quinta-feira, 17 de maio de 2012

Greve na Ufam ganha reforço com adesão do interior


Docentes de quatro das cinco unidades acadêmicas da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), localizadas no interior do Estado, aderiam à greve nacional dos professores federais, que teve início nesta quinta-feira (17). O movimento paredista se estendeu aos municípios de Itacoatiara, Humaitá, Parintins e Benjamin Constant, onde, por meio de assembleias locais, os professores votaram em favor da paralisação das atividades, por tempo indeterminado. Em Coari, a Assembleia será realizada nesta sexta-feira (18).
Em Manaus, mais de 70% das aulas foram paralisadas, de acordo com um levantamento feito pelo Comando de Greve Local (CGL), formado por aproximadamente 30 professores, representantes da maioria das unidades acadêmicas da capital. “A expectativa é que esse percentual aumente à medida que as ações de mobilização forem se intensificando”, disse o presidente da Adua, que apresentou o calendário de atividades do movimento, durante entrevista coletiva na manhã desta quinta.  “A natureza da paralisação é de ocupação e não de esvaziamento”, reforçou.
Nos municípios de Itacoatiara e Parintins a decisão dos professores foi unânime, com 44 e 42 votos a favor da greve, respectivamente. “A insatisfação é generalizada e, nesse momento, os professores mostraram que o nosso plano de carreira e os investimentos em educação devem ser priorizados por parte do governo. Por isso, é preciso parar”, disse o docente Lucas Milhomens, integrante do Comando de Greve de Parintins.
A assembleia de Benjamin Constant contou com a participação de 27 docentes, dos quais 20 votaram a favor da paralisação. A votação em Humaitá contou com 29 votos a favor e três contra. “Isso simboliza a expansão e o fortalecimento grevista que se legítima no interior com uma adesão poderosa”, afirmou Neto.
Neste último município, os professores realizaram na manhã desta quinta, um apitaço, como forma de protestar pela baixa condição de ensino. Nesta sexta-feira (18), a partir das 16h, os docentes fazem uma carreata pelas principais ruas da cidade e ainda panfletagem nas escolas públicas. “A maioria dos professores da unidade está realmente envolvida nesse processo”, informou a docente Priscila Freire, integrante do Comando de Greve de Humaitá.
Na avaliação da professora de Benjamin Constant, Flávia Melo, o resultado das assembleias é reflexo da situação precária em que se encontram os polos da Ufam fora de Manaus. “Além dos mesmos problemas que são de cunho nacional, como a reestruturação da carreira, e da capital, como falta de estrutura, as unidades do interior ainda sofrem com a falta de autonomia e o descaso administrativo em resolver problemas burocráticos”, disse.
Fonte: Adua

Greve de professores começa nesta quinta nas universidades federais

Professores de diversas universidades federais iniciaram nesta quinta-feira (17) uma greve por tempo indeterminado, segundo a Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior (Andes). A entidade afirmou que a paralisação pode atingir pelo menos 17 universidades em nove estados. Na manhã desta quinta-feira, instituições do Amazonas, Espírito Santo, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná e Pernambuco tiveram aulas comprometidas. No Distrito Federal, uma assembleia marcada para a sexta-feira (18) pode decidir pela adesão à greve a partir da terça-feira (22).
Ainda de acordo com a Andes, alguns institutos federais podem iniciar uma paralisação a partir da segunda-feira (21).
A categoria pleiteia carreira única com incorporação das gratificações em 13 níveis remuneratórios, variação de 5% entre níveis a partir do piso para regime de 20 horas correspondente ao salário mínimo do Dieese (atualmente calculado em R$ 2.329,35), e percentuais de acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho.
Na quarta-feira (16), o Ministério da Educação afirmou que não comentaria o anúncio de greve.
Fonte: Portal G1

