente Dilma Rousseff publicou no Diário Oficial da União uma Medida Provisória que reajusta os salários dos servidores públicos federais. Segundo o governo, os aumentos serão retroativos ao mês de março deste ano. No entanto, os professores alegam que a medida não contempla a criação do chamado Plano de Cargo, Carreira e Salário (PCCS).
Sem aulas
Conforme dados do Sindicato Nacional dos Docentes de Ensino Superior (Andes), os professores de 44 das 59 universidades federais do país estão em greve e cerca de um milhão de estudantes estão sem aulas.  O Ministério da Educação deve se reunir na próxima semana com representantes da categoria para buscar uma solução para acabar com a greve.
Ameaça de greve
Os técnicos da UFMT, bem como os técnicos das instituições federais de todo o país, também podem iniciar uma greve no mês de junho. De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação da UFMT (Sintuf), Benedito Boaventura, os profissionais esperam até o dia 30 de maio para que a presidente sancione um acordo firmado com o Ministério do Planejamento. “Queremos que eles cumpram o acordo da greve de 2007. Reivindicamos três salários mínimos como piso para a categoria, 5% entre um nível e outro, reposicionamento dos aposentados, além do pagamento do Valor Básico Complementar (VBC)”, disse ao G1.
Fonte: Portal G1

Greve das universidades federais continua, afirma Andes


Depois do apelo feito pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, para que os professores das instituições federais de ensino superior suspendam a greve, o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) declarou, no fim da tarde de hoje, que a paralisação continua até que o governo apresente uma nova proposta para suas reivindicações.
A presidente do Andes, Marina Barbosa, afirmou que o fato de o ministro ter feito o apelo demonstra a força da greve, que já conta com a adesão de 44 instituições, apoio de estudantes e discussão entre os docentes. De acordo com Marina, não houve nenhum fato novo que alterasse o curso da paralisação.
“O debate está acontecendo desde agosto de 2010. O dia 31 de março era o prazo definitivo para o governo apresentar a reestruturação da carreira, fechado a partir de um acordo emergencial feito em agosto de 2011. O processo corrido não justifica o atraso que ocorreu, nem a posição irredutível que o governo tem mantido na mesa de negociação. Não apresentaram nenhuma proposta”.
Os professores ganharam aumento de 4% e incorporação de algumas gratificações retroativas a março. Porém, Marina diz que a promessa de reestruturação da carreira não foi cumprida.
“Estamos há praticamente dois anos negociando e não há predisposição do governo em movimentar suas peças no tabuleiro. E as condições de trabalho estão precarizadas, com muita crise ocorrida no processo de expansão das universidades”, disse.
A greve nacional das universidades federais começou no último dia 17. Segundo o Andes, o movimento continuam até que o governo apresente uma proposta para ser levada às assembleias para análise da categoria.
Entre as revindicações dos professores está a incorporação de gratificações, acréscimo de titulação, melhores condições de trabalho e restruturação do plano de carreira nos campi criados com o Reuni.
Os professores também pedem aumento do piso salarial dos atuais R$ 557,51 para R$ 2.329,35, valor calculado pelo Dieese como salário mínimo para suprir as necessidades previstas na Constituição Federal. 
Fonte: Agência Brasil

