quarta-feira, 25 de abril de 2012

Paralisação de servidores interrompe parcialmente serviços da UFPR


Servidores federais fizeram um dia de paralisação nesta quarta-feira (25). Os atos envolveram funcionários e professores das universidades federais e de outros órgãos, como o Incra, INSS e o IBGE.
Alguns cursos da Universidade Federal do Paraná (UFPR) não tiveram aulas nesta quarta-feira, de acordo com a Associação dos Professores da UFPR (Apufpr). A entidade não fez o balanço de quantos cursos suspenderam as atividades nesta quarta. “Os cursos que dependem de laboratórios, como os de Informática e Biológicas não têm como ter aulas nesta quarta, pois não há servidores para atender. Os laboratórios estão fechados”, afirmou o presidente Apufpr, Luis Allan Künzle.
Os restaurantes universitários (RUs) da UFPR também não funcionaram nesta quarta-feira, de acordo com o Sinditest, sindicato que representa os servidores técnicos-administrativos. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da UFPR. Outros serviços, como bibliotecas e laboratórios, funcionaram parcialmente.
“Reduzimos o contingente administrativo, nem tudo está paralisado. Depende do servidor, tem gente que não parou”, segundo a diretora do Sinditest, Ana Paula Coelho. Ela não soube dizer o que parou ou não.
Protestos
Servidores federais de 31 entidades e professores de quatro universidades (UFPR, UTFPR, Universidade Federal da Integração Latino-Americana e Instituto Federal do Paraná) participaram de uma passeata da Praça Santos Andrade até a Boca Maldita nesta manhã. O ato estava previsto para começar às 10 horas, mas foi iniciado por volta das 10h40.
Os manifestantes trafegavam pela Rua Marechal Deodoro e o trânsito estava lento, por volta das 10h50. O trânsito ficou bloqueado no cruzamento com a Barão Rio Branco por 10 minutos. Carros, ônibus e motos seguiram pela pista à esquerda. Nenhum ônibus foi desviado.
O grupo chegou à Boca Maldita, por volta das 11h20, e discursos eram feitos para chamar a atenção da população para a paralisação.
Em outro protesto, no Guabirotuba, o trânsito foi bloqueado no cruzamento da Rua Alcides Terezio de Carvalho, com a Avenida Senador Salgado Filho, por volta das 10 horas. O trânsito ficou lento na região, por volta das 11h50, de acordo com a Secretaria Municipal de Trânsito.
Reivindicações
Os servidores técnico-administrativos da UFPR reivindicam reajuste salarial de 22,5% e implantação de um período para a negociação coletiva.
A mobilização se repetirá nos dias 9 e 10 de maio e poderá culminar em uma greve nacional - caso o governo ignore o pedido e não se disponha a negociar essa e outras reivindicações da categoria.
Os professores da UFPR re reuniram com o governo federal nesta tarde para negociação das reivindicações de professores para reestruturação da carreira e criação de uma política salarial para a categoria. “Hoje um professor com doutorado tem um salário inicial menor que o mesmo de um escrivão da Polícia Federal. E, 30 anos depois, acaba se aposentando com um valor menor também”, diz Künzle. De acordo com o presidente do Apufpr, “o governo não tinha nada para apresentar”. Também foi realizado um seminário das 14h às 16h para discutir a valorização do servidor público.
O indicativo de greve foi aprovado para 15 de maio, mas até o dia 10 de maio haverá assembleia de professores em cada cidade para decidir se terá ou não. Uma greve nacional tem mais peso, segundo a Apufpr.
INSS
Os serviços do INSS em Curitiba funcionaram normalmente nesta manhã, de acordo com a assessoria de imprensa do órgão.
Incra
No Incra, segundo o presidente do SINCRA e do Sindicato dos Peritos Federais Agrários (SinfPFA), Geraldo Batista, a paralisação é para chamar a atenção do descompasso existente entre discurso e política nacional. Ele diz que esta é a terceira paralisação dos servidores federais em 2012. Entre os principais pontos na pauta, está a equiparação salarial dos engenheiros agrônomos do Incra com os do Ministério da Agricultura. “Hoje recebemos 40% do salário de um engenheiro agrônomo do Ministério. Nossa última greve foi em 2008, com a mesma pauta, mas até agora, nada”, disse Batista.
No prédio do Incra, de acordo com Batista, estiveram pela manhã apenas a chefia e as pessoas que ocupam cargo de segurança.
Movimentos sociais participaram de ato
O MST e o Movimento Popular por Moradia também participaram do ato desta manhã. Eles fizeram uma lista de nomes das pessoas que ocuparam o Bolsão do Sabará em fevereiro e que em março teve o mandado de reintegração de posse cumprido. Os servidores federais na passeata, em solidariedade, paralisaram o cruzamento das ruas Barão do Rio Branco e a Marechal Deodoro para que entregassem a lista a algum representante da Cohab.
Fonte: Gazeta do Povo