Professores da UFPE entram em greve


Em assembleia realizada na manhã desta quinta-feira (17), os professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) decidiram decretar greve. A ata foi assinada por 218 professores, dos quais 189 votaram a favor da paralisação, 17 contra e 12 se abstiveram.
A mobilização é de caráter nacional. Em Pernambuco, os docentes da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) já paralisaram as atividades.
Os professores protestam contra a situação da carreira atual dos docentes e a estagnação nas negociações com o governo para um rejuste salarial. De acordo com o presidente da Associação dos Docentes da UFPE (Adufepe), Jaime Mendonça, o governo não cumpriu o acordo feito em 2011. O acordo garantia um reajuste de 4% a partir de março deste ano, incorporação da gratificação específica do magistério superior (Gemas) e compromisso de reestruturar as carreiras do magistério superior e ensino básico, técnico e tecnológico.
GREVES - A última paralisação, também de caráter nacional, foi em 2005 e durou cerca de três meses. A principal reivindicação era de um reajuste de 18%. Essa greve acabou sem que houvesse possibilidade de negociação com o governo federal.
Dois anos antes, em 2003, 28 centros de ensino federais tiveram as atividades paralisadas por quase dois meses, de julho a setembro. O protesto era pela retirada da PEC 40, que tratava da Reforma da Previdência. Ao final, se manteve a paridade entre ativos e aposentados.
Em 2001, a UFPE  e outras 53 unidades pararam para reivindicar reajuste de 75,58%, além da abertura de 8 mil vagas e da incorporação ao Gemas. Foram abertas 2 mil vagas e o reajuste variou entre 8% e 15%.
No ano anterior, os professores ficaram aproximadamente três meses de braços cruzados para que houvesse uma reposição de 64% e que os investimentos aumentassem. O resultado foi o impedimento do projeto de autonomia do Ministério de Educação (MEC).
A paralisação anterior contou com apoio dos estudantes e até com greve de fome de 14 professores em todo o Brasil. Foram mais de três meses parados, pedindo reajuste de 48,65%, recomposição do quadro de docentes e ampliação das vagas nas universidades. Entretanto, nenhum item da pauta foi conquistado.
Fonte: NE10

O blog da Greve atinge marca fenomenal


Adufal entrega ao reitor notificação de deflagração da greve


A Associação dos Docentes da Universidade Federal de Alagoas (Adufal) comunicou oficialmente ao reitor Eurico Lôbo a deflagração de greve da categoria a partir desta quinta-feira, 17. O vice-presidente da entidade, Márcio Gomes, entregou notificação sobre a decisão do movimento, tomada na última terça-feira.
O documento informa que a categoria deliberou, em assembleia geral, pela greve por tempo indeterminado e faz parte de movimento nacional puxado pela Associação Nacional dos Docentes de Instituições de Ensino Superior (Andes). O professor Márcio esclarece que a manutenção das atividades essenciais será negociada com o comando local e a Reitoria.
Para o reitor, o movimento é legítimo e faz parte de uma pauta nacional de reivindicações, desde 2010. “No entanto, o momento é delicado porque a greve interfere na dinâmica da universidade, mas vamos gerenciar da melhor maneira possível. Vamos aguardar o fim do movimento para reprogramar o calendário acadêmico, num esforço conjunto para não haver prejuízo no processo de formação dos nossos alunos”, reforçou.
Fonte: ASCOM /UFAL

Professores da Ufal realizam assembleia no primeiro dia da greve


Em greve por tempo indeterminado, os professores da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realizam nesta quinta-feira (17), a partir das 7h, manifestação no portão de entrada do Campus A. C. Simões, no Tabuleiro e às 9h30 fazem assembleia no Auditório Professor Nabuco Lopes, ali mesmo no Campus.
Na pauta, informes nacional e local, em especial uma análise sobre o andamento das negociações da reunião do grupo de trabalho (GT) Carreira, ocorrida no final da tarde de terça-feira (15); avaliação  do movimento e  encaminhamentos.
Às 11h será instalado o comando local de greve (CLG) e em seguida será elaborada a agenda do movimento paredista. Segundo o presidente da Associação dos Docentes da Ufal (Adufal, professor Antonio Passos, a  ideia é que os campi da Ufal sejam ocupados, durante todo o tempo que durar a greve, com manifestações político-culturais.
Para a professora Cida Batista de Oliveira, diretora da Adufal, esta greve tem um papel fundamental para a categoria, dada a justeza das reivindicações historicamente construídas pelo movimento no tocante à  reestruturação da carreira dos docentes das instituições federais, a dignidade do trabalho docente, a conquista de salários justos e a defesa da universidade pública, gratuita e de qualidade.
“Estamos cansados de esperar. Desde a década de 90 que lutamos pela unificação da carreira. O que o governo apresenta não satisfaz o conjunto do movimento”, reclama a dirigente. Segundo sua análise, salvo algumas pequenas modificações, o governo tem apresentado nas rodadas de negociações do GT Carreira os mesmo argumentos postos desde 2010.
De acordo com a professora, há, entre os companheiros docentes, um sentimento de frustração, tanto em relação às rodadas de negociação do GT Carreira, como pela Medida Provisória assinada na segunda-feira (14) pela presidenta, uma vez que o documento inclui itens  que não foram negociados com a categoria, como a questão da insalubridade que não contempla nem sequer o valor que vem sendo pago atualmente.
GT Carreira - Constituído em 2011, durante o processo de negociação com o governo, o GT Carreira é formado por representantes das diversas entidades de educação superior, como o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes/SN), Federação dos Sindicatos das Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes), Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe) e representantes dos ministérios da Educação (MEC) e do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG).
Fonte: Adufal