Atitude de Mercadante demonstra a força da greve


A greve dos docentes ganha força a cada dia e já são 44 instituições federais de ensino paradas, que são base de 48 seções sindicais filiadas ao ANDES-SN. Uma demonstração da força da mobilização está no apelo feito pelo ministro da Educação, Aloizio Mercante, na tarde desta quarta-feira (23), para que os professores voltassem para sala de aula. 
“A coletiva do ministro mostra que ele reconhece a força da nossa greve”, argumentou a presidente do ANDES-SN, Marina Barbosa. Na entrevista que deu à imprensa, que foi ao ar ao vivo pelo canal NBR, Mercadante afirmou que os professores foram precipitados, já que termina em agosto o prazo legal para previsões no orçamento de 2013. 
Em resposta ao ministro, Marina Barbosa lembrou que o processo de negociação perdura desde agosto de 2010 e que a proposta apresentada pelo governo em dezembro daquele ano é a mesma do dia 15 de maio passado, quando houve a última reunião do GT carreira, criado para negociar o plano de carreira.
“O governo, na verdade, finge que negocia. Descumpriu acordo assinado com as entidades que previa o trabalho conclusivo sobre a reestruturação da carreira em 31 de março. Escuta os nossos argumentos, diz que eles enriquecem o debate, mas, ao final, mantém a mesma posição, contrariando, às vezes todas as outras partes representadas no grupo de trabalho”, contra-argumentou Marina.
“Ao contrário do que disse o ministro, o movimento dos professores não foi precipitado, estamos presentes em todos os espaços de negociação desde 2010, apresentando propostas e cobrando respostas do governo. E, até mesmo as correções ajustadas no ano passado para vigorar em março deste ano só se tornaram realidade, com a MP 568/12, depois que a categoria deliberou, no dia 15 de maio, que entraria em greve no dia 17.”, contestou a presidente do ANDES-SN. “A categoria está indignada, tanto que a greve explodiu em todo o país”, afirmou.
Negociações
Para Marina, a fala de Mercadante, ao invés de fazer os professores voltarem para sala de aula, vai aumentar a indignação de quem ainda não parou. “A nossa greve é justa, legítima e está sendo construída pela base. Entendemos a posição do ministro, mas quem decidirá sobre os rumos da greve será a categoria e ela está insatisfeita não só com as protelações constantes em relação à aprovação do plano de cargos e salários, como com a falta de infraestrutura nas nossas universidades federais”, adiantou.
A presidente do Sindicato Nacional disse, ainda, esperar que o governo, na reunião do GT carreira da próxima segunda-feira (28), receba o ANDES-SN com disposição efetiva de negociar. “Mesmo em greve, fomos recebidos por todos os governos, dos militares a Fernando Henrique Cardoso, esperamos da presidente Dilma a mesma atitude democrática”, argumentou. 

Veja, aqui, o quadro atualizado das instituições federais em greve.


Fonte: Andes

quarta-feira, 23 de maio de 2012

UFF adere à greve que já paralisa 42 universidades federais do país


Professores da Universidade Federal Fluminense (UFF) entram em greve hoje de manhã. A decisão de aderir ao movimento que já paralisou as atividades em 42, o correspondente a 74%, das 59 universidades federais do país, foi tomada em reunião na semana passada, mas anunciada apenas ontem. A UFF conta com 86 cursos de graduação presencial em unidades instaladas em nove municípios do estado, onde estudam cerca de 32,7 mil alunos.
No dia em que a UFF paralisa suas atividades, professores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) promovem assembleia para definir se irão integrar o movimento. A Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e a Unirio já estão em greve desde sexta-feira passada.
A paralisação foi iniciada na última quinta-feira, com a adesão de professores de 29 instituições federais de ensino - 27 universidades e dois institutos -, segundo a Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior (Andes). A categoria pleiteia carreira única, com 13 níveis de remuneração e variação de 5% entre estes níveis, incorporação das gratificações e percentuais de acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho.
De acordo com Aloísio Porto, do Comando de Greve da Andes, com o atual plano o professor precisa atuar por quase 30 anos para alcançar o topo da carreira. A insatisfação da categoria, segundo o sindicalista, explica a adesão ao movimento, que levou ontem à paralisação das atividades na Universidade de Brasília (UnB), da Federal de Juiz de Fora (UFJF) e da Federal do Pampa (Unipampa).
O Ministério da Educação informou, em nota, que uma medida provisória, publicada no Diário Oficial no último dia 14, assegurou o reajuste à categoria de 4% retroativo ao mês de março, além das gratificações específicas do magistério superior e de atividade docente do ensino básico, técnico e tecnológico. Com relação ao plano de carreira dos professores e dos funcionários das universidades federais, ainda segundo a assessoria de imprensa, a negociação prevê sua aplicação somente a partir de 2013.
Fonte: O Globo

terça-feira, 22 de maio de 2012

Professores da UFRJ aderem à greve nacional; pelo menos 41 universidades estão paradas