Paralisação reuniu servidores em Cuiabá


Representantes sindicais de servidores federais se reuniram na manhã desta quarta-feira (25), na Praça Ulisses Guimarães, em frente ao Pantanal Shopping, para protestar por melhores salários e contra a postura do Governo Federal, que não estaria cumprindo os acordos firmados com a categoria.
O movimento contou com o apoio dos integrantes do Movimento dos Sem Terra e reuniu cerca de 250 pessoas no local, entre servidores federais e apoiadores do movimento.
Porém, a paralisação no Estado, que acompanha um movimento nacional da categoria, não teve o apoio esperado dos servidores e os órgãos continuam funcionando normalmente.
Segundo o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Federais de Mato Grosso (Sindsep-MT), Carlos Alberto de Almeida, o ato servirá como um termômetro nacional da vontade que os servidores demonstram de lutar por melhorias para a categoria.
“Aqui faremos uma votação para saber qual é a vontade que os servidores têm de entrar em greve, mas não tenho dúvidas que aqui teremos 100% de apoio”, afirmou.
O presidente explicou que o Estado irá acompanhar o que for decidido em Assembleia Geral a ser realizada dentro de uma semana em Brasília (DF), quando então será votado se a categoria irá cruzar os braços por tempo indeterminado
Almeida lamentou, porém, a falta de participação dos servidores no movimento realizado hoje e afirmou que a ausência não foi por falta de divulgação da paralisação ou medo de represálias.
“Eles não tem medo de entrar em greve, é comodismo. Só vamos conseguir alguma coisa se tivermos unidade”, avaliou.
Reivindicações
A manifestação que acontece em todo o Brasil surgiu por indicação da Confederação Nacional do Serviço Público Federal (Condsef) e uma pauta unificada foi criada.
Os servidores federais reivindicam a expansão do reajuste salarial aplicado pela tabela 12.267 – que beneficiou apenas cinco carreiras – para todas as carreiras com nível superior e nível médio. O reajuste pedido giraria em torno de 85%, de acordo com o presidente do Sindsep-MT.
A categoria reclama da ausência de uma data-base para reajuste salarial e indica que o dia escolhido seja o dia 1º de maio, realização de negociação coletiva e direito irrestrito à greve.
Os servidores federais também pedem por paridade salarial entre ativos, aposentados e pensionistas.
“O aposentado vê seu salário reduzido em 40 e até 50%”, disse Almeida.
A categoria reclama do não cumprimento, por parte do Governo Federal, de acordos firmados nas mesas de negociações salariais.
“Saímos daqui, vamos à Brasília, gastamos com passagens, alimentação, e achamos que fechamos um acordo. Daí, eles nos surpreendem com Projetos de Lei que vão contra o que foi acordado”, reclamou.
Os servidores federais pedem pela retirada de projetos de lei considerados abusivos pela categoria. O presidente citou como exemplo os casos da PL 248/1998 – que daria direito à demissão de servidores por insuficiência depois de avaliados por três vezes – e da PL 549/2009, que propõe o congelamento salarial dos servidores da união por 10 anos.
Participaram do movimento, além do MST e do Sindsep, o Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sindijufe-MT), o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe-MT) e o Sindicado dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal de Mato Grosso (Sintuf-MT), bem como a Central Única dos Trabalhadores (CUT-MT).
Fonte: Midia News

Servidores da Ufac fazem dia de paralisação


Vestidos de preto ou uma faixa no punho, os profissionais paralisaram atividades. A maior reclamação da categoria é que em plena campanha salarial, as entidades nacionais representantes dos servidores públicos federais têm encontrado dificuldades para avançar nas negociações com o governo.
Os servidores públicos federais voltam a protestar neste dia 25 de abril, quando acontece o Dia Nacional de Lutas com paralisação de atividades em todo o Brasil dos trabalhadores do Executivo, Legislativo e Judiciário.
De acordo com os servidores, o Governo Federal tem dito não a todas as justas demandas apresentadas pelos servidores para garantir condições de trabalho, remuneração e consequentemente qualidade no atendimento público.
Tratados até agora com descaso no processo de negociações, os servidores públicos estão reagindo e pretendem lutar por melhores condições salariais.
“Entre 2011 e 2012, governo que decretou zero de reposição às perdas inflacionárias no salário dos servidores, já concedeu ao empresariado aproximadamente R$ 155 bilhões em isenção fiscal. Enquanto isso, no mesmo período, retirou das áreas sociais mais de R$ 105 bi”, disse o técnico administrativo da Ufac, no campus floresta, Givanildo Ortega, finalizou.
Fonte: Tribuna do Jurua