terça-feira, 15 de maio de 2012

Professores da Ufal deflagram greve por tempo indeterminado


Em assembleia realizada nesta terça-feira (15), pela manhã, no auditório da Reitoria, no Campus A. C. Simões, no Tabuleiro, a categoria docente da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) deliberou pela deflagração de greve por tempo indeterminado, a partir da quinta-feira (17). A decisão referenda encaminhamento do Sindicato Nacional dos Docentes de Ensino Superior (Andes/SN) em reunião realizada no sábado (12), em Brasília, com a participação de representantes de 42 universidades e institutos federais do País.
A plenária decidiu manter-se em assembleia permanente. Já na quinta-feira (17), os docentes fazem, às 9h30, avaliação do movimento, instalação do comando local de greve (CLG) e a elaboração de uma agenda para o movimento paredista.  “A ideia é que os campi da Ufal sejam ocupados, durante todo o tempo que durar a greve, com manifestações político-culturais”, disse o presidente da Associação dos Docentes da Ufal (Adufal), professor Antonio Passos.
Durante a assembleia, vários professores manifestaram insatisfação com o andamento das negociações junto ao governo. “Há uma indignação por conta dos salários defasados e em relação às negociações da reestruturação da carreira que vem se arrastando deste o ano passado, em reuniões com o governo sem ter até agora nenhum resultado. O que nos restou foi a alternativa da greve”, lamenta o dirigente.
Segundo ele, a expectativa é que o governo se sensibilize para as  reivindicações. “Estaremos abertos à possibilidade de negociações” , adianta, expondo que as negociações vinham ocorrendo com extrema morosidade e o que se espera é que com a deflagração da greve o governo conduza a mesa de negociação com maior celeridade, de forma a possibilitar que o impasse na reestruturação do plano de carreira seja solucionado em tempo hábil de constar na Lei de Diretrizes Orçamentárias para o ano de 2013.
Notificação - Cumprindo a exigência de 48 horas para que a greve seja considerada legal, a Adufal notificou à Reitoria, através de ofício, a deflagração de greve pela categoria, a partir do dia 17 de maio. No ofício, a entidade confirma que as atividades essenciais da instituição serão mantidas, de acordo com negociação a ser firmada entre a Reitoria e o CLG.
Fonte: Adufal

Professores da Ufal discutem sobre greve em assembleia desta terça-feira (15)


A Associação dos Docentes da Universidade Federal de Alagoas (Adufal) realiza assembleia geral, nesta terça-feira (15), às 9h30, no auditório da Reitoria do Campus A. C. Simões, no Tabuleiro. Na pauta, a análise das deliberações dos representantes de universidades federais, inclusive da Adufal, durante reunião do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES/SN)realizada no sábado (12), em Brasília.
Com a participação de representantes de 42 instituições federais de ensino superior (Ifes), o Andes/SN apontou o indicativo de greve para a próxima quinta-feira (17). Na votação, foram 33 instituições favoráveis à greve e três abstenções.
Representada por seu vice-presidente, professor Marcio Gomes Barboza e seu tesoureiro-geral, Aílton Silva Galvão, a Adufal votou favorável à paralisação por tempo indeterminado. “Como cada entidade tem direito a apenas um voto, nós votamos de mãos dadas, como forma de demonstrar, simbolicamente, a posição de unidade da entidade”, disse o professor Aílton Galvão.
Segundo ele, foi feita uma análise de conjuntura, contemplando os recentes contatos do Sindicato Nacional com o Ministério da Educação onde se ponderou o fato de a deflagração da greve interferir no processo de negociação com o governo, no entanto, o que falou mais alto foi o entendimento que a greve é um instrumento que os trabalhadores têm para pressionar o governo.
Em sua opinião, as paralisações dos dias 19 e 25 de abril contribuíram para que o governo se adiantasse em assinar a Medida Provisória (MP). A MP porém, não é tida como uma vitória para o movimento, uma vez que inclui pontos  que não foram negociados com a categoria, como a questão da insalubridade que não contempla nem sequer o valor que vem sendo pago atualmente.
“O governo paga o acordo emergencial firmado em agosto de 2011 que deveria ter sido implantado no contracheque de abril, no entanto, diminui os valores da insalubridade, o que representa perdas em nossos vencimentos”, aponta o dirigente.  
Segundo suas explicações, o governo propôs o acordo de agosto 2011 de forma emergencial para corrigir distorções que existem nos salários dos docentes, entretanto tal acordo não contempla os demais itens referentes à pauta de negociação, protocolada em julho daquele ano, tais como a garantia  de financiamento público para as instituições federais de ensino superior (Ifes), assegurando incrementos compatíveis para a expansão, com qualidade.
A carreira única para todos os docentes; a aposentadoria integral, de forma a assegurar a paridade entre ativos e aposentados; a contratação somente a partir de concurso público, pelo regime jurídico único e a garantia da gratuidade, integralidade e universalidade das ações dos hospitais universitários (HU’s) com adoção de medidas contra sua mercantilização e privatização são pontos que estavam na pauta e que não tiveram ainda resposta alguma do governo.
Fonte: Adufal