Os professores da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) decidiram, nesta terça-feira (22), entrar em greve por tempo indeterminado. Mais cedo, os professores de cinco campi da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) também anunciaram a adesão à paralisação nacional organizada pelo Andes-SN (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior). Até o momento, 41 universidades estão paradas, além de 3 institutos federais.
Segundo o Andes-SN, a categoria luta pela reestruturação da carreira de docente e por melhores condições de trabalho.
O presidente da Adufrj (Associação dos docentes da UFRJ), Mauro Iazi, acreditava na aprovação da greve mesmo antes da assembleia.  “Vivemos a contradição da expansão do ensino superior, sem recursos para acontecer. É preciso a regulamentação do plano de cargos, carreiras e salários, a reestruturação da carreira, a valorização do professor”, declarou.
Na UFF (Universidade Federal Fluminense), os professores entram em greve hoje. Uma assembleia está marcada para as 14 horas no auditório da Faculdade de Educação para traçar os rumos do movimento grevista. Às 16 horas, os professores fazem manifestação na Praça do Araribóia, em frente à Estação das Barcas em Niterói.
Fonte: Uol

Professores da Unifesp aderem à greve nacional


Reunidos em assembleia, os professores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) decidiram hoje (22) aderir à greve nacional da categoria deflagrada na última quinta-feira (17). Os professores da Unifesp paralisam as atividades a partir de amanhã (23). A instituição tem seis campi e apenas os docentes de Guarulhos ainda não aprovaram a paralisação.
Uma nova assembleia geral está prevista para a próxima terça-feira (29). Os professores reivindicam melhorias no atual plano de carreira. “Nós aguardamos agora a proposta que o governo deve apresentar na próxima segunda-feira”, disse a presidenta da Associação dos Docentes da Unifesp, Virgínia Junqueira. Procurada, a reitoria da Unifesp disse, via assessoria de imprensa, que não irá se pronunciar sobre a paralisação.
A Unifesp tem 1.213 docentes em seu quadro. No vestibular 2012, a instituição ofereceu 2.869 vagas. Atualmente, a instituição conta com 9.430 alunos matriculados nos cursos de graduação e 3.144 nos cursos de pós-graduação stricto sensu (doutorado, mestrado e mestrado profissionalizante) e 5.847 na pós-graduação lato sensu (especialização e aperfeiçoamento).
Fonte: Agência Brasil

Sobe para 41 o número de unidades federais de ensino superior em greve


Professores da UFPE em assembleia votando pela greve por tempo  indeterminado

Os docentes das universidades federais de Brasília (UnB) e de Juiz de Fora (UFJF) aderiram ontem segunda-feira (21) à paralisação nacional proposta pelo Sindicato Nacional dos Docentes de Ensino Superior (Andes). A greve não tem previsão para acabar.
Com as novas adesões, chega a 41 o número de unidades de ensino superior paralisadas, atingindo 37 universidades e institutos tecnológicos de todo o Brasil. Até a sexta-feira, quando foi divulgado o último balanço pela Andes, a greve atingia 39 unidades de 35 universidades e institutos.
Os professores reivindicam um plano de reestruturação da carreira, que teria sido prometido pelo governo federal para março deste ano. Entre as reivindicações está a redução de níveis de remuneração (de 17 para 13), variação de 5% entre os níveis e um salário mínimo para a carreira de 2.329,35 reais referente a 20 horas semanais (atualmente, esse valor é de 1.597,92 reais). Os professores pedem também melhores condições de trabalho e infraestrutura.
Por meio de nota, o Ministério da Educação (MEC) afirmou que o reajuste salarial de 4% - acertado com as entidades do setor em agosto de 2011 - está garantido por medida provisória, publicada no último dia 14 no Diário Oficial da União. O reajuste será retroativo ao mês de março. Já com relação ao plano de carreira dos professores e funcionários, o MEC diz que a negociação prevê a aplicação da medida somente em 2013.
Confira a lista de universidades que estão total ou parcialmente paralisadas:
Região Norte
- Universidade Federal do Amazonas 
- Universidade Federal de Rondônia
- Universidade Federal Rural do Amazonas
- Universidade Federal do Pará / Central
 