Docentes e técnicos da Ufal cruzam os braços nesta quarta


Os professores e técnicos da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) paralisam suas atividades durante esta quarta-feira (25). Eles reivindicam um reajuste linear de 22,08% para todos os servidores públicos federais, entre outros itens da campanha salarial de 2012, e protestam contra o descaso do governo em relação à pauta de reivindicação que vem sendo apresentada desde 2011. Professores e técnicos estão concentrados em frente ao Campus A.C. Simões, em Maceió, ao som da banda de pífano Flor do Nordeste. 
“Nos últimos nove anos, o governo não fez nenhuma correção em nossos salários, ignorando até as perdas inflacionárias. Para se ter uma ideia, os docentes iniciam a carreira com um vencimento básico de apenas R$ 557,51, para um contrato de 20 horas. Portanto, abaixo do salário mínimo vigente”, expõe o presidente da Associação dos Docentes da Ufal (Adufal), professor Antônio Passos. 
Ele lembra que a reivindicação está prevista na Constituição Federal, que, em seu artigo 37, inciso X, assegura revisão geral anual, sempre na mesma data e sem distinção de índices a todos os trabalhadores do serviço público. 
Construída em conjunto com os servidores, a pauta de reivindicações de 2012, além do reajuste linear, é composta por eixos como a definição da data-base em 1º de maio e a política salarial permanente, com reposição inflacionária. Eles também cobram o cumprimento de acordos firmados e a supressão dos artigos 86 e 87 do PL 2203/11, que mudam os níveis de insalubridade/periculosidade. Por fim, os trabalhadores também exigem a paridade entre ativos, aposentados e pensionistas.
Amargando perdas de quase 40% em seu poder de compra, os professores cobram o pagamento do acordo emergencial de agosto de 2011, cuja vigência foi definida para março de 2012. Ainda referente às negociações do ano passado, a categoria afirma aguardar as definições do grupo de trabalho – que volta a se reunir, em Brasília, nesta quarta – sobre a reestruturação da carreira dos profissionais.
“A categoria está cansada de esperar. A paralisação de hoje, a exemplo da que ocorreu na última quinta-feira (19), demonstra a insatisfação dos servidores públicos diante da falta de uma política salarial para o setor público”, reforçou Antônio Passos, acrescentando já haver indicativo de greve, por tempo indeterminado, previsto para 17 de maio. Caso esta entre em vigor, seguindo o calendário, os técnicos e demais servidores ingressam a partir do dia 30 de maio.
Um dos docentes, Cristóvão Péricles, é a favor da paralisação, mas critica a forma não-acadêmica que o protesto está sendo executado. "Sou um pouco reacionário quanto à paralisação. Ela deveria acontecer de outro modo, com seminários, debates e discussões", comenta, tomando por exemplo o barulho banda de pífano e de alguns protestam à frente do carro de som. Péricles se retém a comentar o posicionamento dos colegas que não pararam as atividades.
Técnicos do Hospital Universitario (HU) também apresentam suas reivindicações. De acordo com a técnica em enfermagem do HU, Risonilda Costa da Silva, em 2007 ocorreu o último reajuste da classe - de 28% dividido em três vezes -, após greve dos auxiliares. 
"Queremos melhoria na alimentação e que haja concurso público", reforça a técnica em enfermagem. Ela lembra ainda que a classe não é a favor da privatização do HU, pois acredita que o serviço deve ser integralmente destinado ao Sistema Único de Saúde (SUS). Risonilda afirma também que pelo menos 42% dos servidores da Ufal são ligados ao Hospital Universitário.
Outras paralisações ficaram marcadas para acontecer nos dias 09 e 10 de maio. Se efetivada, espera-se que apenas 50% dos servidores entre em greve.
Fonte: Gazeta Web