Professores federais entram em greve a partir de quinta-feira (17)


Pelo menos por enquanto, esta resolução não contará com a UFRJ. A última Assembleia Geral da Adufrj-SSind, no dia 10, deliberou por um indicativo de greve sem data (ou seja, a categoria ainda prepara as condições para uma eventual deflagração do movimento grevista na instituição). Neste dia 17, na UFRJ, haverá uma paralisação das atividades, com reuniões nas unidades, para que os professores possam discutir os problemas relativos ao salário, à carreira è às condições de trabalho. No dia 22, nova assembleia (na Praia Vermelha e no Fundão, simultaneamente) reavalia o indicativo de greve.
A greve, no Setor das Federais do Andes-SN, foi aprovada sem nenhum voto contrário, com 33 votos favoráveis e três abstenções. A reunião contou com a presença de 60 representantes de 43 Ifes. No momento da votação estavam presentes docentes de 36 instituições. 
Reivindicações
Tendo como referência a pauta da Campanha 2012 dos professores federais, aprovada no 31º Congresso do Sindicato Nacional e já protocolada junto aos órgãos do governo desde fevereiro, os docentes reivindicam a reestruturação da carreira - prevista no Acordo firmado em 2011 e descumprido pelo governo federal.  
A categoria pleiteia carreira única com incorporação das gratificações em 13 níveis remuneratórios, variação de 5% entre níveis a partir do piso para regime de 20 horas correspondente ao salário mínimo do Dieese (atualmente calculado em R$ 2.329,35), e percentuais de acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho.
Os professores também querem a valorização e melhoria das condições de trabalho dos docentes nas Universidades e Institutos Federais e atendimento das reivindicações específicas de cada instituição, a partir das pautas de elaboradas localmente. 

Vale lembrar que estas são reivindicações históricas da categoria docente e que a reestruturação da carreira vem sendo discutida desde o segundo semestre de 2010, sem registrar avanços efetivos.

O acordo emergencial firmado entre o Sindicato Nacional e o governo no ano passado, estipulava o prazo de 31 de março para a conclusão dos trabalhos do grupo constituído entre as partes e demais entidades do setor da educação para a reestruturação da carreira.
Por diversas vezes, o Andes-SN cobrou do governo uma mudança na postura e tratamento dado aos docentes, exigindo agilidade no calendário de negociação, o que não ocorreu. A precariedade nas Instituições Federais, em diversas partes do país, principalmente nos campi criados com a expansão via Reuni, também vem sendo há tempos sendo denunciada pelo Sindicato Nacional.
O que acontece agora?
A deliberação do Setor das Ifes será levada para as assembleias locais, que acontecem nesta segunda (14) e terça-feira (15), nas diversas seções sindicais do Andes-SN nas instituições federais brasileiras, para confirmação da greve na base. 
Uma vez referendada pelos professores de cada instituição, haverá notificação às reitorias e as atividades serão suspensas por tempo indeterminado. Deverão ser instaladas assembleias locais permanentes e constituídos os comandos locais de greve (CLG). As eventuais atividades que sejam consideradas essenciais serão assim entendidas e negociadas entre as instituições e os CLG, considerando suas especificidades.
Na quinta, 17 de maio, será instalado o Comando Nacional de Greve na sede do Sindicato Nacional, em Brasília. Neste mesmo dia, os servidores públicos federais realizam 24 horas de mobilização e paralisação geral da categoria.
Confira a agenda:
14 e15 de maio: rodada nacional de Assembléias nas Ifes para deflagração da greve localmente;
15 de maio: reunião do Grupo de Trabalho para Reestruturação da Carreira Docente, entre o Andes-SN, governo e demais entidades do setor da educação;
16 de maio: reunião do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Público Federais com o governo;
17 de maio: instalação do comando nacional de greve, às 14h na sede do Andes-SN;17 de maio: Dia nacional de mobilização e paralisação dos servidores públicos federais.
Fonte: Andes-SN