- Universidade Federal do Pará / Marabá
 
- Universidade Federal do Oeste do Pará
 
- Universidade Federal do Amapá
 
- Universidade Federal do Acre
 
Região Nordeste
- Universidade Federal do Maranhão 
- Universidade Federal do Piauí
 
- Instituto Federal do Piauí
- Universidade Federal do Semi-Árido (Mossoró)
 
- Universidade Federal da Paraíba
 
- Universidade Federal da Paraíba / Patos
 
- Universidade Federal da Paraíba / Cajazeiras
 
- Universidade Federal de Campina Grande
 
- Universidade Federal Rural de Pernambuco
 
- Universidade Federal de Alagoas
 
- Universidade Federal de Sergipe
 
- Universidade Federal do Recôncavo da Bahia
- Universidade Federal do Vale do São Francisco
- Universidade Federal de Pernambuco
Região Sul 
- Universidade Federal do Paraná
- Universidade Tecnológica Federal do Paraná 
- Universidade Federal do Rio Grande 
Região Sudeste
- Universidade Federal do Triângulo Mineiro 
- Universidade Federal de Uberlândia
 
- Universidade Federal de Viçosa
 
- Universidade Federal de Lavras
 
- Universidade Federal de Ouro Preto
 
- Universidade Federal de São João Del Rey
- Universidade Federal de Juiz de Fora
 
- Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri
- Instituto Federal de Minas Gerais
- Universidade Federal do Espírito Santo
- Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
- Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
Região Centro-Oeste
- Universidade Federal do Mato Grosso 
- Universidade Federal do Mato Grosso / Rondonópolis
 