Reunião com Planejamento não avança em nada

A reunião com o Ministério do Planejamento e representantes de 31 entidades nacionais que participam da Campanha Salarial 2012 não trouxe avanços nos processos de negociação com o governo. O Planejamento voltou a utilizar o discurso de austeridade e não trouxe propostas efetivas para as demandas urgentes apresentadas pelos servidores. A reivindicação de reajuste linear de 22,08% com correção das distorções foi mais uma vez rejeitada pelo governo. As entidades se preparam para apresentar uma contraproposta que deve ser enviada ao Planejamento ainda esta semana. A contraproposta é baseada em estudos encomendados ao Dieese que levam em conta a inflação dos últimos dois anos e o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro do mesmo período. Com a falta de avanços nas negociações, mais do que nunca é importante que os servidores se mobilizem e realizem um forte dia de lutas que possa chamar atenção do governo para a necessidade urgente de promover ações concretas para assegurar melhoras no serviço público brasileiro.
Ontem, terça-feira 24, ainda ocorreram outras duas reuniões das quais a Condsef participou. Uma tratou de demandas dos servidores da Ciência e Tecnologia. A outra, com participação de representantes de 17 setores da base da Condsef, estava agendada para as 18 horas, mas acabou atrasando e começou às 20 horas. Até o fechamento desta nota o encontro ainda não havia terminado. Ainda não se sabe o que o Planejamento pretende discutir em conjunto com esses setores que possuem demandas específicas diversas. Entre eles estão: Imprensa Nacional, Arquivo Nacional, AGU, PECFAZ, PEC/Cultura, Incra, Funai, DPRF, DFMM, MEC, MAPA, M. Justiça, Embratur, DPU, HFA, MRE e MTE. Um grupo de servidores do HFA fez vigília em frente ao Planejamento aguardando o resultado desta reunião.
Na quinta, 26 a Condsef também participa de mais uma reunião para discutir a lei 12.277/10 que concedeu tabela salarial diferenciada para cinco cargos de nível superior do Executivo. A entidade também segue cobrando confirmação do Planejamento para reuniões com os demais setores de sua base como PCCTM, Inmetro, INPI, Anistiados, Area Ambiental, Evandro Chagas, ABIN, FNDE, INEP, DNIT e Agências Reguladoras.
Fonte: Condsef

Técnicos e professores paralisam atividades e aulas são suspensas


Os técnicos-administrativos e os professores da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realizam, na manhã desta quarta-feira (25), uma manifestação na entrada do Campus A.C. Simões, no bairro Cidade Univesitária, com a proposta de sensibilizar a comunidade acadêmica para as revindicações salariais e o indicativo de greve geral, previsto para o dia 17 de maio.
As aulas estão suspensas durante todo o dia no campus. A mobilização, organizada por técnicos do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Alagoas (Sintufal) e Docentes da Universidade Federal de Alagoas (Adufal), reivindica que o governo federal cumpra o acordo firmado em 2011, que inclui a incorporação da Gratificação de Estímulo ao Magistério Superior (Gemas) ao vencimento básico, mais 4% aplicados sobre este valor para os professores.
Para os técnicos-administrativos, a reivindicação maior é a manutenção do Programa de Cargos e Carreiras (PCCS) da classe. “O Governo quer modificar o nosso programa e impedir o crescimento salarial do profissional”, critica Risonilda Costa do Sintufal.
Para Antônio Passos, presidente da Adufal, as aulas estão suspensas durante todo o dia na universidade. A reivindicação dos professores é pela criação de uma plano de carreira único evitando desigualdades na remuneração. “Por isso as decisões são a nível federal, outras mobilizações estão sendo realizadas em várias universidades do páis. O governo federal ainda se nega a negociar com a categoria”, explica Passos.
A paralisação desta quarta-feira (25) foi decidida durante uma assembleia realizada pelas categorias no último dia 17. Nela também ficou decidido o indicativo de greve para os professores proposto para o dia 17 de maio, caso o Governo não apresente uma proposta. “Aí nós paramos por tempo indeterminado”, alerta Passos.
Fonte: Tribuna Hoje

terça-feira, 24 de abril de 2012

Sintufal fará ato público no portão da Ufal



O Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Alagoas – SINTUFAL está organizando um ato público na entrada da UFAL nesta quarta-feira (25) Dia Nacional de Luta. Além dos técnico-administrativos em educação das universidades, todos os demais servidores públicos federais de todo país estarão aderindo à paralisação.
O ato público do SINTUFAL está marcado para acontecer a partir das 7h da manhã. A entidade espera contar com o apoio de sua base que está desacreditada com a falta de ações concretas e transparência administrativa.
A última greve da categoria ocorreu o ano passado e durou quatro meses. Durante esse período, o governo manteve a posição de não negociar com os grevistas. De acordo com o calendário da Fasubra, 30 de maio é a data-limite para chegar a um acordo com o governo. 
A paralisação nacional dos servidores foi convocada pelo Fórum de Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais, que também marcou para o dia 17 maio uma marcha a Brasília.
Fonte: Ufalsindical