Professores da UFCG entram em greve por tempo indeterminado quinta-feira


Os professores da UFCG aprovaram hoje (14/05) pela manhã, por unanimidade, em assembleia geral, greve por tempo indeterminado a partir de quinta-feira (17/05)...
A categoria reivindica a reestruturação da sua carreira, com a valorização do piso, melhoria das condições de trabalho docente das IFES e incorporação das gratificações ao salário. A assembleia aconteceu no Auditório da Unidade Acadêmica de Arte e Mídia.
A decisão da assembleia considerou que a edição da Medida Provisória que foi editada pelo Governo para substituir o Projeto de Lei 2203/11 que está tramitando no Congresso e que atenderia os objetivos do acordo emergencial firmado em 2011, e não cumprido pelo Governo, é insuficiente para atender as reivindicações da categoria, porque a principal demanda dos professores é a reestruturação da carreira docente, que hoje possui inúmeras distorções e defasagens.
A negociação da reestruturação vem se arrastando deste o ano passado, sempre com o governo não oferecendo contrapropostas aos docentes, apesar de avaliar que a proposta de carreira apresentada pelo Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior – ANDES-SN é bem fundamentada e resolveria muitos dos problemas existentes na atual carreira. Ao mesmo tempo, o Governo tem sempre se negado a avançar nas negociações alegando é preciso antes avaliar o impacto financeiro da reestruturação.  
Os professores avaliaram que o Governo Federal só editou a Medida Provisória para substituir o PL 2203/11 porque a categoria mobilizou-se e ameaçava entrar em greve. Por outro lado, vários os docentes durante a assembleia também ressaltaram a intenção do Governo de desmobilizar a categoria ao editar a Medida Provisória sobre o acordo nas vésperas do início da greve, quando o acordo emergencial deveria ter entrado em vigor até o final de março.
A aprovação de greve aconteceu por unanimidade dos 78 professores presentes na assembleia. Assim que a decisão foi tomada, a assembleia iniciou a formação do Comando Local de greve e a escolha de um representante da ADUFCG no Comando Nacional de Greve, que funcionará em Brasília. Os Comandos serão instalados na quinta-feira pela manhã. Dezoito professores, além dos integrantes da diretoria, já integram o Comando Local.
Também na quinta-feira acontecerá uma paralisação que está sendo convocada pelo Fórum das Entidades representantes dos Servidores Públicos Federais. Um café da manhã está sendo programado para acontecer em frente ao portão principal da UFCG, em Campina Grande, como parte da mobilização.
Fonte: PB Acontece

Professores da UFMT entram em greve a partir de quinta-feira e 18 mil alunos ficam sem aula


Os professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) decidiram, na tarde desta segunda (14), entrar em greve por tempo indeterminado a partir de quinta-feira (17 de maio).  Foram 152 votos a favor, cinco abstenções e apenas 03 votos contrários à paralisação.
A categoria quer reajuste salarial de 4%, reestruturação da Carreira Docente e ainda incorporação da Gratificação Específica do Magistério Superior estabelecidos  no acordo assinado em abril de 2011 com o Governo Federal.
Segundo o presidente da Associação dos Docentes da UFMT (Adufmat), professor Carlinhos Eilert, o prazo máximo para o cumprimento do acordo seria 31 de março. “A data expirou sem que o governo cumprisse nenhum dos itens”, reclama, observando que o movimento também pretende sensibilizar a sociedade quanto à desvalorização do profissional da educação, “que há mais de 20 anos vem sendo negligenciada por todos os governos”.  Para o sindicalista, é por isso que os professores estariam “no chão da pirâmide hierárquica do serviço público federal”. O menor salário do docente federal hoje é R$ 557, 51, por 20 horas.
Os grevistas inclusive elaboraram uma pauta interna onde reivindicam melhorias do Restaurante Universitário (RU) e da Biblioteca Central, investimentos nos cursos de pós-graduação, especialização, mestrado e doutorado e cobram autonomia universitária e democracia nas relações internas.
Também criticam o modelo produtivista que teria contaminado a produção intelectual na UFMT,  as terceirizações do trabalho na Universidade e as regras do estágio probatório aplicadas aos concursados. A categoria quer ainda o respeito ao Estatuto da instituição, principalmente no ponto em que estabelece a realização de uma Assembleia Geral Universitária por ano.
Fonte: CircuitoMT