- Universidade Federal de Goiás – Campus do Catalão
 
Distrito Federal
- Universidade de Brasília
Fonte: O Globo

Greve deve atingir as quatro universidades federais no Rio


Das quatro universidades federais do Rio de Janeiro, duas estão em greve. Nesta segunda-feira, cursos da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio) e da Universidade Federal Rural do Rio (UFRRJ) estavam paralisados. Na terça-feira, a Universidade Federal Fluminense (UFF) também vai aderir ao movimento. Está marcada para as 14h a assembleia geral de greve, seguida por um ato público. No mesmo dia, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) também realizará assembleia para definir se os professores cruzam os braços. Na semana passada, houve uma reunião em que foi aprovado o indicativo de greve. No dia 17, a UFRJ fez paralisação em alguns cursos.
Os integrantes do Sindicato dos professores da UFRJ (Adufrj) realizaram assembleias em todos os cursos, com exceção de enfermagem, letras e do Centro de Ciências da Saúde. “Independentemente de aprovar ou não a greve, a indignação é muito grande”, afirma o presidente do sindicato, Mauro Iasi. Os professores reivindicam um plano de reestruturação da carreira e melhores condições de trabalho e infraestrutura.
Um dos problemas das universidades é consequência do Reuni, programa do governo federal que tem por objetivo ampliar o acesso ao ensino superior. Na UFRJ, vieram à tona as deficiências no curso de medicina em Macaé, cidade do Norte Fluminense, onde os alunos sequer contam com um hospital universitário para as aulas práticas. O resultado foi a tranferência de 50 estudantes para a campos do Fundão, onde o Hospital Universitário Clementino Fraga Filho não atende as demandas dos próprios alunos. 
Na UFF, alguns cursos abertos em Rio das Ostras, na Região dos Lagos, usam contêineres como sala de aula. A presidente do sindicato dos professores da UFF, Eblin Farage, lembra que faltam laboratórios, recursos para obras iniciadas e técnicos do administrativo. “Não há condições de desenvolver o tripé estudo, pesquisa e extensão. Não é uma discussão exclusiva do professor, mas também do aluno, que fica prejudicado com tudo isso”, afirma Eblin.
A Unirio, a UFFRJ e a UFF trabalham com a ideia de “construção da greve”. Um movimento que deve ganhar adesão do corpo docente com o passar dos dias. Na Rural, o sindicato dos professores da universidade estima que 90% estejam em greve. “Não há notícias de um curso inteiro que não tenha aderido. Existem questões locais, mas observadas em várias universidades, todas ligadas ao programa de extensão (Reuni). Hoje, há problemas em obras iniciadas durante a expansão, falta de docentes e um número pequeno do setor administrativo para dar conta da expansão. Também existem dificuldades estruturais que dizem respeito à infraestrutura instalada, sem serem renovadas ou recuperadas”, explica Alexandre Mendes, professor de direito e integrante do comando local de greve da UFFRJ.
A categoria quer a incorporação das gratificações em 13 níveis remuneratórios (e não os 17 de atualmente), variação de 5% entre níveis a partir do piso para regime de 20 horas correspondente ao salário mínimo de 2.329,35 reais do Dieese e percentuais de acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho. A reestruturação da carreira, ponto central da greve, começou a ser discutida em 2010, segundo o Andes. O governo federal propôs que as federais não entrassem em greve e ampliassem o prazo de negociação até o dia 31 de março. Como o tempo estabelecido se esgotou sem avanços, os professores prometeram o que já vinham alardeando.
Fonte: O Globo

Professores de 38 universidades aderem à greve, diz Andes


Professores de 38 das 59 instituições federais de ensino aderiram à greve iniciada na última quinta-feira (17), segundo balanço do Sindicato Nacional dos Docentes de Ensino Superior (Andes-SN).
De acordo com o responsável pelo Comando Nacional de Greve do Andes-SN, Aluísio Finazzi, o atual plano de carreira não possibilita um crescimento satisfatório do professor. “Precisamos mudar isso, temos uma reunião marcada com o Ministério do Planejamento, o Ministério da Educação e sindicatos para o próximo dia 28. Esse período será de mobilização, pelo menos até essa data estaremos em greve”, disse  Finazzi.
Na Universidade de Brasília (UnB), os professores começaram a paralisar as atividades hoje (21). A decisão foi tomada em assembleia na última sexta-feira (21) e segue o movimento nacional.
O presidente da Associação dos Docentes da Universidade de Brasília (AdUnB), Ebnezer Nogueira, disse que a principal reivindicação é a reestruturação da carreira docente. Segundo ele, a categoria luta por essa melhoria desde 1987. Ainda de acordo com Nogueira, em agosto do ano passado, foi firmado um acordo com o Ministério da Educação (MEC), porém, nada foi concretizado. “Somos a única categoria que não teve a reestruturação do plano de carreira, este momento é muito importante para fortalecer o nosso movimento, precisamos estar firmes contra a desvalorização profissional dos nossos professores e professoras", acrescentou Nogueira.
A maior parte dos estudantes da UnB entrevistados hoje (21) pela Agência Brasil disse que as aulas não foram paralisadas. O presidente da Adunb minimizou a falta de adesão à greve afirmando que hoje é o primeiro dia e que, em geral, os professores começam a paralisar suas atividades ao longo da semana.
Em nota, o Ministério da Educação (MEC) informou que o plano de carreira de professores e funcionários deve ser aplicado somente em 2013. Segundo o MEC, as negociações salariais com a categoria começaram em agosto do ano passado, quando se acertou um reajuste de 4% - já garantido por medida provisória assinada no dia 11 de maio. O aumento será retroativo a março.
Fonte: Agência Brasil

sábado, 19 de maio de 2012

Andes informa que 37 instituições federais já aderiram a movimento de paralisação do ensino superior


O Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), informou ontem (18) que o número de universidades que aderiram à greve chega a 37. Ontem, quando foi deflagrada a paralisação, 33 instituições de ensino superior haviam decidido pelo movimento.
Os docentes pedem a reestruturação do plano de carreira e melhoria das condições de trabalho nos novos campi que foram criados nos últimos anos por meio do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni). 
O comando de greve da Andes informou que o atual plano de carreira não permite crescimento satisfatório do professor ao longo da carreira. O sindicato informou ainda que foram feitas mais de dez reuniões com o Ministério do Planejamento para revisão do documento, mas não houve avanço na negociação.
O Ministério da Educação (MEC)  disse em nota que tem confiança no diálogo e no zelo pelo regime de normalidade das atividades dos campi universitários federais. O governo ressalta que o aumento de 4% negociado em 2011 está garantido por medida provisória assinada no dia 11 de maio. O aumento será retroativo a março, conforme previsto no acordo firmado com os sindicatos.
Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Greve das Federais já conta com adesão de pelo menos 33 instituições


A insatisfação dos docentes com a política do governo pode ser comprovada com o alto índice de adesão dos professores ao primeiro dia da greve nacional convocada pelo Sindicato Nacional dos Docentes de Ensino Superior (ANDES-SN). Levantamento feito pelo Comando Nacional de Greve mostra que pelo menos 33 instituições federais de ensino (IFE) já aderiram à greve ontem, quinta-feira (17).
A deflagração da greve nestas instituições aconteceu após assembléias históricas nas seções sindicais do ANDES-SN, tanto pelo alto número de professores presentes como pelo debate político realizado. A expectativa é que novas instituições paralisem as atividades nos próximos dias.
CNG
O Comando Nacional de Greve foi instalado na tarde desta quinta (17) em Brasília (DF), na sede do Sindicato Nacional. Durante a instalação do CNG, a presidente do ANDES-SN, Marina Barbosa, ressaltou a força inicial da mobilização.
“Temos de reconhecer essa nossa vitória inicial, pois conseguimos, a partir da mobilização de base, retomar a capacidade de ação e reação do movimento docente”, frisou. 
A presidente do ANDES-SN lembrou que a categoria está sendo corajosa em enfrentar um governo que tem sido o guardião da lógica gerencial do Estado. “E a nossa categoria, para eles, precisa ser enquadrada, já que somos um dos poucos a questionar essa modelo”, afirmou. “Vamos enfrentar um governo duro, intransigente e autoritário, mas não tínhamos escolha”, acrescentou.
Para Marina Barbosa, a greve será um momento para que a categoria debata com a sociedade o modelo de universidade proposto pelo ANDES-SN e denuncie a falta de estrutura das instituições federais de ensino, principalmente as que foram expandidas pelo Reuni.