Servidores das universidades federais vão parar na quarta-feira


Os funcionários técnico-administrativos das universidades federais decidiram paralisar as atividades na próxima quarta-feira (25) e, também, nos dias 9 e 10 de maio. A categoria reivindica aumento do piso salarial, atualmente R$ 1.034,59, reajuste do auxílio-alimentação e valorização da carreira.
Segundo a Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Brasileiras (Fasubra), a falta de resultados em relação à última greve foi o principal motivo que levou a categoria a decidir por uma nova paralisação. Os servidores técnico-administrativos pedem aumento do piso salarial para um valor correspondente a três salários mínimos (cerca de R$ 1,9 mil), além de efetivar o acordo firmado em 2007 com o governo.
De acordo com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, o diálogo com os representantes dos servidores é constante. As reivindicações estão sendo analisadas pelo secretário de Recursos Humanos, Sérgio Mendonça, que na próxima terça-feira (24) se reunirá com a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef).
A última greve dos servidores técnico-administrativos das universidades públicas federais ocorreu no ano passado e durou quatro meses. Durante esse período, o governo manteve a posição de não negociar com os grevistas. A paralisação foi considerada ilegal pelo Superior Tribunal de Justiça depois de ação da Advocacia-Geral da União (AGU). De acordo com o calendário da Fasubra, 30 de maio é a data-limite para chegar a um acordo com o governo. 
Fonte: Agência Brasil

Servidor Público Federal, no dia 25 de abril mostre sua força


Se há uma crise que preocupa e atinge gravemente a população brasileira esta não é a crise do capital financeiro, mas sim a do serviço público. A população trabalhadora reclama dos governos atendimento público, com qualidade, às suas necessidades de saúde, educação, segurança, transporte entre outras. O excesso de problemas que afeta as pessoas tem raiz na distorção do orçamento público. Mesmo obtendo recordes de arrecadação a cada mês, o governo continua não priorizando investimentos em melhorias urgentes nos serviços prestados à sociedade e muito menos na valorização dos servidores públicos.
Em plena campanha 2012, as 31 entidades nacionais representantes dos servidores públicos federais têm encontrado dificuldades para avançar nas negociações com o governo. Sob o discurso da austeridade, a área econômica mantém a reserva orçamentária destinada a remunerar com altas taxas o capital financeiro e tenta jogar sobre os ombros dos trabalhadores a conta da crise internacional.
Até o momento o governo tem dito NÃO a todas as justas demandas apresentadas pelos servidores para garantir condições de trabalho, remuneração e consequentemente qualidade no atendimento público. Entre 2011 e 2012 o mesmo governo que decretou ZERO de reposição às perdas inflacionárias no salário dos servidores, já concedeu ao empresariado aproximadamente R$ 155 bilhões em isenção fiscal. Enquanto isso, no mesmo período, retirou das áreas sociais mais de R$ 105 bi.
Tratados até agora com descaso no processo de negociações, os servidores públicos precisam reagir e lutar. Por isso, NO DIA 25 DE ABRIL, quarta-feira, TODOS os servidores e servidoras do Brasil DEVEM PARTICIPAR DO DIA NACIONAL DE LUTAS COM PARALISAÇÃO DE ATIVIDADES. A categoria conta com o APOIO DA POPULAÇÃO nesse momento, pois essa é uma luta necessária para que o governo respeite não só os trabalhadores do setor como toda a sociedade.
Basta de descaso. Mais do que nunca é importante reativar os fóruns estaduais e federais de unidade entre as categorias de servidores. É hora de ampliar a unidade entre os setores de todas as esferas. Trabalhadores do Executivo, Legislativo e Judiciário precisam se unir. Servidor (a), no dia 25 de abril faça sua parte. Mobilize-se em seu local de trabalho. Reforce essa luta. Você que paga impostos, apoie essa causa, ela também é sua!
UNIDADE POR UM SERVIÇO PÚBLICO DE QUALIDADE
ASSIBGE-SN –ANDES-SN – ANFFA-SINDICAL – ASFOC – ASMETRO-SN – CTB - CUT - CONDSEF – CNTSS – CONFELEGIS – CSP-CONLUTAS –FASUBRA – FENALE – FENALEGIS – FENASPS – FENAJUFE – FENASTC – FENAPRF – MOSAP – PROIFES – SINAL – SINAIT – SINAGÊNCIAS –SINTBACEN – SINASEFE – SINDLEGIS –SINDIFISCO NACIONAL –SINPECPF – SINDIRECEITA – SINASEMPU – UNACON-SINDICAL