Professores da UFPR e da UTFPR entram em greve a partir de quinta-feira 17


Os professores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) entram em greve a partir da próxima quinta-feira (17). A principal reivindicação é a reestruturação do plano de carreira, que é levantada pelo sindicato nacional da categoria, Andes-SN, que aprovou a greve nacional no último sábado.
Em Assembleia Extraordinária Geral realizada na tarde desta segunda-feira (14), no auditório do Setor de Ciências Sociais Aplicadas da UFPR e transmitida para os campi Litoral e Palotina, os professores deflagraram greve na Universidade a partir da próxima quinta-feira.
De acordo com a seção sindical da UFPR, 90% dos cerca de 300 professores presentes na assembleia aprovaram a greve.
Segundo o diretor da APUFPR, Fabiano Dalto, o reitor Zaki Akel Sobrinho deve ser notificada oficialmente da decisão ainda hoje e já na quinta-feira, 72 horas após a deflagração, os professores paralisarão suas atividades. "Nossa pauta é uma sequência da pauta da greve do ano passado. O governo federal prometeu fazer um acordo com a gente até 31 de março, mas até o momento não recebemos nenhuma proposta", afirmou
Reivindicações
De acordo com o sindicato nacional, os docentes reivindicam a reestruturação da carreira. A categoria espera carreira única com incorporação das gratificações em 13 níveis remuneratórios, variação de 5% entre níveis a partir do piso para regime de 20 horas correspondente ao salário mínimo do Dieese (atualmente calculado em R$ 2.329,35), e percentuais de acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho.
Os professores também querem a valorização e melhoria das condições de trabalho dos docentes nas Universidades e Institutos Federais e atendimento das reivindicações específicas de cada instituição, a partir das pautas de elaboradas localmente.
A pauta local da UFPR será elaborada na próxima assembleia geral, que deve acontecer ainda essa semana. Um ato de lançamento da greve está marcado para a quinta-feira no pátio da Reitoria da Universidade.
UTFPR
Na UTFPR, dos 90 professores presentes à assembleia, 61 foram favoráveis a greve. De acordo com o presidente da seção regional na Universidade, Ivo Pereira de Queiroz, o comunicado e uma pré-pauta local será entregue ao reitor Carlos Eduardo Cantarelli e as direções setoriais ainda hoje. 
"Estabelemos duas frentes para começarmos a trabalhar, um comando de greve e a comissão de ética. Estabelemos também a Assembleia Geral de Greve, qualquer mudança nas negociações, os professores serão convocados para assembleias extraordinárias", completou.
Fonte: Banda B

Professores do Cefet entram em greve na quinta-feira


Professores do Centro Federal de Educação Federal Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG) decidiram que vão entrar em greve na próxima quinta-feira. As assembleias foram realizadas em cada universidade na tarde desta segunda-feira. A greve inclui todo o corpo docente e não tem data para terminar.  Amanhã professores de outras universidades devem se reunir para decidir se vão aderir a paralisação.  No último sábado, foi aprovada em âmbito nacional uma paralisação do Setor das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes) coordenada pelo Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN). universidades federais de Minas Gerais
Também estão na lista das instituições que podem começar a paralisação a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), Universidade Federal de Lavras (UFLA), entre outras escolas cujos representantes sindicais participaram de reunião em Brasília com o Ministério da Educação. A rodada de reuniões locais, em cada universidade, acontecem hoje e terça-feira. Os docentes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) não estão ligados ao Andes-SN, portanto não há indicativo de greve para a instituição. 
A reunião, na última sexta-feira entre sindicatos e o ministro da educação, Aloizio Mercadante, definiu que o governo transformasse o PL 2203/11 em Medida Provisória. A MP, que trata de reajuste para os docentes de universidades públicas, foi publicada nesta manhã no Diário Oficial da União (DOU). 
Mesmo com essa medida, o sindicato mantém o indicativo de greve, porque as revindicações vão além do reajustes autorizado pelo governo. Os servidores querem a reestruturação da carreira docente, com valorização do piso (o vencimento base hoje é R$ 557,51 para uma carga horária de 20 horas semanais); incorporação das gratificações; valorização e melhoria das condições de trabalho docente.
Fonte: Estado de Minas

Seguindo a UFPB, professores da UFCG entrarão em greve no próximo dia 17


Os professores da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) aprovaram, em assembleia geral realizada na manhã de ontem, no Centro de Extensão José Farias Nóbrega, greve por tempo indeterminado a partir do próximo dia 17 deste mês. Com a decisão, 1.200 professores paralisarão suas atividades a partir de quinta-feira e 15 mil estudantes ficarão sem aulas. Hoje será realizada uma reunião em Brasília (DF), na sede do Sindicato Nacional dos Servidores da Educação Superior para que seja oficializada a paralisação.
A reestruturação da carreira docente, prevista no acordo 04/2011, descumprido pelo Governo Federal, com a valorização do piso e incorporação das gratificações e melhorias das condições de trabalho dos docentes das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), são as principais reivindicações da classe.
Segundo Gonzalo Rojas, presidente dos Docentes da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), a tendência é que a partir de quinta-feira da semana que vem as aulas sejam suspensas.
"Teremos essa reunião na sede do sindicato onde será analisada, em conjunto com a deliberação de outras sessões sindicais, qual será a orientação para a decretação da greve. Pelo que estamos vendo dos resultados das assembleias de todo o Brasil, é muito forte a possibilidade de paralisarmos as atividades em sala de aula, já que o Governo Federal não cumpriu o acordo que nossa categoria tem proposto", destacou o presidente.
Com o cruzamento dos braços dos docentes, os sete campi da UFCG, Campina Grande, Patos, Sousa, Pombal, Cajazeiras, Sumé e Cuité, que totalizam cerca de 15 mil alunos e superam os 1.200 professores, terão suspensas suas atividades, o que poderá proporcionar o atraso no andamento dos cursos dos discentes, caso a paralisação se estenda por mais de um mês. A estudante Ana Mozzer, que cursa o primeiro período de Psicologia, lamenta a paralisação porque irá atrasar o andamento do curso. "Entendemos os anseios dos professores, mas não podemos deixar de ressaltar os prejuízos que os alunos têm com essa decisão", ressaltou.
Fonte: Jornal da Paraíba