Ela também saudou os membros do CNG. “A Direção Nacional vai dar todo o apoio necessário, mas a responsabilidade política de vocês é enorme, já que são vocês que irão fazer a interlocução com as seções sindicais, fazendo gerar e circular o debate político”, afirmou.
Os presentes aprovaram o estatuto do CNG e também constituíram quatro comissões para organizar os trabalhos e atender às demandas da greve: Secretaria, Imprensa, Tesouraria e Infraestrutura.
Foi criado também um email (cngandes@andes.org.br) e disponibilizados duas linhas telefônicas para contato com os professores em plantão no Comando (61 3962.8426 e 3962.8427)
Confira a lista das Instituições Federais de Ensino onde a greve dos docentes começou quinta (17)*
1- Universidade Federal do Amazonas (ADUA)
2- Universidade Federal de Rondônia (SESDUF-RR)
3- Universidade Federal Rural do Amazonas (ADUFRA)
4- Universidade Federal do Pará /Central (ADUFPA)
5- Universidade Federal do Pará /Marabá (SINDUFPA-MAR)
6- Universidade Federal do Oeste do Pará (SINDUFOPA)
7- Universidade Federal do Amapá (SINDUNIFAP)
8- Universidade Federal do Maranhão (APRUMA)
9- Universidade Federal do Piauí (ADUFPI)
10 Universidade Federal do Semi-Árido (Mossoró) (ADUFESA)
11 Universidade Federal da Paraíba (ADUFPB)
12 Universidade Federal da Paraíba / Patos (ADUFPB-PATOS)
13 Universidade Federal da Paraíba / Cajazeiras (ADUC)
14 Universidade Federal de Campina Grande (ADUFCG)
15 Universidade Federal Rural de Pernambuco (ADUFERPE)
16 Universidade Federal de Alagoas (ADUFAL)
17 Universidade Federal de Sergipe (ADUFS)
18 Universidade Federal do Triângulo Mineiro (ADFMTM)
19 Universidade Federal de Uberlândia (ADUFU)
20 Universidade Federal de Viçosa (ASPUV)
21 Universidade Federal de Lavras (ADUFLA)
22 Universidade Federal de Ouro Preto (ADUFOP)
23 Universidade Federal de São João Del Rey (ADFUNREI)
24 Universidade Federal do Espírito Santo (ADUFES)
25 Universidade Federal do Paraná (APUFPR)
26 Universidade Federal do Rio Grande (APROFURG)
27 Universidade Federal do Mato Grosso (ADUFMAT)
28 Universidade Federal do Mato Grosso / Rondonópolis (ADUFMAT-ROO)
29 Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (ADUR-RJ)
30 Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (SINDFAFEID)
31 Universidade Tecnológica Federal do Paraná (SINDUTF-PR)
32 Instituto Federal do Piauí (SINDCEFET-PI)
33 Instituto Federal de Minas Gerais (SINDCEFET-MG)
* de acordo com último balanço realizado com informações enviadas ao Sindicato Nacional até às 17h.
Fonte: Andes

quinta-feira, 17 de maio de 2012

A Universidade Federal de Itajubá fez nesta quinta uma paralisação de 24 horas, e decidiu aderir à greve nacional a partir da segunda-feira (21).


No Sul de Minas, a Universidade Federal de Alfenas (Unifal) e a Universidade Federal de Lavras (Ufla) decidiram aderir à greve nacional da categoria. Na Unifal, será realizada uma manifestação de docentes na tarde desta quinta-feira (17). Alunos de alguns cursos entraram com pedidos para que as aulas não sejam suspensas. Os pedidos serão analisados nos próximos dias.
Na Unifal, apenas os serviços de laboratório e odontologia para o público externo continuam funcionando no campus de Alfenas (MG). Uma reunião com o colegiado está marcada para a próxima segunda-feira (21).
Na Ufla, a greve foi aprovada na assembléia reailzada na última segunda-feira (14). A adesão é de toda a classe. Uma reunião vai avaliar os rumos que o movimento deve tomar. Professores da Universidade Federal de Itajubá (Unifei) decidiram não aderir à greve.
Em Divinópolis, mais de 100 professores aderiram à greve e cerca de 1.300 alunos do campus Dona Lindu da Universidade Federal de São João Del Rey (UFSJ) vão ficar sem aula por tempo indeterminado.
Já em Uberaba, de acordo com a assessoria de comunicação da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), os educadores estão em reunião para decidir o comando da greve. A manifestação vai acontecer nesta quinta-feira (17), das 14h às 18h.
Em Uberlândia, segundo a Associação dos Docentes da Universidade Federal de Uberlândia (Adufu), mais da metade dos professores aderiu ao movimento. Ainda de acordo com a Adufu, só este ano a categoria fez três paralisações na cidade para chamar a atenção do Governo, que não atendeu as reivindicações da classe que incluem unificação das carreiras com incorporação das gratificações em 13 níveis remuneratórios, variação de 5% entre níveis a partir do piso salarial de R$ 2.329,35 e percentuais de acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho.
Fonte: Portal G1