Fonte: Coord. Nacional de Entidades de Servidores Federais (Cnesf)

domingo, 9 de outubro de 2011

O Blog da Greve encerra, temporariamente, suas atividades

A greve terminou e o blog da greve encerra as suas atividades. Agradeço aos que de forma carinhosa e respeitosa colaboraram para que esse projeto se tornasse uma ferramenta fundamental de comunicação da categoria.
Estamos com um novo projeto. Nesse novo espaço manteremos a mesma plataforma de trabalho do GREVE UFAL. Porém com um conteúdo mais amplo para promover a política de formação de opinião dos que se ligam na net.
O Blog da Greve continuará existindo, mas sem receber atualizações e, só voltará a ser atualizado quando houver uma nova greve das universidades, enquanto isso, a bola da vez agora, se chama UFALSINDICAL que será acessado no seguinte endereço: www.ufalsindical.com
Espero contar com todos os participantes do Blog da Greve nesse novo projeto. Aguardo vocês.
Roberto Marinho 

sábado, 8 de outubro de 2011

UFAL - a greve terminou

Risonilda Costa avalia a greve como positiva
Durante o período em que estivemos greve, pude perceber que a categoria é aguerrida e tem folego para fazer o trabalho, mesmo diante das dificuldades que temos dentro da nossa universidade.
Sinto-me orgulhosa de fazer parte de um grupo de pessoas que pensa diferente e age diferente. Fomos atacados de todas as formas e de todos os lados durante a greve, pelos que eram contrário ao movimento grevista. Tentaram, de forma caluniosa, desqualificar a competência dos que queria fazer a greve, mas resistimos e estamos aqui firmes e fortes para continuar nossa jornada de lutas, com o compromisso com a ética e acima de tudo, com a verdade e a transparência.
Agradeço a todos por terem acreditado na luta, por terem visto nela, o único caminho para chegarmos ao nosso objetivo. Infelizmente não tivemos êxito perante este governo, mas tivemos um movimento forte, coeso e verdadeiro. É lamentável que alguns desertores que estiveram todo tempo engajados na luta, agora no final, estranhamente, se levantaram contra, questionando as estratégias, e até mesmo, a conduta adota pelo Comando Local de Greve. Porém a categoria, de forma avassaladora, respondeu com muita convicção, de que lado estavam e optaram em ficar do lado verdade, do lado dos que acreditaram até o fim.
A greve acaba, mas a luta vai continuar porque temos muito o que fazer. É preciso que todos, efetivamente participem das assembleias convocadas pelo Sindicato, pois essa é uma das formas de saber quais as políticas que estão sendo desenvolvida para o crescimento intelectual e social dos filiados e, como e em que está sendo aplicado o dinheiro da categoria.
Enfim, continuaremos defendendo a moralização do sindicato e acreditando que ainda é possível trabalhar de forma séria, para que o sindicato possa, de uma vez por toda, trabalhar para defender cada filiado de todo tipo de perseguição e não se calar diante das investidas arbitrárias da gestão para com o servidor.
“O verdadeiro sindicalista não teme a nada nem a ninguém simplesmente luta”. (Risonilda Costa)

A greve na UFAL terminou

Em greve há 120 dias, os servidores da Universidade Federal de Alagoas - UFAL voltam ao trabalho na segunda-feira (10), conforme decisão da categoria, na histórica assembleia do dia 5 de outubro.
Na sexta-feira (7), em mais uma assembleia e última da greve, os servidores técnico-administrativos, fizeram um balanço do movimento grevista das universidades federais de todo país, como também, a mobilização local. Todos foram unânimes em afirmar que, apesar do fracasso na pauta nacional, a pauta apresentada em reunião com a reitora, houve um avanço considerável que se traduz em conquista.
Nos discursos que foram proferidos, alguns tentaram apresentar argumentos para o desfecho negativo da greve da Fasubra, colocando que a divisão de forças políticas dentro da federação foi a grande responsável pela desastrada investida do movimento paredista. Outros protestaram contra o posicionamento de alguns dirigentes do Sintufal contrários a greve, lembrando que o ano que vem terá eleição e a categoria não pode esquecer quem de fato são os que representam os trabalhadores. “Essa greve serviu para que pudéssemos mapear os que estão do lado do servidor e os que não estão. Não precisamos citar nomes porque todos nós já sabemos em quem votar nas próximas eleições”. Disse o servidor do HU, Roberto Marinho.
Durante a assembleia foi questionada a indicação da enfermeira Lindinalva Freitas, Diretora de Enfermagem do Hospital Universitária para ser homenageada com a medalha dos 50 anos da UFAL. Os servidores do HU que estavam presentes no pleno ficaram indignados com a indicação por entender que a indicada não tem uma boa aceitação dentro do corpo de enfermagem, pois trata os seus subordinados sem ética e com parcialidade. A servidora Nadir -auxiliar de enfermagem da UCI Neonatal, citou o nome de Ana Maria, enfermeira da UTI Geral. “Não conheço no HU uma pessoa mais digna de ser homenageada. Ela é uma pessoa que trata a todos com respeito”. Disse a servidora que foi aplaudida por todos.
O Sintufal, também deveria apresentar a sua indicação para ser homenageado, e de forma democrática o nome foi escolhido em assembleia. O servidor Romulo Rogério, apresentou o nome do ex-presidente do sindicato nos anos 90 e já falecido, Valdemir Vieira, que logo foi defendido por Evilázio que lembrou da trajetória do dirigente na vida sindical. “Ele marcou a historia como um dos fundadores e presidente do Sintufal, mesmo não estando no nosso meio, ele é merecedor do nosso reconhecimento”. Disse o servidor. Dois nomes foram apresentados, mas no final, por unanimidade, foi escolhido o do ex-presidente.
No final da assembleia foi apresentado um vídeo com as fotos de algumas atividades da greve. Foi um momento de grande emoção que arrancou lágrimas e aplausos dos presente. A greve acabou!
 “Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia...” (Lulu Santos).