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Paralisação nacional fechará UFAL na quarta e quinta-feira


Mobilização já. Conforme proposta aprovada no XXI CONFASUBRA, nesta quarta (9) e quinta (10) acontecerá paralisação nacional nas Universidades. É muito importante a participação de todos para mostrar que a categoria está unida em defesa de seus direitos. Não podemos continuar parados diante da falta de sensibilidade do governo federal que não quer atender nossa pauta de reivindicações.    
Os trabalhadores das universidades brasileiras integram a Campanha Salarial Unificada dos Servidores Públicos Federais que têm encontrado dificuldades para avançar nas negociações da pauta conjunta da campanha, principalmente no que tange a reajuste salarial e valorização dos benefícios. O Governo vem sinalizando muito de leve com a elevação de benefícios, mas somente para 2013, o que não atende as necessidades do funcionalismo.
quarta-feira (09/05) – 07 h0ras - ato público – portão de entrada da UFAL
quinta-feira (10/05) – 07 h0ras - ato público – portão de entrada da UFAL
Fonte: Sintufa

Servidores públicos federais paralisam atividades


Algumas categorias representantes do funcionalismo público federal decretaram paralisação geral nesta quarta-feira, 9. Auditores do Trabalho, funcionários da Receita Federal e previdenciários, delegados e peritos criminais da Polícia Federal, advogados e procuradores da AGU (Advocacia-Geral da União) interromperão seus trabalhos durante todo o dia. Segundo informações preliminares, a intenção é de não estender a greve para os próximos dias.
A paralisação é nacional e obteve adesão dos servidores goianos, que devem resguardar apenas os trabalhos de serviços essenciais, com a porcentagem mínima exigida por lei, de 30% dos trabalhos em normalidade. O grupo de servidores pede reajuste salarial, apontado com defasagem de cerca de 15% para os auditores e 20% para delegados. Além disso, também estão sendo reivindicados o fim imediato dos cortes e contingenciamentos orçamentários na Receita Federal, Ministério do Trabalho, na Polícia Federal e AGU; retomada dos concursos públicos; reestruturação das carreiras, com destaque para a valorização profissional; e, o fim da terceirização das atividades, valorizando as funções exercidas de apoio administrativo.
Em Goiânia, os servidores se reunirão a partir das 8h30 na sede da Receita Federal, onde pretendem realizar uma manifestação.
Fonte: Jornal Opção

Técnico-administrativos da Federal do PR param por 48 horas


O Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições Federais de Ensino Superior de Uberlândia (Sintet-UFU) comunicou que a categoria vai paralisar as atividades nesta quarta (9) e quinta-feira (10).
De acordo com membro da coordenação colegiada do Sintet José dos Reis de Oliveira, ações foram agendadas para marcar a paralisação em Uberlândia. “Os encontros devem prestar esclarecimentos aos sindicalizados e discutir sobre melhorias para a nossa categoria”, disse. Amanhã, às 9h, no Anfiteatro do bloco 5 O, no campus Santa Mônica da UFU, será discutida a saúde suplementar e do servidor. E na quinta-feira, às 14h, no Centro de Convivência, também no campus Santa Mônica, membros do Sintet-UFU vão se encontrar para discutir sobre a estrutura sindical.
No último dia 25, tanto o Sintet-UFU quanto a Associação dos Docentes da Universidade Federal de Uberlândia (ADUFU-Seção Sindical) suspenderam as atividades para mobilizar as categorias e discutir sobre melhorias reivindicadas – como reestruturação da carreira e valorização e melhoria das condições de trabalho.
Fonte: Correio de Uberlândia

Técnicos da UFS realizam paralisação nos dias 9 e 10 de maio


Edjanária Borges, presidente do Sintufs

Trabalhadores fazem ato público e dois dias de paralisação por reajuste salarial, aumento no auxilio alimentação e um aprimoramento no Plano de Carrreira.
Nos próximos diias 9 e 10 de maio, todos os trabalhadores das Universidades Federais no Brasil estarão paralisados com o objetivo de pressionar o Governo Federal para suas pautas, que vão do aumento do piso salarial para a categoria até o fortalecimento do plano de cargos e salários.
Em Sergipe, o SINTUFS  estará realizando uma agenda de atividades nestes dois dias, marcados por atos públicos e panfletagens nas instalações da Universidade Federal de Sergipe.
Para  a presidente do SINTUFS,  Edjanária Borges, essas paralisações vem como resposta ao descaso que o governo federal vem tratando as reivindicações dos técnicos administrativos da Universidades Federais.
“ Já passam de 50 reuniões e ainda não há uma posição concreta do Governo Federal em relação a nossa pauta. Fizemos a reivindicação de que o governo federal apresentasse uma proposta concreta até o dia 30 de maio, e a resposta que recebemos foi que eles só poderiam esboçar algum indicativo do que pleitiamos no dia 30 de julho. Essa situação é inconcebível, por isso que, em todos os lugares do Brasil, estaremos paralisados, “ afima, Edjanária.
Confiram a Agenda:
9 de maio
7:30: Ato Público em frente ao Hospital Universitário
9h:   Panfletagem e Ato Público no Hall da Reitoria  da UFS
14h – Panfletagem e Ato Público no Campus de Itabaiana
Dia 10 de maio
7:30: Ato Público em frente ao Hospital Universitário
11h:   Panfletagem e Ato Público  no Campus de Lagarto
Fonte: Agência Voz

OAB apoia paralisação de advertência de Advogados e Defensores Públicos Federais


O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil em Alagoas, Omar Coêlho de Mello, anunciou apoio da entidade à manifestação que as associações e sindicatos ligados aos Advogados Públicos Federais (Advogados da União, Procuradores Federais, Procuradores da Fazenda Nacional e Procuradores do Banco Central) e de Defensores Públicos Federais realizam nesta quarta-feira (09/05) em todo o País. Em Maceió, a manifestação acontecerá às 14h, na sede da OAB/AL (Praça Bráulio Cavalcante, 60, Centro).
O objetivo do movimento é demonstrar para a sociedade e autoridades os riscos de caos no funcionamento da defesa da União e dos cidadãos carentes devido ao sucateamento das condições de trabalho e constante evasão dos membros dessas carreiras.
As categorias também cobram que as autoridades federais encampem publicamente os pleitos das carreiras, que veem reivindicando governo federal melhorias estruturais, como aumento do número de servidores administrativos e de membros das instituições, dos sistemas de informática e física das repartições.
Os advogados públicos e defensores também pretendem provocar mudança de postura no Advogado-Geral da União e no Ministro da Justiça, para que apoiem propostas legislativas no Congresso Nacional que trazem aos Advogados e Defensores Federais prerrogativas isonômicas àquelas existentes para os magistrados e promotores, visando dar condições de igualdade no enfrentamento judicial.
O ato público será realizado a partir das 14h, em todos os Estados Brasileiros e em Brasília. Os integrantes das carreiras da AGU e DPU paralisarão suas atividades por 24h em advertência ao Governo para solução de seus problemas estruturais.
Para Omar Coêlho, a desconsideração do governo federal em relação à melhoria das condições de trabalho dos integrantes da AGU e da DPU é séria e preocupante, comprovando-se pelo abandono dessas carreiras por vários profissionais qualificados. “Dos sete procuradores nomeados este ano no Tribunal de Contas de Alagoas, dois abandonaram a carreira de procurador federal e um a carreira de procurador da Fazenda Nacional. Entre os 71 aprovados no último concurso para procurador da República este ano, 30 eram da AGU. A população não tem ideia do quanto a administração pública e a sociedade perdem, quando bons advogados públicos migram para outras carreiras. A OAB, por isso, apoia incondicionalmente a luta dos advogados, procuradores e defensores públicos, que apenas estão solicitando as condições básicas em qualquer escritório jurídico, para bem desempenhar suas funções”, justificou Omar Coêlho.
As carreiras - Os Advogados da União, Procuradores Federais, Procuradores da Fazenda Nacional e Procuradores do Banco Central são responsáveis pela defesa do Estado, das políticas públicas que beneficiama população e por grande economia aos cofres públicos. Entre suas atividades destacam-se, entre outras: defesa de obras do PAC, Copa do Mundo e Olimpíada; arrecadação em juízo de verbas federais desviadas por corrupção; de valores referentes a tributos sonegados; multas impostas por autarquias e agências reguladoras e a defesa do Poder Legislativo e dos parlamentares em juízo.
Já os Defensores Públicos Federais são responsáveis pela prestação de assistência jurídica ao cidadão carente, exercendo papel fundamental para que o acesso à Justiça seja efetivado a todas as classes sociais do País. Atuam em todo o território nacional nas causas em curso na Justiça Federal, Trabalhista, Militar e Eleitoral, apesar de contar com diminuto quadro de membros, incompatível com a complexidade e quantidade de suas tarefas.
Fonte: Alagoas Tempo