 
  
 
 
 
 
 
 
 
 
 



quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Setor público faz terceirização falsa, afirma Ipea

O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), professor Márcio Pochmann, afirmou que os gestores do Estado, em todas as esferas, praticam a chamada “terceirização falsa” ao substituir postos de trabalho ocupados por servidores efetivos (especialmente em áreas como administração, vigilância, asseio e conservação, alimentação, e transporte), por empregados terceirizados sem garantia da estabilidade. Ele foi um dos participantes da primeira audiência pública promovida pelo Tribunal Superior do Trabalho, que teve seu início na manhã de terça-feira (4) e terminou ontem (5).
No setor público, dados indicam que o custo da subcontratação de um trabalhador é no mínimo três vezes maior do que o da contratação direta e, em alguns casos, até dez vezes, observou o professor. Já no setor privado, as características negativas do processo são a competitividade espúria, as atividades simples exercidas em função da baixa escolaridade e qualificação profissional e, por fim, a terceirização falsa para os trabalhadores sem condições de contribuir por 12 meses, num ano, para a Previdência Social.
O professor Márcio Pochmann ainda equiparou a terceirização de mão de obra a uma “quase reforma trabalhista” por possibilitar uma alteração significativa na forma de funcionamento do mercado de trabalho brasileiro. Segundo Pochmann, essa discussão nos anos 90 seria quase impossível ante o predomínio do pensamento único que pregou “falsas verdades” — que o Brasil não criaria mais empregos assalariados, que o futuro seria somente do empreendedorismo, que a CLT era arcaica, e que a indústria não geraria mais postos de trabalho.
De acordo com dados do Ipea, entre os trabalhadores terceirizados demitidos, somente um terço consegue reempregar-se novamente num período de 12 meses, ou seja, dois terços deles levam mais de um ano para conseguir um posto de trabalho novamente. Isso dificulta a contribuição para a Previdência Social, pois eles dificilmente terão condições de se aposentar em 35 anos de trabalho, por não terem 35 anos de contribuição. “Tornar a terceirização regulada, civilizadamente, ajuda a fortalecer a subcontratação sadia, simultânea ao método de extirpar as ervas daninhas”, defendeu. “Essa é a expectativa de todos que acreditam que o Brasil inova e se moderniza toda vez que a justiça se faz presente. Não se espera algo diferente da Justiça do Trabalho do Brasil”, concluiu Márcio Pochmann
Fonte: Consultor Jurídico

A greve dos Correios continua, proposta foi rejeitada

Até perto das 19h desta quarta-feira (5), 24 sindicatos haviam rejeitado a proposta, após realização de assembleias, segundo José Gonçalves de Almeida, diretor da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect).
São eles: Acre, Amazonas, Bahia, Campinas (SP), Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Santa Maria (RS), Santos (SP), São José do Rio Preto (SP), São Paulo, Sergipe, Uberaba (MG) e Vale do Paraíba (SP).
Proposta
Na véspera, a Fentect aceitou o acordo que foi levado para votação em assembleias nesta quarta. O documento precisaria ter o apoio de pelo menos 18 dos 35 sindicatos vinculados à entidade para passar a valer e, caso fosse aprovado, os funcionários retornariam ao trabalho já na quinta-feira.
A proposta encaminhada e rejeitada nas assembleias previa reposição da inflação de 6,87% retroativo a agosto e um aumento linear de R$ 80 a partir de outubro. Dos 21 dias da greve, 15 seriam compensados em finais de semanas e 6 seriam descontados a partir de janeiro de 2012, sendo meio dia por mês, num total de 12 parcelas.
Nas reivindicações da categoria, que tem data-base em agosto, os trabalhadores pedem aumento salarial linear de R$ 200, reposição da inflação em 7,16% e piso salarial de R$ 1.635.
De acordo com Almeida, da Fentect, os principais entraves para o acordo são o desconto dos dias parados e o índice de reajuste oferecido. “Queremos que todo reajuste seja na nossa data-base, que é em agosto. Não queremos receber aumento à prestação. Estamos há quase dois anos sem reajustes, aí oferecem R$ 80, que é um valor irrisório, para pagar em outubro”, defende o diretor. “É impressionante que a melhor empresa deste país paga o pior salário.”
O piso da categoria, atualmente é R$ 807. Outra reivindicação dos trabalhadores é a reposição das perdas salariais acumuladas entre 1994 e 2010, que dariam, segundo a Fentect, 24,72%. “A gente quer este valor pago conforme o crescimento da empresa”, diz.
Posição dos Correios
Em nota, os Correios informa que a direção “empreendeu todos os esforços possíveis para que os empregados voltassem ao trabalho depois de acordo direto, fechado com as entidades sindicais”.
A empresa diz que “mantém as portas abertas para o diálogo e segue defendendo que o retorno à normalidade ocorra da forma mais rápida possível”.
Segundo os Correios, a adesão à paralisação caiu para 23 mil trabalhadores. “Isso significa que 80% do efetivo dos Correios segue trabalhando normalmente, garantindo a maioria dos serviços, com entrega de 2/3 da carga diária.”
Até a terça-feira, cerca de 136 milhões de correspondências estavam atrasadas no país, segundo os Correios.
Fonte: Enfoco Notícia

Servidores demitidos no governo Collor poderão ser readmitidos

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado aprovou hoje (05) a reabertura de prazo para apresentação de pedido de anistia por parte dos servidores demitidos ou exonerados entre 1990 e 1992, durante a reforma administrativa realizada no então governo de Fernando Collor. A matéria segue agora para o Plenário da Casa com pedido de urgência, aprovado também pela comissão.
Durante a reunião, representantes dos servidores que aguardam por esta decisão para buscarem a reintegração aos quadros do Executivo federal vibraram a cada pronunciamento a favor do projeto. Ao final, o presidente da comissão, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), teve que interromper sua fala devido à algazarra feita pelos defensores do projeto, que bateram palmas fervorosamente.
Na semana passada, as emendas não foram votadas por um pedido de vista solicitado pelo senador José Pimentel (PT-CE) e outros senadores porque o governo pedira um levantamento do número de pessoas que poderão se beneficiar da decisão. Para Pimentel, a Lei 8.878/1994 já havia aberto a possibilidade de anistia aos demitidos e, desde então, foram reintegrados diversos servidores em ministérios, fundações, autarquias e empresas públicas. As emendas em discussão reabrirão o prazo para aqueles que ainda não conseguiram dar entrada aos seus pedidos. De acordo com o autor do parecer, senador Edison Lobão Filho (PMDB-MA), são cerca de 20 mil pessoas a serem beneficiadas.
O projeto enviado pela Câmara sugere que se reduza de 365 dias para 180 o prazo para novos pedidos de anistia por parte dos servidores demitidos ou exonerados no governo Collor e estabelece que este período comece a valer a partir de sessenta dias após o início da vigência da lei. De acordo com o parecer aprovado, esses prazos são adequados e permitirão maior agilidade à conclusão dos processos de anistia, sem excluir período suficiente para que todos os interessados tomem conhecimento da possibilidade aberta e possam preparar os seus pedidos.
A emenda nº 2 propõe que as normas da anistia valham também para aqueles que se dispuseram a desempenhar suas funções no processo de liquidação ou dissolução das empresas extintas.
Fonte: Congresso em Foco

Brasília - servidores em greve gritam 'fora, Dilma' perto do Planalto

Na terça-feira (4), cerca de 400 servidores (docentes, técnico-administrativos em educação) dos institutos federais de educação bloquearam a avenida em frente ao Palácio do Planalto. Por causa do protesto o trânsito no local foi interrompido, só sendo liberado por volta das 18 horas. A categoria em greve a há mais de dois meses, reivindica reajuste salarial de 14,67%.
Após duas horas de protesto e gritos de "fora, Dilma", eles deixaram o local depois de serem recebidos por assessores da Secretaria-Geral da Presidência. Prometeram, porém, voltar se não forem recebidos pela ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) ou pela presidente Dilma Rousseff.
O Instituto Federal de Brasília (IFB) foi criado em 2008 e tem escolas em Brasília, Gama, Planaltina, Samambaia, Taguatinga norte e Taguatinga Centro. A paralisação do IFB faz parte da greve nacional do institutos federais (que são as antigas Escolas Técnicas e Agrotécnicas Federais) e dos Centros Federais de Educação Profissional e Tecnológica (Cefets).
Fonte: Folha de São Paulo